sexta-feira, 12 de junho de 2015

‘Cássia Eller – o musical’, que estreou no dia 29 de maio no CCBB-RJ, segue até agosto

“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”(Renato Russo) Doce e amiga na vida, forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna

O musical narra a trajetória de uma das mais talentosas cantoras brasileiras, desde o início de sua carreira em Brasília, nos anos 1980, até a consagração nacional alguns anos mais tarde. Cássia Eller morreu no auge, em 2001, antes de completar 40 anos. 

Tímida e introvertida, soltava suas feras no palco, conquistando a plateia com força cênica e voz única, que lhe permitia transitar por gêneros variados, desprendendo-se de eventuais rótulos. Com direção de João Fonseca e Vinicius Arneiro, dramaturgia de Patrícia Andrade, direção musical de Lan Lan e idealização de Gustavo Nunes, Cássia Eller – O musical canta as histórias de uma artista que permanece viva na memória do público com uma obra atual.

As apresentações serão sempre de quarta a domingo, salientando que não serão vendidos ingressos antecipados para os dias: 04/07/2014, 08/07/2014, 12/07/2014 e 13/07/2014.

Os demais dias serão vendidos antecipadamente, abrindo venda sempre nos dias de segunda-feira, para as duas próximas semanas.

Grande legado musical

“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade dessa artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele, mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha. Doce e amiga na vida, forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.

Essa trajetória está sendo encenada pela primeira vez em ‘Cássia Eller – o musical’, que estreou no dia 29 de maio no CCBB-RJ, com Tacy de Campos no papel-título, direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, direção musical de Lan Lan, texto de Patrícia Andrade, idealização de Gustavo Nunes e produção da Turbilhão de Ideias.

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