sexta-feira, 26 de junho de 2015

Cantora Maria Gadú mostra novo som do disco Guelã


Com sonoridade amplificada, a intérprete mostra ao público canções inéditas como Obloco, onde procura equilibrar-se entre a MPB e o experimentalismo, com toques de música tribal, mas com resultado final que vai do pop ao radiofônico
Experimentações tem sido a marca registrada do que convencionou-se chamar de nova música popular brasileira. Dentro desse cenário inclui-se a paulista Maria Gadú, cantora que apresenta ao seu público o disco Guelã.

Com sonoridade amplificada, a intérprete mostra ao público canções inéditas como Obloco, que promete surpreender quem está acostumado a faixas mais acústicas, tal como o hit 'Shimbalaiê'. “O mundo vem produzindo esse tipo de sonoridade amplificada há muitos anos”, afirma Gadú.

“Todas as referências que temos, inclusive, para nossas experimentações, vêm de outra geração. Não podemos nunca esquecer de Caetano Veloso que, em 1972, nos presenteava com seu Transa. O que transforma Guelã em autobiografia completa é a busca da sonoridade, os arranjos, o discurso sonoro”, explica.

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