quinta-feira, 28 de maio de 2015

Documentário de Paulo Fontenelle sobre carreira de Cássia Eller estará nos cinemas a partir de amanhã, 29




Cássia Rejane Eller. Cássia Eller. Cássia. Uma poderosa força inquieta no palco, a timidez em pessoa fora dele. Um dos grandes nomes da música brasileira, Cássia Eller marcou a década de 1990 e chocou o país com sua morte precoce, em 2001. Um filme sobre a cantora, a mãe, a mulher que expôs sua vida pessoal e rompeu barreiras, deixando um belo legado social e artístico

“Cássia Eller” é um documentário musical de longa-metragem que retrata a trajetória de um ícone da música brasileira da década de 90. Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle (Loki) e produzido pela Migdal Filmes (Minha Mãe É Uma Peça, Nosso Lar), o documentário mostra através de imagens inéditas do arquivo da cantora e depoimentos de amigos e familiares, a intensidade desta artista que conquistou o país.

Presença de Maria Eugênia Vieira
Cúmplice, amiga e companheira de Cássia Eller por 14 anos, hoje guardiã do legado da cantora, Maria Eugênia Vieira levantou apenas uma condição quando o diretor Paulo Henrique Fontenelle apresentou a ela, em 2010, o projeto de um possível filme. Na contramão de artistas "censores", Cássia merecia uma versão fiel ao que era. Nada de omitir histórias como de homossexualidade, casos extraconjugais, abuso de drogas ou mesmo sobre a paternidade do filho Chicão, que ela fazia questão de esconder na época.

Sem filtros, o documentário "Cássia", que entra em cartaz amanhã, (29), ainda tenta esclarecer uma informação truncada, que chegou a revoltar a família. Diferentemente do que a imprensa especulou na época, a cantora não morreu após sofrer uma overdose de cocaína em 2001. No documentário, amigos próximos negam que as três paradas cardíacas que ela sofreu em uma clínica no bairro de Laranjeiras, no Rio, tenham sido provocadas pelas drogas.

Sobre Cássia Eller, Fontenelle falou: “Eu acho que principalmente a liberdade que ela tinha e a sinceridade. Acho que ela não fazia nada que fosse marketing. Tudo que ela queria fazer era sincero, tanto nas relações quanto na música, na amizade. Eu acho que a sinceridade é algo que inspira, que todo o mundo deveria seguir”.

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