terça-feira, 14 de abril de 2015

Valorizando a alimentação saudável, as tendências gastronômicas para os próximos anos





Diante da constatação de a população anda se alimentando de forma inconveniente, é cada vez maior o número de pessoas que buscam uma gastronomia mais equilibrada, saudável e que prima pelo consumo de alimentos menos gordurosos


Diante dessa nova realidade, restaurantes e estabelecimentos afins já estão em campo para de adaptarem às novas tendências do mercado gastronômico. Assim, vejamos u que está na lista de tendências no mundo contemporâneo:

– Ostras vão dominar a happy hour. E agora são servidas com molho de coqueteis como lemongrass ou yuzu ou ainda granita;

– A couve abriu o caminho, agora é a vez de outras raízes vegetais aparecerem mais na comida dos restaurantes, como raiz de aipo, nabo e couve-rábano, em formato de purê, fritos, gratinados, roubando o lugar da batata como acompanhamento;

– A folha de alga vai surgir cada vez mais como um snack saudável e também como um “agregador” de sabor em fundos, caldos, molhos e risotos, para dar um sabor de fundo do mar;

– Vamos dar uma apimentada nas coisas. Chefs estão fazendo mais experiências com pimentas mexicanas ou coreanas, misturando-as com mel, manteiga e pastas;

– Chegou a vez dos iogurtes salgados. O chef Dan Barber, do restaurante Blue Hill at Stone Barns, nos EUA, fez os primeiros: de tomate, beterraba e abóbora;

– Depois do iogurte grego, homus será a bola da vez, como pasta, em sanduíches, misturado a dezenas de outros ingredientes como beterraba, pimentão, chili thai … Além disso, homus é rico em proteínas e fibras e pobre em gordura.

Ingredientes locais


O público está cada vez mais procurando restaurantes e pratos que valorizem a cultura de cada lugar e mantenha as tradições como a escolha de ingredientes e modo de preparo

Bebidas artesanais

A tendência para os ingredientes serve também para as bebidas. Restaurantes devem servir cada vez menos rótulos de grandes empresas internacionais e valorizar produtos locais, como as cervejas artesanais, por exemplo.

Comida saudável

Cada vez mais as pessoas estão se importando com a saúde, o que reflete na gastronomia. O movimento Slow Food deve crescer em 2015, com ingredientes que respeitar o meio ambiente e são provenientes de pequenos produtores.

Versões renovadas de comidas típicas

Concorrendo com pratos modernos, os clássicos revisitados estão fazendo cada vez mais sucesso nos restaurantes. Aí o que conta mesmo é criatividade e a capacidade de harmonizar sabores, por parte do chef

Cozinha casual

Chefs renomados estão cada vez mais focados em uma cozinha "fast casual", que junta a rapidez dos fast foods com pratos elaborados, mas sem a formalidade de um restaurante caro. São nesses estabelecimentos que a maioria dos norte-americanos vem gastando mais dinheiro.

Nova fase da carne suína


Por décadas,a carne suína sofreu marcação serrada da área gastronômica, pelos riscos de contrair doenças que a sua ingestão representava. E as preocupações tinham fundamento, em virtude da criação e manejo dos suínos. Não havia cuidados sanitários, a alimentação era basicamente restos de comidas de humanos e os locais de criação, de tão sujos e malcheirosos, tornaram-se sinônimos de sujeira. Eram os chamados ‘chiqueiros’.

Com a nova realidade onde a criação de porcos é cercada de tecnologia de ponta e cuidados sanitários, o maior desafio dos produtores é conquistar e manter novos mercados, tanto o externo quanto o interno. No Brasil, o consumo de carne suína por pessoa é de 15 quilos ao ano, enquanto que na Europa a média passa dos 40 quilos. O consumo da carne suína ainda é cercado de muitos mitos, tabus e preconceito, mesmo vivendo uma nova realidade.
Quanto ao mercado externo, nos últimos 12 anos o Brasil participa com uma quantidade média de 550 mil toneladas ao ano em exportação. Para conquistar o mercado externo, há uma série de exigências a ser cumpridas, mesmo a suinocultura brasileira atendendo aos requisitos que a suinocultura europeia e americana tem. O Brasil,não perde em nada no que diz respeito a qualidade e genética, nutrição e sanidade, entre outros aspectos.

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