quinta-feira, 30 de abril de 2015

Maria Bethânia arrasta os fãs para seu show no Recife, cujos ingressos se esgotaram em 10 minutos



As estrelas mais fulgurantes da MPB já estão em torno dos 70 anos, mas continuam fazenda a festa dos fãs, sejam eles adolescentes, adultos ou pessoas que tiveram a honra de acompanhar a carreiras desses artistas desde o início
A prova disso é a lotação esgotada desses ‘setentões’, independentemente de onde eles se apresentem, apesar dos preços nada amistosos para esses espetáculos. Para confirmar, as entradas para o show que a baiana Maria Bethânia fará em Recife, no próximo dia 27 de junho, foram vendidos em tempo recorde.

Os quase três mil ingressos do show foram vendidos em 10 minutos. Os bilhetes estavam disponíveis para compra online e em pontos físicos simultaneamente às 10h desta quarta (29), mas esgotaram rapidamente. Maria Bethânia se apresentará no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções em Olinda. 

Repertório
Maria Bethânia apresenta músicas que fizeram parte dos 50 anos de carreira na turnê Abraçar e agradecer, conforme informou a gravadora Biscoito Fino. A primeira cidade que recebeu a apresentação comemorativa da baiana foi o Rio de Janeiro, no dia 10 deste mês.

O CD Imitação da vida, lançado em 1997, norteia o primeiro ato do show, que segue com versões de músicas do cancioneiro da MPB e rock nacional na voz da cantora, como Eterno em mim, do irmão Caetano Veloso, Dona do dom, composição de Chico Cesar, e Gita, conhecida na voz do roqueiro Raul Seixas; além de canções do CD Imitação da vida, lançado em 1977.

Canções inesquecíveis


Há ainda uma versão inédita feita especialmente para ela por Nelson Motta, “Eu Te Desejo Amor” (Charles Trenet), recém-gravada para a novela “Babilônia” da TV Globo. Não ficarão de fora músicas do repertório do seu último CD “Meus Quintais”, como “Dindi” (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), “Xavante” (Chico César) e “Casa de Caboclo” (Paulo Dafilim e Roque Ferreira), além de canções inesquecíveis de compositores que marcaram sua carreira como Caetano Veloso, Chico Buarque, Caymmi, Gonzaguinha e Roque Ferreira.

Novo clipe da Nação Zumbi é estrelado por filha de Chico Science e filho de Jorge du Peixe



O vídeo da música ‘Um sonho’ conta a história de amor de Lula e Ramon e ganha vida em imagens urbanas onde é exibindo o relacionamento real entre o casal que tomaram rumos diversos mas voltaram a ter contato na adolescência, por meio da web
O vídeo de “Um Sonho” – lançado na última quarta, 29, com exclusividade pela Rolling Stone Brasil – foi gravado em São Paulo, trazendo imagens do casal em uma estética urbana e onírica, que explora de maneira fluida a intersecção entre sonho e realidade.
O relacionamento retratado no clipe, aliás, também acontece na vida real. Lula e Ramon perderam o contato na infância, após a morte de Science, mas voltaram a ter contato na adolescência, por meio da internet.Os filhos do atual e do antigo vocalista do Nação Zumbi protagonizam o novo clipe da banda pernambucana, “Um Sonho”. O vídeo exibe o relacionamento entre Louise Taynã – conhecida como Lula, filha do ex-líder do grupo, Chico Science – e Ramon Lira – filho do atual cantor Jorge Du Peixe.

No enredo, Ramon anda de skate pela Praça Roosevelt, em São Paulo, e encena algumas brigas envolvendo perseguição e o uso de grafite. Os conflitos acontecem durante um sonho de Lula, que aparenta insegurança na “distância” do namorado.

O vídeo foi produzido pela Paranoid e tem direção de Pio Figueiroa, que representou o “sonho dentro de um sonho” dos versos da canção como a história do casal – “que começou na amizade dos pais e no legado cultural recente que deixaram para a cultura brasileira”, segundo ele afirma em comunicado.

A Origem e Blade Runner
“Um Sonho”, que integra o mais recente disco do Nação Zumbi, autointitulado (de 2014), é uma balada composta em parceria entre Du Peixe, Dengue (baixo), Lúcio Maia (guitarra) e Pupillo (bateria), com participação de Kassin nos sintetizadores.

Em entrevista recente à Rolling Stone Brasil, Du Peixe falou sobre a ideia dessa viagem onírica, que chamou a atenção do produtor Berna Cerpas (ao lado de Kassin, ele assina a produção do último álbum do Nação Zumbi) como uma referência ao filme A Origem, estrelado por Leonardo DiCaprio e dirigido por Christopher Nolan.

Du Peixe, contudo, foi ainda mais longe na referência. “Isso vem de antes. Para mim, a ideia de um sonho dentro do outro é muito [inspirada na obra de] Philip K. Dick, cara”, diz ele, citando o autor de Androides Sonham Com Carneiros Elétricos?, livro que depois foi adaptado para os cinemas por Ridley Scott, em 1982, em Blade Runner: O Caçador de Androides.

“Um replicante tem um sonho dentro de um sonho. É uma réplica humana com vida limitada e tal.Blade Runner, para mim, é o clássico dos clássicos. Vi o filme umas 200 milhões de vezes”, disse o vocalista e letrista do Nação. “São utopias, entende?”

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Artista descoberta por Lina Bo Bardi, artista Betty King expõe no Museu Afro Brasil


 


O Museu Afro Brasil abriu em São Paulo uma exposição com 100 obras da artista plástica Betty King, da segunda geração de artistas abstratos no Brasil. Nascida em Nova Orleans, Estados Unidos, em 1932, e de formação cosmopolita, ela contribuiu para o circuito nacional abstrato entre as décadas de 1950 e 1970, principalmente no período em que morou em Salvador BA, de 1958 a 1976
A exposição é composta por pinturas em óleo sobre tela, que apresentam suas investigações sobre o plano e a cor e os trânsitos entre a figuração e a imagem abstrata, além de suas inovadoras séries em alumínio, em que as chapas do metal eram gravadas por processos químicos e industriais. Betty dedicou-se a buscar novas técnicas e linguagens ao longo de mais de três décadas de trabalho, o que a tornou uma artista de vanguarda.

“Betty é uma das primeiras artistas no Brasil a trabalhar com o alumínio. Ela o corrói com texturas, com relevos, é uma prática artística e ao mesmo tempo industrial, porque era uma técnica usada na indústria do alumínio, crescente no Brasil nos anos 60 e 70”, acrescentou.

Com 85 anos, a artista vive na capital paulista. “Estamos trazendo a Betty de volta para o circuito das artes plásticas de São Paulo, para que público possa vê-la e revisitá-la”, ressaltou o curador.

King estudou na Europa e chegou a fazer exposições na França e na Inglaterra. Sua primeira mostra no Brasil foi a convite da arquiteta Lina Bo Bardi, no Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador.

“Ela fazia uma pintura abstrata quando chegou aqui, naquele ambiente da Bahia, em que tudo era figurativo. Ela chegou em Salvador, fez sua primeira exposição e a obra dela foi evoluindo”, disse Emanoel Araujo, diretor do Museu Afro Brasil.

Serviço:

· Museu Afro Brasil - Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Ibirapuera, SP
   de 25/04/2015 a 26/07/2015

· Terça-feira a domingo: 10h às 17h (permanência até às 18h).

· R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada)

Fonte: EBC

O projeto ‘Cinesolar’ deu a largada para a segunda edição na última segunda-feira, 27




As obras audiovisuais exibidas envolvem sempre questões relacionadas à sustentabilidade ambiental, focando também os eixos social e econômico. O projeto oferece oficinas de sustentabilidade e conscientização ambiental para crianças e jovens, mas abertas também às demais parcelas da população

A segunda edição nacional do projeto Cinesolar, primeiro cinema itinerante que exibe filmes a partir da energia solar no Brasil, foi aberta na última segunda (27), com apresentação do longa-metragem O Palhaço, de Selton Mello, em Seropédica, região metropolitana do Rio. 

O local escolhido para a sessão gratuita de cinema foi o Anfiteatro Gustavo Dutra, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Na terça-feira (28), será exibido em Japeri, na Baixada Fluminense, o filme O Menino no Espelho, de Guilherme Zenha.

O CINESOLAR é o primeiro cinema itinerante do Brasil que utiliza energia limpa e renovável – a solar – para funcionar. Além da projeção de filmes, o projeto promove arte e sustentabilidade através de oficinas e atividades artísticas e lúdicas.

O CINESOLAR consiste em um furgão equipado com um sistema de captação de energia solar capaz de gerar a própria energia para alimentar toda sua estrutura de exibição.

O veículo possui todos os equipamentos necessários para a realização de sessões de cinema e apresentações artísticas: 150 assentos para o público, telão, sistema de projeção e som, além de uma cabine de DJ para acompanhar as atividades.

O projeto surgiu em 2013 e recebeu o apoio, em sua concepção, da Fundação Holandesa Doen, promotora de sustentabilidade, cultura e inovação social em vários países.

A iniciativa brasileira é desenvolvida pela Brazucah Produções em parceria com a Associação Cultural Simbora e Semearte Productil.

terça-feira, 28 de abril de 2015

A comida japonesa superou a fase em que era sinônimo de programa de burguês e atinge cada vez mais outras camadas da população


 



Foi-se o tempo em que a maioria das pessoas torcia o nariz para os peixes crus e os bolinhos de arroz envolvidos em algas. A culinária japonesa cresceu e vem conquistando uma legião de adeptos, seduzidos pelos sabores exóticos e o apelo de comida saudável

Os restaurantes do segmento eram raros e o cardápio e ofereciam pouca variedade. Como agravante, para conseguir degustar os pratos orientais, era necessário ir até o bairro conhecido por cultivar tradições japonesas e outros costumes asiáticos. 

Nesses locais os cardápios eram escritos em ideogramas japoneses e 90% dos frequentadores não falavam português. Os pratos eram somente a la carte, sem festivais e muito menos rodízios. Além disso, seu conhecimento em manusear hashis era uma obrigação. Pedir talheres era mais feio do que colocar ketchup no macarrão da nona.

Muita coisa mudou

A comida oriental tornou-se uma refeição muito popular no Brasil. Não só a nipônica, mas também a chinesa e a tailandesa. Assim, junto com a fama da culinária desses países no Brasil, vieram centenas de restaurantes. Quem ganhou com isso foi o consumidor. A concorrência obrigou os restaurantes a investirem em qualidade, variedade, atendimento e preços.

O boom da culinária japonesa também possibilitou o surgimento de pratos mais contemporâneos, como o cream cheese, hot rolls e molho teriaki. Há quem julgue isso um crime com a tradição milenar, mas temos de concordar que esses restaurantes e temakerias ocuparam um espaço que poderia ser do fast-food junk. Melhor um temaki com cream cheese e tabasco do que um x-burguer com maionese, bacon e outros `venenos` para a saúde.

Você e admirador da comida japonesa? Então acompanhe essas dicas: 

Pouco shoyu!

Quem nunca viu a galera que praticamente afoga a comida na piscina de shoyu? Tá tudo errado. Shoyu é como sal na comida. Se você coloca de mais, mata o sabor dos outros ingredientes e deixa tudo com o mesmo gosto. Além de fazer mal em excesso.

Se você bebe mais líquido do que o normal quando faz uma refeição no restaurante japonês, provavelmente está exagerando no shoyu e detonando com seu paladar. Não é a toa que alguns rodízios cobram R$4 em refrigerante. Eles sabem desse péssimo hábito do brasileiro de entupir a comida de sal e tiram proveito disso.
Coma em restaurante tradicional

Comida japonesa não é só sushi, sashimi e niguiris. Isso é só 10% do que há na culinária nipônica. Portanto, pesquise. Pergunte para aquele seu amigo que já esta há mais tempo no universo dos `japas` e siga seus passos. Nada pior que enfrentar comida de baixa qualidade de restaurantes picaretas. 

Conheça o ambiente do local
Cuidado com rodízios muito baratos e em lugares desconhecidos. É tradição dos restaurantes japoneses deixar o peixe à mostra no sushi bar. Isso não é a toa. Cheque a cor do peixe antes de se posicionar para a refeição. Se achar a qualidade duvidosa, saia do local.

Ah, outra informação importante. O wasabi não é só um temperinho maneiro que arde a boca. Ele é também uma planta medicinal e antídoto para envenenamentos, por isso é servido com o peixe cru desde as épocas mais remotas no Japão. Ele era o responsável por evitar contaminação caso o peixe não estivesse fresco.

Se diante disso ficou com água na boca a dica é procurar um bom restaurante e deliciar-se com a culinária culinária japonesa.

7° Festival da Sanfona de Salgueiro começa amanhã, 29 e celebra os 151 anos da cidade



Começa nessa quarta-feira (29) a 7ª edição do Festival da Sanfona de Salgueiro, evento que já se tornou tradição no Sertão Central, que valoriza os sanfoneiros da região. Amanhã acontece a eliminatória com 12 sanfoneiros e show com o forrozeiro Epitácio Pessoa

Quem gosta de dançar baião, xote ou forró ao som de zabumba, triângulo e sanfona está convidado para o 7º Festival da Sanfona, que acontece esta semana (de 29 de abril a 1º de maio), como parte das comemorações dos 150 anos de emancipação política de município, que serão celebrados sexta-feira (30).

Encerrando o evento, na sexta-feira (01), haverá encontro especial com Waldonys e grande final com 10 sanfoneiros, premiação, show com Waldonys e show com os campeões.Na quinta-feira (30), data em que Salgueiro comemora 151 anos de Emancipação Política, será realizada outra eliminatória com 12 sanfoneiros e shows com Joquinha Gonzaga e Kinho Callou.

Programação

No primeiro dia de eliminatória, também está previsto um show do artista convidado Epitácio Pessoa. De acordo com o secretário de Cultura e Esportes de Salgueiro, Bruno Feitosa, o horário da quarta-feira será alterado para as 19h, por causa da primeira partida da final do Campeonato Pernambucano de Futebol, marcada para a mesma data, às 22h, na cidade.

No dia 30, a partir das 20h, os shows ficarão por conta dos músicos Joquinha Gonzaga e Kinho Callou. Na sexta-feira (1º), antes da final do Festival, os candidatos classificados e o público interessado poderão participar de uma roda de diálogos com o cantor Waldonys, às 18h.

Após a apresentação dos concorrentes e da premiação, previstas para iniciar a partir das 20h do dia 1º, Waldonys retorna para fazer um show, que será seguido pelo concerto dos sanfoneiros vencedores. O 7º Festival da Sanfona é gratuito e aberto a todos os públicos. A expectativa dos organizadores é de que compareçam em cada dia do evento de 1 mil a 2 mil pessoas.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Artista italiano pinta Simpsons de negro inspirado em casos recentes de mortes por suposto preconceito




Alexsandro Palombo publicou o seu trabalho no Facebook. Numa das sequências, Bart Simpson é alvejado pela polícia. Um retrato que lembra Ferguson, nos EUA, onde ocorreram mortes alegadamente por preconceito racial

Há imagens que valem mais do que mil palavras, quando estão em causa valores e tomada de consciência. Ainda há pouco tempo correu pelas redes sociais um vídeo com efeito de murro no estômago a alertar para o que é o racismo. 

Agora, é a vez de o artista italiano Alexsandro Palombo fazer uma série de ilustrações pegando nos boneco mais conhecidos do mundo - os Simpsons - para chamar a atenção para o problema.

Símbolo da cultura pop norte-americana, os Simpsons dão sempre que falar e o que Palombo fez foi substituir a sua cor de pele amarela por negra, de modo a alertar para os recentes episódios de racismo que têm ocorrido nos Estados Unidos, nomeadamente entre a polícia e os cidadãos.

Uma das sequências é protagonizada por Bart Simpson, que alude precisamente à morte de Walter Scott, um homem negro de 50 anos, que foi morto no início deste mês de abril, na Carolina do Sul, por um polícia branco. E pelas costas.

Ao mesmo tempo, remetem também à morte de um rapaz de 12 anos, Tamir Rice, baleado em Cleevland, em novembro do ano passado, pela polícia, quando brincava com uma pistola de brincar.

Homer, Bart, Marge, Lisa e Maggie Simpson ganham, assim, simbolicamente, uma cor de pele mais escura. Expressões como «Pare com o racismo», «Justiça» e «Polícias nunca dormem» reforçam a mensagem.

Os fãs estão eufóricos: ‘Velozes & Furiosos 8’ chegará às telonas em janeiro de 2017



A versão de número 7 da franquia "Velozes & Furiosos" nem bem chegou aos cinemas e já foi noticiado que a sequência de batidas de carro e pancadaria ganhará mais uma versão

"Velozes & Furiosos 7", lançado recentemente, tem se mostrado um enorme sucesso global, alcançando cifras fabulosas onde foi exibido. A produção foi a primeira da Universal Pictures a atingir a marca de US$ 1 bilhão de faturamento, consolidando a posição de principal franquia do estúdio. 
Na tarde da última quinta-feira, 22, em um painel realizado na CinemaCon - evento que acontece na cidade de Las Vegas -, o ator Vin Diesel confirmou que "Velozes & Furiosos 8" já está nos planos e estreará nos cinemas no dia 14 de abril de 2017.

Tendo no Brasil uma legião de fãs, o filme alcançou faturamento superior a R$ 29 milhões, e se tornou nesta semana a maior bilheteria da história nos cinemas brasileiros.
Eva Mendes

Por enquanto, foi confirmado apenas que Velozes & Furiosos 8 vai estrear no início de 2017, que a história vai se passar em Nova York, e que os produtores pretendem trazer de volta Eva Mendes, que apareceu em + Velozes + Furiosos (2003), o segundo filme da franquia. Na história, ela interpretava a agente federal Monica Fuentes, que ajudava a capturar o chefe de um grupo de traficantes.

A inclusão de Mendes na próxima trama pode significar um novo aceno à comunidade hispânica, que representou incríveis 38% dos espectadores no lançamento de Velozes & Furiosos 7 (lembrando que 75% do público na estreia não era branco, de acordo com o site The Hollywood Reporter). Os produtores certamente vão cuidar muito bem se seu público-alvo nas histórias seguintes.

domingo, 26 de abril de 2015

Já se vão quase seis anos desde a morte de Michael Jackson e mundo do pop segue sem um novo rei



Mas, e agora? Michael Jackson morreu e ficou uma lacuna. O trono do “Rei do Pop” ainda poderá ser preenchido? Existem candidatos com potencial para assumir este ‘reinado’ ou Michael é mesmo insubstituível?

Depois de mais de cinco anos desde a sua partida, ainda é difícil aceitar a música pop sem Michael Jackson. Foi um artista completo, versátil, genial e sua música está presente na memória de todos por ter arrastado multidões e ter sido reverenciada em todos os cantos do planeta

A opinião dos fãs: “Claro que não, a figura deste tamanho é insubstituível, o personagem foi mudado e revolucionou sua época e da música em geral. O que provavelmente vai acontecer é que dentro de algum tempo vai aparecer de novo alguém que é tão original e talentoso para conseguir virar música, mas nem por isso substituído”.

Algo semelhante aconteceu com os Beatles. Surgiu algum grupo que beirasse o sucesso dos “garotos de Liverpool”? Não, houve e há muitos grupos que surgiram a partir de sua influência, mas não se pode dizer que algum deles conseguiu cobrir o espaço vazio.

Em seu estilo musical ninguém dança não ser sempre o Rei do Pop, por ter revolucionado a indústria da música. Os vídeos ainda são os melhores do mundo, as suas rasteiras um sucesso e discos vai voar lojas. Deve haver alguém no futuro a fazer o mesmo que colocar um estilo completamente diferente de dança, vídeos de excelente qualidade e estilo incomum.

Para os mais fanáticos, Michael é um rei que não tem um substituto, ele vai transcender a história como o maior músico de seu gênero. Realmente dói e a sua partida foi um golpe, que vai lembrado para sempre.

Para a sua legião de seguidores, a alcunha de “Rei do Pop” é sinônimo de Michael Jackson. Mas, ainda quando ele estava vivo, outros cantores chegaram a serem apontados como possíveis sucessores. Justin Timberlake foi o que fez mais barulho, mas, desde que se afastou da música, o título ficou sem um concorrente de peso.

Alguns lunáticos chegaram a apontar o jovem dotado de muita marra e pouquíssimo talento, Justin Bieber. O cantor canadense chegou inclusive a dar uma entrevista se dizendo, inspirado em Michael Jackson, mas com tão poucos dotes artísticos e tamanha capacidade de se meter em confusão, Bieber está mais para alguém que logo estará na vala comum das estrelas cadentes do mundo musical do que um substituto do rei Michael.

VENCEDOR DE TRÊS PRÊMIOS LUCILLE LORTEL, ‘FUN HOME’ SURPREENDE O BIG APPLE E É APLAUDIDO PELA CRÍTICA



Fun Home está chama à atenção por ser um dos novos musicais mais atípicos que jogam na Broadway em 2015. Baseada em um filme ou um conto de fadas, Fun Home Instead segue as pistas de graphic novel de mesmo por Alison Bechdel 

O musical com ares de peça é baseado em "Fun Home: A Family Tragicomic", livro de memórias explícito e sucesso de vendas da escritora e chargista lésbica Alison Bechdel. 

Com uma vida repleta de controvérsias, foi difícil sobreviver tendo uma infância problemática no interior do Estado da Pensilvânia em uma casa funerária administrada por seu pai, um gay enrustido e professor de inglês. Uma perfeita família desajustada.

Lançado em 2006, o livro traça a própria infância e adolescência de Bechdel, com particular ênfase na sua relação difícil com seu pai Bruce e sua assunção da condição de lésbica. Enquanto o assunto pode sugerir um pouco iluminado, emocionalmente-drenagem marchar, Fun Home está imbuído com carinho e generosidade, juntamente com números musicais perversamente afiadas.

Com letras e livro por Lisa Kron (Voyage to Lesbos) e música de Jeanine Tesori (Violet) Fun Início estreou no The Public Theater em 2013 e foram dispensadas com a aclamação da crítica. Ben Brantley do New York Times saudou como um "belo destruidor de corações", com personagens "multidimensionais", que ofereceu uma refrescante mudança de retratos tradicionalmente mais vistosas de musicais.

Escalado para dirigir a ‘Fun Home” está o diretor original Sam Gold, um dos mais capazes na administração de demanda dentro e fora-Broadway. Só em 2014, ele supervisionou três das mais aclamadas produções cravejado de estrelas da época: The Joneses realistas, The Village moto e The Real Thing. Esta transferência também vê o vencedor Tony Michael Cerveris voltar ao jogo, mais uma vez no papel de Bruce Bechdel, o pai de Alison Bechdel.

Maricá teve aldeia turística em projeto que teve até hospedagem em ocas, dentro da Festa da Aldeia



Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, sediou uma festa que reuniu cerca de 300 indígenas de aldeias de três estados: a primeira Festa da Aldeia foi aberta na manhã do dia 25, na aldeia Tekoa Ka'aguy Hovy Porã (mata verde bonita, na língua tupi-guarani), situada numa restinga, na localidade de São José do Imbassaí

Como diz a música de Baby do Brasil, antigamente, “todo dia era dia de índio, mas agora ele só tem o dia 19 de abril”. Em Maricá, não é bem assim. Neste final de semana, aconteceu a “Festa na Aldeia”, para comemorar a cultura indígena local. 

O evento, realizado pela primeira vez, foi uma celebração com as tribos guaranis da aldeia Tekoa Ka’aguy Hovy Porã (Mata Verde Bonita), na restinga de São José do Imbassaí. Outros 300 índios de Angra dos Reis, São Paulo e Santa Catarina também participaram.

A festa, que teve danças, músicas e comidas típicas, como pamonha, aipim e peixe assado, é aberta ao público, teve entrada gratuita e pretende servir de pretexto para integrar a população com os índios locais que, na verdade, não são nativos. Integrantes da tribo Tupi-Guarani M'Bya, do sul do país, eles chegaram à restinga em abril de 2013. Hoje, 62 índios vivem em Maricá, numa área de 93 hectares que pertence ao grupo espanhol IDB. 

Nesta região está prevista a construção de um complexo turístico e o terreno onde vivem os indígenas foi incorporado ao projeto. A ideia é criar uma aldeia turística, a primeira do estado, com ocas hotéis e um teatro de arena. Pelo projeto inicial, os visitantes conhecerão a cultura indígena, suas danças, artesanato e comidas típicas, e poderão se hospedar na própria aldeia.

Por meio de sua assessoria, porém, a empresa responsável informou que a aldeia turística é apenas uma ideia e ainda não existe nenhum planejamento concreto. “A IDB Brasil está em diálogo constante com a Prefeitura de Maricá, com a Funai e com a tribo Tupi-Guarani. A empresa respeita e valoriza todas as manifestações culturais, reafirmando seu compromisso de promover o desenvolvimento sustentável da Fazenda São Bento da Lagoa e do município.

Os 70 anos de morte de Mário de Andrade são comemorados com exposição em São Paulo





Exposição em São Paulo marca os 70 anos de morte do modernista, autor de Paulicéia Desvairada e Macunaíma, Mário de Andrade. O evento é organizado pelo Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP), tem entrada franca e pode ser conferido até o dia 10 de julho no saguão do Campus Butantã, no prédio da Reitoria


A exposição reúne cerca de 30 obras assinadas por Nássara, Millôr Fernandes, Paulo Cavalcanti, Antonio Paim Vieira, Hilde Weber, José Corrêa Moura, Nicolielo, Hippert, entre outros artistas. O acervo foi doado em 1998 pelo funcionário público carioca Carlos Alberto Passos, admirador do escritor modernista.

Algumas gravuras mostram o escritor entre suas cartas. A coordenadora lembra que ele era conhecido por responder a todas as correspondências. Há também desenhos que retratam a época em que ele morou no Rio de Janeiro. “Ele frequentava a Taberna da Glória. Três caricaturas trazem a lembrança desse período que ele esteve lá”, ressalta Bianca.

Fazem parte da mostra caricaturas colecionadas pelo próprio Mário de Andrade. “O acervo que veio para o instituto em 1968 deu um contorno de como todo o acervo é tratado. Ele dá essa cara do que o IEB é hoje. Ele tinha um projeto nacional de cultura, de arte, de música. Sempre voltado tanto para a parte erudita como popular”, explica a coordenadora.

O autor de Macunaíma foi relevante para a democratização dos bens culturais, para a preservação do folclore e do patrimônio histórico e para a educação infantil. O público terá acesso a documentos, fotografias, músicas típicas, entre outros materiais.

Inovador

Em 1935, Mário foi nomeado chefe da Divisão de Expansão Cultural e diretor do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo, órgão que se transformou na Secretaria Municipal de Cultura. No cargo, fundou a Sociedade de Etnografia e Folclore, para a qual trabalhou Dina Lévi-Strauss, e enviou ao Nordeste a Missão de Pesquisas Folclóricas, que registrou a cultura popular. Criou ônibus-biblioteca e a Discoteca Municipal, assim como os Parques Infantis – projeto educativo para filhos do proletariado paulista, de caráter inovador.

Além disso, após deixar o Departamento, o modernista produziu um anteprojeto do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico e Nacional (Sphan, atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan), para o governo federal, e trabalhou na recuperação de alguns imóveis, como o Convento de Embu. Depois, foi chefe da seção do Dicionário e Enciclopédia Brasileira do Ministério da Educação.

A exposição pode ser conferida de segunda a sexta-feira. O prédio da Reitoria fica na Rua da Reitoria, 374, térreo, na Cidade Universitária

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Festival de Cannes 2015 divulga novos concorrentes à Palma de Ouro e inclui o brasileiro ‘Love’, de Rodrigo Teixeira





Foram acrescentados ontem, quinta-feira, dois filmes ao 68ª festival de cinema de Cannes, na França, além dos 17 longas-metragens que já haviam sido anunciados como concorrentes à cobiçada Palma de Ouro. Entre eles, está uma obra do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira, Love
 

O 68º. Festival de Cannes divulgou acréscimos em algumas de suas seções principais, caso da competição oficial, que passa a contar com 19 concorrentes à Palma de Ouro depois da inclusão de dois novos filmes:Cronic, do mexicano Michel Franco (Depois de Lucia), e The Valley of Love, de Guillaume Nicloux (A Religiosa), que tem no elenco medalhões como Gérard Depardieu e Isabelle Huppert.

Na seção Un Certain Regard, cinco novos filmes foram incluídos, caso de Na, da japonesa Naomi Kawase – que será a atração de abertura deste segmento -, Taklub, do filipino Brillante Mendoza (Lola), Cemetery of Splendour, do tailandês Apichatpong Weerasethakul e Lamb, de Yared Zekele – o primeiro filme etíope selecionado na história de Cannes.

Une Histoire de Fou, do francês Robert Guédiguan, foi também incorporado às sessões especiais.

Veja abaixo, a seleção oficial, com os complementos:


Competição

The Assassin (Hou Hsiao-hsien, Taiwan)

Carol (Todd Haynes, EUA/Inglaterra)

Erran (Jacques Audiard, França)

The Lobster (Yorgos Lanthimos, Grécia/Inglaterra/Irlanda/Holanda/França)

Our Little Sister (Hirokazu Kore-eda, Japão)

Louder Than Bombs (Joachim Trier, Noruegaw?França/Dinamarca)

Macbeth (Justin Kurzel, Inglaterra/França/EUA)

Marguerite et Julien (Valerie Donzelli, França)

Mon roi (Maiwenn, França)

Mountains May Depart (Jia Zhangke, China/Japão/França)

Mia Madre (Nanni Moretti, Itália)

The Sea of Trees (Gus Van Sant, EUA)

Sicario (Denis Villeneuve, EUA)

A Simple Man (Stephane Brize, França)

Son of Saul (Laszlo Nemes, Hungria)

The Tale of Tales (Matteo Garrone, Itália/França/Inglaterra)

Youth (Paolo Sorrentino, Itália/França/Suíça/Inglaterra)

Cronic (Michel Franco, México)

The Valley of Love (Guillaume Nicloux, França)


Fora de competição

Inside Out (Pete Docter, Ronaldo Del Carmen)

Irrational Man (Woody Allen, US)

The Little Prince (Mark Osborne)

Mad Max: Fury Road (George Miller, US)

Un Certain Regard

An (Naomi Kawase) – filme de abertura

The Chosen Ones (David Pablos)

Fly Away Solo (Neeraj Ghaywan)

The Fourth Direction (Gurvinder Singh)

The High Sun (Dalibor Matanic)

I Am a Soldier (Laurent Lariviere)

Journey to the Shore (Kiyoshi Kurosawa)

Madonna (Shin Suwon)

Maryland (Alice Winocour)

Nahid (Ida Panahandeh)

One Floor Below (Radu Muntean)

The Other Side (Roberto Minervini)

Rams (Grimur Hakonarson)

The Shameless (Oh Seung-uk)

The Treasure (Corneliu Porumboiu)

Alias Maria (José Luis Rugeles Gracia)

Taklub (Brillante Mendoza)

Lamb (Yared Zeleke)

Cemetery of Splendour (Apichatpong Weerasethakul)


Sessões da meia-noite

Amy (Asif Kapadia, Inglaterra)

Office (Hong Won-chan, Coreia do Sul)

Love (Gaspar Noé)

Sessões especiais

Une Histoire de Fou (Robert Guédiguian)

Amnesia (Barbet Schroeder)

Asphalte (Samuel Benchetrit)

L’esprit de l’escalier (Pabla Lucavic)

Hayored lema’ala (Elad Keidan)

Oka (Souleymane Cisse)

Panama (Pavle Vuckovic)

A Tale of Love and Darkness (Natalie Portman)

Wagner Moura é o novo nome no elenco do remake de Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven), cujo lançamento está previsto para janeiro de 2017





Wagner Moura se junta a Denzel Washington no remake de Sete Homens e um Destino, clássico de faroeste que terá o diretor de ‘Dia de Treinamento’ e bom elenco formado por nomes do quilate de Ethan Hawke, Vincent D'Onofrio e Chris Pratt


Previsto para janeiro de 2017, Sete Homens e um Destino marcará a nova colaboração entre o diretor Antoine Fuqua e os atores Denzel Washington eEthan Hawke, trio fundamental do thriller policial Dia de Treinamento

O bom elenco principal ainda conta com Vincent D'Onofrio (o Rei do Crime de Demolidor), Luke Grimes (irmão de Christian Grey em Cinquenta Tons de Cinza), Haley Bennett (fez o recente O Protetor com Washington) e Chris Pratt, de Guardiões da Galáxia e Jurassic World.Ator brasileiro de maior destaque no cinema atual, Wagner Moura dará um novo passo importante em sua carreira em Hollywood: ele acaba de ser escalado em Sete Homens e um Destino, remake da MGM para o clássico de faroeste homônimo. 

Segundo o The Hollywood Reporter, o nome de seu personagem é Vasquez. E assim, em seu terceiro projeto internacional (em sucessão à ficção científica Elysium e à vindoura série Narcos), Moura volta a emplacar uma produção relevante em seu – já respeitável – currículo.

The Magnificent Seven originalmente conta a história de um grupo de matadores estadunidenses que são contratados para proteger uma pequena vila mexicana de um grupo de bandidos. Lançado em 1960, o longa teve duas continuações e uma série de TV na CBS que durou de 1998 a 2000.

Brasília chega aos 55 anos sendo ainda uma cidade em construção





A capital futurista com avenidas largas e arquitetura moderna completa 55 anos. Conhecida como um dos marcos do urbanismo no século 20, Brasília se transformou nesse pouco mais de meio século de vida, mas ainda chama a atenção pelos prédios públicos, projetados por Oscar Niemeyer, e pelos grandes espaços verdes
A Agência Brasil procurou ouvir arquitetos, urbanistas, especialistas em patrimônio e pensadores da cidade para saber que desafios se impõem a essa cidade que é Patrimônio Cultural da Humanidade. Para muitos entrevistados, Brasília é uma cidade viva, ainda em construção.

“Brasília é a cidade-símbolo da nossa capacidade criativa. É a maior realização do povo brasileiro. Brasília é muito ligada à ideia de poder, de centro das decisões. Mas existem pessoas aqui, do meio cultural e artístico, que querem dissociar essa Brasília da ideia de poder. Mostrar que é uma cidade que tem vida, arte, poesia, literatura. Não é só a Praça dos Três Poderes”, destaca o poeta cuiabano Nicolas Behr, radicado em Brasília desde 1974 e autor de cinco livros sobre a capital federal.
A cidade que nasceu da ousadia de Juscelino Kubitschek e do trabalho de milhares de candangos (operários vindos de todas as partes do país) cresceu e hoje tem pela frente desafios inerentes aos grandes centros urbanos. O crescimento desordenado, o transporte público ineficiente e os congestionamentos devido ao grande número de carros são alguns desses problemas.
Plano Piloto agigantado
Em 1957, no edital do concurso para a construção da capital, previa-se que o Plano Piloto (região central da cidade) deveria abrigar até 500 mil habitantes. Atualmente, o Distrito Federal é composto por 31 regiões administrativas com cerca de 2,8 milhões de habitantes. “Hoje, Brasília é a quarta metrópole brasileira. Em 55 anos, Brasília saiu do zero para quase 3 milhões de habitantes em todo o Distrito Federal. Esta é a Brasília toda. É todo o Distrito Federal”, disse Carlos Madson, superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Distrito Federal.
Nicolas Behr vê a área como uma grande Brasília e as regiões administrativas como superbairros. “Defino o Plano Piloto como o centro histórico.”
Há 30 anos na capital, a jornalista amazonense Conceição Freitas, titular da coluna Crônica da Cidade, no jornal Correio Braziliense, vai além e acredita que o 1,1 milhão de pessoas que moram no Entorno do Distrito Federal, composto pelos municípios de Goiás, também podem ser consideradas brasilienses. “Elas também fazem parte da área metropolitana de Brasília, porque vieram para cá por esse desejo de participar dessa prosperidade”, destaca.
Para ela, o mais importante hoje é garantir qualidade de vida a todos. “Precisa democratizar a qualidade de vida, que não é só o Plano Piloto, os lagos [Sul e Norte]. Brasilienses somos todos nós.”
Para o poeta Nicolas Behr, os criadores de Brasília não imaginaram que a cidade ia virar a metrópole que é hoje. “Virou um polo de desenvolvimento e atração. Mas a falta de um transporte público digno é uma coisa a se pensar porque está comprometendo a qualidade de vida, a mobilidade urbana. É uma situação que o brasiliense tem que enfrentar e não enfrenta. A solução deve ser coletiva. A cidade foi criada para o carro e não para o pedestre”, constata Behr.
“Sem mobilidade urbana, sem modos de ir e vir democráticos, acessíveis, rápidos, você inviabiliza qualquer cidade”, completa Conceição.
A área cultural também merece atenção. “É uma cidade que tem uma efervescência cultural fortíssima, mas não tem base para a criação”, diz o jornalista e poeta TT Catalão que chegou à cidade em 1972. Catalão é um dos criadores do Espaço Cultural 508 sul, conhecido como Espaço Cultural Renato Russo. “Está fechado, inclusive. A ideia de quando se criou o espaço era ter um em cada cidade. Teria uma espécie de centro cultural, um espaço de convivência, que oferece equipamentos para que as pessoas façam exposições ou oficinas. Isso é paupérrimo em Brasília, muito pobre”.
Catalão acredita que a população vem criando meios para se expressar e produzir cultura. Ele ressalta também a desigualdade na distribuição de equipamentos e materiais para a produção e exibição cinematográfica na cidade, por exemplo. “Não há equipamento cultural distribuído na cidade com justiça. É uma coisa concentrada no Plano Piloto.”
Mais desafios
E os desafios não param por aí. A cidade planejada precisa buscar um equilíbrio entre o crescimento e a preservação, acreditam especialistas. Brasília foi reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade, em 1987, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). No mesmo ano, a cidade foi tombada pelo Distrito Federal e, em 1990, pelo órgão federal de preservação, o Iphan.
O historiador da superintendência do Iphan no DF Thiago Perpétuo conta que Brasília tem um tombamento específico que visa à manutenção de características fundamentais da cidade. Ele lembra que a capital federal é a primeira cidade modernista tombada e listada como patrimônio da humanidade. "A intenção [do tombamento] é você manter as características que distinguem esses objetos, mesmo que sejam objetos ultra complexos como cidades, manter essas características perenes, de maneira que elas possam ser fruídas por gerações vindouras.”
Hoje, a área tombada pelo governo vai além do Plano Piloto e passa também por regiões como a Candangolândia e o Cruzeiro. Mas o historiador destaca a existência de desrespeitos ao tombamento. “Um dos exemplos que talvez seja mais marcante é a insistência de alguns condomínios, blocos, de fazer ocupação irregular dos pilotis. Esse trânsito livre sob os edifícios é uma característica que distingue Brasília de todas as outras cidades do mundo”, destaca.
Função social do espaço urbano
Os chamados “puxadinhos” nas áreas comerciais – invasão de áreas públicas feita por comerciantes locais – também chamam a atenção. “As pessoas invadem mais do que elas podem, elas descaracterizam as edificações. Então é uma luta constante para sensibilizar os proprietários para que eles se enquadrem na norma de maneira que este bem, que é um bem de todos, seja preservado.”
O superintendente do Iphan no DF, Carlos Madson, lembra que Brasília tem problemas característicos dos grandes centros urbanos e que a preservação tem que estar associada também à qualidade de vida da população. “Nossa preocupação em preservar Brasília não é só estética. É uma questão de qualidade urbana. É o que apregoa o Estatuto das Cidades. O espaço urbano tem que cumprir uma função social. Prestar serviços adequados aos seus moradores, segurança e outras séries de questões que temos que tratar. O patrimônio é um dos aspectos a se cuidar”, destaca.
Fonte: EBC

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Apartamento onde moraram Kurt Cobain e Courtney Love pode ser alugado no Airbnb



O Airbnb, serviço que faz a intermediação para que pessoas do mundo inteiro aluguem casas, apartamentos, quartos e outros tipos de habitação para viagens, disponibilizou o apartamento de Kurt Cobain e Courtney Love, para aqueles que desejam hospedar-se onde viveram os ídolos pop 

Alguns podem considerar uma extravagância desnecessária, sob o ponto de vista de outros tantos, hospedar-se no local pode ter um que de exibicionismo, mas o fato é que o imóvel está disponível para aluguel, ao módico preço de US$ 150,00 a diária.

Aproveitando que o assunto “Kurt Cobain” está mais em alta do que o normal, devido ao novo documentário “Montage of Heck”, o dono do apartamento, - situado em Los Ângeles, - conseguiu divulgar o seu anúncio nas mídias especializadas de música, atingindo com mais facilidade os fãs dos ídolos da música.

Ele está alugando quartos em um apartamento que pertenceu ao líder do Nirvana entre os anos de 1991 e 1992, quando morou lá com Courtney Love. Segundo o proprietário, Cobain chegou a compor algumas de suas canções mais conhecidas, como “Heart-Shaped Box”, em uma parte inusitada do apartamento: na banheira.

Drogas e sujeira
Segundo uma reportagem do jornal "Los Angeles Times", o período em que Kurt e Courtney viveram no apartamento foi marcado pelo uso de heroína e pela imersão do ex-líder do Nirvana na pintura, atividade que ele, inclusive, praticou com frequência nas paredes do imóvel, que costumava ficar entulhado de lixo.

Tanto que ainda pode ser possível encontrar alguns desenhos do músico pela casa sob a atual camada de tinta que recobre as paredes do local, disse Kleinman ao site "Vulture". "Há pintura de látex por toda a lareira. Sei que tem toneladas de arte debaixo da atual cobertura. Quero descobrir se há algum jeito de chegar até essa pintura escondida e descobrir o que tem desenhado lá", contou.

Em ‘Jurassic World’ um dinossauro geneticamente modificado toca terror em um parque nos moldes de Sea World





O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados, mas uma das espécies logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana

Rodado no Havaí e na Louisiana, Jurassic World será ambientado na Ilha Nublar dos dias atuais, e a ameaça da vez é um dinossauro geneticamente modificado criado em pesquisas de laboratório.

O elenco conta com Chris Pratt , Bryce Dallas Howard , Vincent D'Onofrio , Ty Simpkins , Nick Robinson, Omar Sy , Irfan Khan , B.D. Wong , Judy Greer , Katie McGrath e Lauren Lapkus. A direção é de Colin Trevorrow .

Jurassic World‘ é situado na Ilha Nublar dos dias de hoje, que agora é um parque temático real de dinossauros, como inicialmente previsto por John Hammond no primeiro filme. O parque recebe 10 milhões de visitantes por ano e é completamente seguro – até que algo errado acontece. 

O parque é descrito como um Sea World de dinossauros, que inclui uma área chamada de Lagoa da Ilha Nublar. Isso significa que, pela primeira vez na franquia, veremos dinossauros aquáticos. Como parte de um show, os dinossauros pulam para fora da lagoa para se alimentarem de grandes espécimes de tubarão-branco, pendurados como se fossem um peixe para um golfinho.

Os Velociraptores e o Tiranossauro Rex, que antes eram os grandes vilões, serão usados para ajudar a combater a nova ameaça, uma nova espécie de dinossauro que se mostra muito mais inteligente do que se pensava inicialmente, e será a principal causa de estragos no parque.


terça-feira, 21 de abril de 2015

A incrível história da casa da Sagrada Família em Nazaré, que hoje tem uma Basílica construída em volta dela e tornou-se um dos maiores santuários da Europa




A casa onde viveu a Sagrada Família em Nazaré é uma relíquia conservada pelos católicos na Terra Santa. Era uma casinha pequena, feita de pedras à maneira que os nazarenos construíam. Sob aquele teto sagrado, "O anjo do Senhor anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo"
Em uma operação melindrosa, a Casa da Sagrada Família que ficava em Nazaré, Israel, foi transportada inteira, sem ser demolida, para a região de Loreto, na Itália. Trata-se de um fenômeno que permanece sem explicação científica. A casa ainda é um grande centro de peregrinações dos cristãos em Nazaré.

Conhecendo a história

Os muçulmanos tinham invadido a Terra Santa. Por onde passavam saqueavam e destruíam principalmente as igrejas católicas e os lugares santos. Então, no ano de 1291, antes da chegada dos muçulmanos em Nazaré, a Casa da Sagrada Família desapareceu inexplicavelmente de sua locação e "apareceu" na cidade de Tersatz, na Dalmácia, perto do mar Adriático, a milhares de quilômetros de Nazaré. 

Na ocasião, o sacerdote local, que estava muito doente, ficou curado instantaneamente e passou a anunciar a visita de Maria e sua casa na cidade. Ele teve uma visão de Nossa Senhora na qual ela afirmou: "Aquela é a casa onde Jesus foi concebido pelo espírito Santo e onde a Sagrada Família morou em Nazaré!".

Primeiras investigações

O povo começou a fazer peregrinações até à casa e graças começaram a acontecer. O governador local ficou impressionado com o fato, mas quis confirmar a versão do padre. Por isso, enviou quatro especialistas à Terra Santa para tirarem a prova de que aquela era a casa verdadeira.

Primeiras conclusões

Os especialistas encontraram em Nazaré somente os alicerces da casa e os nazarenos espantados com o desaparecimento da mesma. E, para espanto de todos, os alicerces tinham as medidas e o tamanho idênticos aos da casa que aparecera em Tersatz. Estes alicerces estão até hoje em Nazaré, na Basílica da Anunciação, onde recebem a visita de peregrinos de todo o mundo. 

E a casa que estava em Tersatz não apresentava sinais de ter sido demolida e reconstruída. Ao contrário, ela estava intacta como era conhecida em Nazaré. Então, concluíram que Deus, em sua infinita bondade, ordenou que seus anjos transportassem pelo ar a casa em que Nossa Senhora havia recebido a visita do anjo para anunciar a Salvação do mundo. Esse foi o primeiro milagre. A casa logo se tornou centro de peregrinações.

Nossa Senhora de Loreto

Após ter ficado por mais de três anos da cidade de Tersatz, um novo milagre aconteceu. No dia 10 de dezembro de 1294, a casa milagrosamente levantou vôo rumo ao mar Mediterrâneo e foi parar nos bosques de Loreto, na cidade de Recanati, Itália. Então os fiéis se lembraram de uma profecia de São Francisco de Assis: "Loreto será um dos locais mais sagrados do mundo. Lá será construída uma Basílica em honra a Nossa Senhora de Loreto". De fato, hoje há uma Basílica que foi construída em volta da casa. Esta Basílica é um dos maiores santuários da Europa.

Comprovação do milagre

Vários estudos foram feitos a pedido da Igreja, envolvendo especialistas como engenheiros, arquitetos, físicos, historiadores e estudiosos. O espanto e admiração são constantes, pois, quanto mais se estuda, mais se comprova que um grande milagre aconteceu envolvendo esta casa. Abaixo, veja um resumo das conclusões dos pesquisadores:

Conclusões

1. A casa fica diretamente no chão, sem nenhuma base que a sustente, podendo passar uma barra de ferro em baixo dela.

2. As pedras de que é feita não existem na Itália, somente na Palestina, na região de Nazaré.

3. Sua porta é de cedro, madeira que não existe na Itália, sendo muito encontrada na Palestina.

4. O cimento que liga as pedras das paredes é de sulfato de cálcio e pó de carvão, muito usado na Palestina, usado no tempo de Jesus e desconhecido naquela época na Itália.

5. As medidas da casa são idênticas às da base que ficou em Nazaré.

6. A casa é pequena, mostrando a simplicidade da Sagrada Família, porem organizada, e com arquitetura simples, como do povo da época de Jesus.

Após o Carnaval e o São João, uma das atrações da Bahia é a ‘Vaquejada de Serrinha’ que, neste ano, está confirmada para o período de 03 a 06 de setembro





As vaquejadas compõem o calendário de festas populares de todo o Nordeste e é uma tradição em vários municípios. Na Bahia, a mais tradicional e mais concorrida é a da cidade de Serrinha, reunindo várias atrações musicais que mesclam sertanejo, forró e axé music

Com 4 dias de festa, a Vaquejada do Parque Maria do Carmo, atrai milhares de pessoas de diversos lugares do país. No ano passado a programação contou com mais de 30 horas de shows e grandes nomes da música nacional como Zezé di Camargo e Luciano, Chiclete com Banana, Thiaguinho, Harmonia do Samba, Aviões do Forró e Saulo Fernandes.

Em 2014, a vaquejada que acontece em Serrinha, cidade da Bahia localizada a aproximadamente 170 km de Salvador, completou 47 anos e hoje é reconhecida como uma das maiores vaquejadas do país.A produção da Vaquejada Parque Maria do Carmo já divulgou algumas atrações através do perfil oficial do evento no facebook. Henrique & Juliano, Fernando & Sorocaba, Saulo, Harmonia, Tayrone Cigano e Luan Santana, estão confirmados. 

Para a vaquejada serrinhense, acorrem vaqueiros de várias regiões da Bahia e de estados vizinhos que travam batalhas durante as competições, em busca dos prêmios que são oferecidos como carro, moto e cabeças de gado.

Com 4 dias de festa, a Vaquejada do Parque Maria do Carmo, atrai milhares de pessoas de diversos lugares do país. No ano passado a programação contou com mais de 30 horas de shows e grandes nomes da música nacional como Zezé di Camargo e Luciano, Chiclete com Banana, Thiaguinho, Harmonia do Samba, Aviões do Forró e Saulo Fernandes.

Patrimônio Cultural Imaterial

Em novembro de 2014 uma lei que declara a Vaquejada de Serrinha como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado da Bahia foi sancionada. O projeto foi aprovado no dia 19 de novembro e foi um reconhecimento à pujança da festa que, mesmo se afastando do prisma cultural nos últimos anos, ainda atrai um grande número de visitantes.

Localizado na mesorregião do Nordeste da Bahia, Serrinha possui aproximadamente 82.000 habitantes (IBGE 2014) e tem a sua economia centrada no comércio e na atividade agropecuária. Como a maioria dos municípios da região, Serrinha sofre com os longos períodos de seca que dizimam rebanhos e inviabilizam a atividade agrícola.

Bailarina Andrea Thomioka assume curadoria de dança do Centro Cultural São Paulo



Ganhadora de vários prêmios, entre eles a Medalha de Ouro no 17th International Ballet Competition of Varna, Andre é taxativa: “Tem que sair do convencional. Queremos obras criadas especialmente para o CCSP”
A bailarina Andrea Thomioka é a nova curadora de dança do Centro Cultural São Paulo e prepara uma programação especial para o mês de março com a apresentação de dois eventos com entrada franca: "CCSP Dança Tempo e Espaço", com Luis Arrieta e Dimos Goudarouli e "CCSP Dança - O Silêncio e o Caos". 
Graduada pela Royal Academy of Dancing de Londres até o grau Advanced, recentemente, Thomioka representou o CCSP por meio da Fundação Japão, para participar do TPAM 2015 - Performing Arts Meeting in Yokohama (Japão). 
Em sua trajetória artística, a bailarina foi a única brasileira a ganhar a Medalha de Ouro no 17th International Ballet Competition of Varna - Bulgaria (1996). Integrou o Balé da Cidade de São Paulo e Cia. Portuguesa de Bailado Contemporâneo (Lisboa). 
Entre os prêmios recebidos na carreira, estão a Medalha de Super Bronze - 7th Masako Ohya World Ballet Competition in Osaka (1995) e Prêmio Mambembe - FUNARTE - Bailarina Revelação (1997). Também recebeu homenagem da OAB-SP e CAASP - Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, pelos serviços prestados à área de Dança (2008).

Dentre as atrações do CCSP, destaca-se a realização de encontro de artistas e grupo de estudos com especialistas em dança. Também recebe a companhia Discípulos do Ritmo em residência artística para o desenvolvimento de obra inédita.