quinta-feira, 5 de março de 2015

Brasilienses e visitantes têm a oportunidade de conferir a mostra “A Persistência da Memória”, na Galeria de Arte do Banco Central





O Banco Central abre, na quinta-feira (5) , às 10 horas, o terceiro módulo da exposição “A Persistência da Memória”, em sua Galeria de Arte. O evento em Brasília contará com um bate-papo com o artista plástico polonês Maciej Babinski


Entre os artistas em exposição, estão Tarsila do Amaral, Antonio Gomide, Alfredo Volpi, Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Ismael Nery, Aldo Bonadei, Clóvis Graciano e os então emergentes Tuneu e Maciej Babinski.Intitulado O Poder da Arte, o evento traz a história dos museus e do mercado de arte no Brasil entre o pós-guerra e o início da década de 1970, com destaque para obras que ilustram as diferentes estratégias de mercado utilizadas pela Galeria Collectio, cujo acervo veio a compor quase 90% da Coleção de Arte do Museu de Valores.

Vivendo no Brasil desde 1953, Babinski é professor aposentado da Universidade de Brasília e vai contar ao público como funcionava o mercado das artes no país no período, em especial a Galeria Collectio, a qual conheceu de perto.

Exposição em Seis Módulos

Inaugurada em junho de 2014, a exposição “A Persistência da Memória” conta a trajetória do acervo artístico do Banco Central. Com duração total de dois anos, a cada quatro meses há troca do acervo em exposição, reafirmando o compromisso do Banco Central com a preservação e divulgação do patrimônio cultural do povo brasileiro.

A mostra foi dividida em seis módulos curatoriais, que abordam diferentes aspectos da coleção, narrando as influências do cenário político, econômico e cultural do século XX nas obras de arte.

Brasil Brasileiro foi o primeiro módulo e apresentou um panorama das artes no Brasil entre a Semana de Arte Moderna de 1922 e a crise econômica de 1929. O segundo módulo Entre a Figuração e a Abstração apresentou as variantes da abstração no Brasil e sua tensa relação com o figurativismo, acirrada a partir dos anos 1950.

A exposição exibe grande parte das obras em um ambiente de reserva técnica, o espaço físico destinado ao armazenamento seguro do acervo quando as peças não estão em exibição. As salas Cenas Brasileiras e Bandeira do Brasil também fazem parte da exposição e simbolizam os dois principais períodos de aquisição do acervo.

A Galeria de Arte abre de terça a sexta-feira, de 10 horas às 18 horas. Cumprindo o compromisso de abrir todo o primeiro sábado do mês, a Galeria de Arte estará aberta neste sábado (7), quando o público também poderá visitar o grande painel “Descobrimento do Brasil”, de Candido Portinari. O horário de visitação aos sábados é de 14 horas às 18 horas.

Fonte: BCB


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