quinta-feira, 12 de março de 2015

Belém: a joia da região Norte e seus inúmeros atrativos tem tudo para encantar os visitantes





Conhecer Belém, capital do Estado do Pará, cidade das mangueiras, é viajar no tempo e descobrir um Brasil amazônico. Nas primeiras ruas da cidade, construções portuguesas dos séculos 17 e 18, completamente restauradas e revitalizadas, abrem suas portas para a celebração de estilos arquitetônicos e convidam o turista para noites de requinte musical e gastronômico
 


No centro da cidade, todo o charme da Belle Époque do ciclo da borracha é cultivado em prédios como o Theatro da Paz e o Palacete Bolonha. Belém hoje garante estrutura e logística para eventos, com modernos auditórios e centro de convenções. Por meio da bem distribuída rede de hotéis, agências de serviços e restaurantes da cidade, todo o exotismo da Amazônia pode ser desfrutado com comodidade.

Paisagens arrebatadoras, praias fluviais inexploradas e rios que lavam a alma, esse é o destino dos corações que se aventuram pelas trilhas da Amazônia. Belém é para quem quer conhecer o Brasil selvagem, de cultura autóctone milenar, ritmo mais calmo e sabores inesquecíveis. Com todo o conforto para os mais exigentes.

Do café da manhã ao jantar, Belém tem delícias tão marcantes e variadas quanto a biodiversidade da Amazônia pode oferecer. O visitante é convidado a deleitar-se com todos os ingredientes, preparos e modos de servir da culinária mais exótica do Brasil.
Você é convidado a conhecer os encantos dessa metrópole amazônica. Veja alguns roteiros imperdíveis:

Complexo Feliz Lusitânia 


O complexo cultural Feliz Lusitânia abrange a região portuária de Belém por onde os portugueses chegaram à região Norte, em 1616. As construções que nela foram feitas durante o período colonial atualmente abrigam museus, restaurantes e oferecem diversas oportunidades de se conhecer a realidade amazônica. 
O complexo constitui-se de três prédios. A Igreja de Santo Alexandre, construção que na Belém colonial também abrigava os padres Jesuítas, tornou-se um espaço onde convivem belos jardins externos, a Igreja (que foi totalmente reformada e também é espaço para espetáculos teatrais e recitais) e o Museu De Arte Sacra, repleto de estátuas e artefatos religiosos que retratam a história regional.

Igreja de Santo Alexandre 
Construção de 1718, em estilo barroco, feita por religiosos da Companhia de Jesus. Local aonde pregou o Padre Antônio Vieira. Possui em seu interior, imobiliário de madeira entalhada por jesuítas e índios. Reformada abriga o Museu de Arte Sacra.

É de todo interessante um passeio pela história de Belém, ressaltando aspectos pitorescos e pouco explorados pelos guias turísticos, como a escavação arqueológica em andamento na Casa Rosada, cuja reforma está sendo executada por uma empresa privada. Vale também um tour gastronômico no circuito que vai do Largo da Sé ao Largo do Carmo.

Uma boa sugestão de roteiro é começar o passeio pelo Largo da Sé, visitando igrejas, ruelas - que tal a primeira rua de Belém? - e terminar no Largo do Carmo, comendo um bom camarão da dona Ione, no Nosso Recanto.

Além do Forte do Castelo, destaque para a catedral que é uma das maiores 'extravagâncias' do Brasil 'cometidas' por D. João V, onde é possível contemplar o estilo joanino, que não se limitava à metrópole, mas ultrapassava o além-mar.

Outro ícone do largo é lembrado pela ausência. Trata-se do casario destruído em 1967 e substituído pelo prédio que abrigou a loja Bechara Mattar. A ausência do casario descaracterizou o traçado original do largo, com a construção daquele mastodonte horroroso, mas o fogo vingou-se com o incêndio que anos mais tarde viria a destruir o prédio construído no lugar do monumento histórico.

Casa Rosada de Belém


A Casa Rosada pertenceu a um homem que enriqueceu depois que comprou o imóvel, a partir da última metade do século XVIII. Na época, o então milionário contratou ninguém menos que o famoso arquiteto Antonio José Landi para terminar a reforma.

Existem um incontável número de atrações como a Fábrica Bitar, onde se fabricou o primeiro pneumático do Brasil, na década de 40, a Fábrica Soberano, que fabricava a Cola e o guaraná Soberano, os refrigerantes mais consumidos na época, o Beco do Cardoso, atualmente obstruído, que onde era a rua do Atalaia (atual Joaquim Távora), provavelmente uma porta de observação da entrada do rio Guamá e o Largo do Carmo, onde está instalada a sede do Fórum Landi, no prédio alugado da Motogeral e a Associação Cidade Velha, Cidade Viva, importantes mecanismos de defesa do centro histórico da cidade.

Quer saber mais? Agende sua viagem e venha conhecer a joia da região Norte, desfrutando da sua beleza ímpar, da culinária inigualável e da hospitalidade do povo paraense. Boa viagem!

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