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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Orquestra iniciou a temporada 2015 nesta terça, 10, com tributo a Dom Bosco





Após uma pausa em sua agenda de concertos, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (Ostncs) retomou a rotina de apresentações, nesta terça-feira (10 de fevereiro), às 20h
, no Santuário Dom Bosco

A noite marcou o início de um ciclo de apresentações em homenagem ao sacerdote italiano Dom Bosco, já que, em 2015, comemora-se o bicentenário do padroeiro de Brasília. Como cenário de abertura deste tributo, foi escolhido o Santuário Dom Bosco, localizado na quadra 702 Sul. "Nossa intenção é estimular a tradição de concertos em igrejas, algo comum na Europa", afirma o maestro titular da orquestra, Claudio Cohen. Cinco concertos da série já foram confirmados.

Para iniciar o ciclo Os Concertos de Dom Bosco, Cohen selecionou o Concerto de Brandemburgo nº 3 e a Suíte Orquestral nº 2 em Si Menor, de Johann Sebastian Bach. A Sinfonia nº 5, de Franz Schubert, completa o programa. Segundo o maestro, as peças escolhidas são interpretadas por sinfônicas de menor porte, que se adaptam bem a igrejas, e têm uma sonoridade que se aproxima da música sacra. Bach, por exemplo, é autor de diversas missas e oratórios (composições cantadas, de conteúdo narrativo e temáticas frequentemente religiosas).

Coleção de seis peças musicais, o Concerto de Brandemburgo nº 3 é considerado um dos expoentes do período barroco, e foi escrito entre 1718 e 1721. Especula-se que Bach teria tentado, com esta obra, conquistar o título de compositor da corte, o que conseguiu, posteriormente. A partitura acabou esquecida em uma biblioteca e vendida por uma quantia insignificante. Redescoberta em Brandemburgo (Alemanha), foi publicada em 1850. Nota-se, na melodia, uma influência italiana e a ênfase em instrumentos de cordas.

Já a Suíte Orquestral nº 2 pertence a um gênero conhecido como Overture, inspirado em óperas e balés franceses. Composta por um conjunto de peças independentes entre si, a obra mescla características de concerto solo e suíte francesa e, apesar do andamento rápido, é suave e reflexiva.

Frequentemente comparados à Sinfonia nº 40, de Wolfgang Amadeus Mozart, os quatro movimentos da peça de Schubert mostram sua afinidade com os compositores vienenses. A Sinfonia nº 5, considerada uma virada em sua carreira, foi criada para orquestras de menor porte e, de todas as suas criações, é a única a não incluir clarineta, trompete ou tímpano (instrumento percussivo).

Casa Nova

Durante o ano de 2015, a Orquestra fará seus ensaios e concertos em um novo espaço, o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no Eixo Monumental, graças a uma parceria entre as Secretarias de Cultura e de Turismo do Distrito Federal. Para a prática diária, o espaço reservou uma sala ampla e climatizada. Quando não estiverem circulando por diferentes palcos e espaços públicos de Brasília, os músicos se apresentarão no Auditório Planalto, com capacidade para 800 espectadores.

O que vem por aí
Além de celebrar o bicentenário de Dom Bosco, a Orquestra negocia uma agenda repleta de atividades. Concertos internacionais, a realização da 5ª edição do Festival de Ópera de Brasília e projetos de itinerância em cidades, parques, hospitais e escolas estão nos planos do maestro Claudio Cohen.

SERVIÇO:

Concertos de Dom Bosco – Concerto de Abertura de Temporada da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Santuário Dom Bosco. Avenida W3 Sul, quadra 702, Bloco B, s/n

Terça (10), 20h

Grátis.

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