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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Escritor Luiz Alberto Moniz é indicado ao Nobel de Literatura pela União Brasileira de Escritores (UBE)





Durante décadas o Brasil depositou suas esperanças de um Nobel de Literatura em Jorge Amado, mas o prêmio não veio. Depois foi a vez das fichas serem apostadas em Paulo Coelho, também em vão. Agora, a expectativa de que um brasileiro receba a importante premiação está sobre os ombros de Luiz Alberto Moniz

A pedido da Real Academia Sueca, responsável pelo prêmio Nobel, a União Brasileira de Escritores (UBE) indicou o nome do historiador e cientista político Luiz Alberto de Vianna Moniz para concorrer à distinção de Literatura deste ano.

"Moniz Bandeira é um intelectual que vem repensando o Brasil há mais de 50 anos. Com fundamentação absolutamente consistente, suas narrativas são exercícios da literatura aplicada ao conhecimento dos meandros da política exterior, não só do Brasil mas de outros países cujas decisões afetam, para o mal ou para o bem, a vida, a nacionalidade e a própria identidade brasileira", explicou o presidente da UBE, Joaquim Maria Botelho, em nota.

O intelectual, que atua como cônsul honorário do Brasil na Alemanha, é autor de mais de 20 obras. 

Origem do prêmio Nobel

Um belo dia de 1888, Alfred Nobel acordou e foi ler os jornais. Abriu na página de obituários e encontrou um texto intitulado “O rei da dinamite”. Lá, o jornal afirmava que Alfred Nobel, o “mercador da morte”, o homem que tinha construído uma fortuna explodindo coisas – e pessoas –, estava morto. A notícia não procedia, é claro – Nobel, o milionário sueco de 55 anos, que naquele exato momento lia seu próprio obituário, estava vivíssimo. Ao escrever o texto, um repórter confundiu o nome de Alfred com o de seu irmão Ludwig, esse sim morto no dia anterior.

Mal sabia o anônimo repórter que detonaria, com seu erro, uma longa história de vitórias heroicas, derrotas humilhantes e vice-versa, de injustiças, polêmicas e triunfos. O infeliz obituário levou Nobel, o químico brilhante que inventou a dinamite e enriqueceu com isso, a repensar toda sua vida. Ele não queria entrar para a história com aquela imagem. Em 1895, Nobel terminou seu testamento, no qual detalhava os prêmios internacionais que deveriam ser dados, anualmente, em seu nome. 

Os vencedores, além de ganhar uma medalha de ouro e um diploma bonito, dividiriam entre si os juros sobre a fortuna que Nobel deixou. Os prêmios seriam dados em cinco categorias: Química, Física, Literatura, Medicina ou Fisiologia e Promoção da Paz. O de Economia seria criado só em 1968, para comemorar o tricentenário do Banco da Suécia.

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