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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

“A hora e a vez”, livro que aborda a trajetória da banda Os Mutantes, está à cata de patrocínio para ser publicado





O livro com fotografias inéditas da banda Os Mutantes, está pronto mas, sem editora, a autora Leila Sznelwar
 
busca recursos em financiamento coletivo para publicar “A hora e a vez”, que contém 150 imagens do período de 1969 a 1974

Um retrato fiel de como a arte e a cultura são tratadas no Brasil. Enquanto escritos ou programas de toda ordem, que nada agregam à cultura nacional recebem polpudas verbas e conseguem patrocinadores de porte, um simples livro que aborda um importante momento da nossa música, está garimpando uns caraminguás para viabilizar a sua publicação.

Mergulhados em uma densa nuvem de fumaça lisérgica, entre 1969 e 1973, Os Mutantes criaram algumas das obras mais relevantes da música brasileira até hoje. Foi durante esse período marcado pelo violência da Ditadura Militar que a banda lançou os antológicos álbuns Mutantes (1969), A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado(1970), Jardim Elétrico (1971) e Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets (1972). 

Como se não fosse suficiente, o grupo gravou também o disco Tecnicolor em 1970 (lançado só em 2000), O A e o Z em 1973 (lançado em 1992) e Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida (1972), o primeiro disco solo de Rita Lee, que na verdade foi todo composto, gravado e produzido junto com Os Mutantes.

A fotógrafa Leila Lisboa Sznelwar foi namorada do renomado músico e produtor Liminha, que foi baixista d’Os Mutantes de 1969 a 1973, e teve a oportunidade de ser testemunha ocular dessa que foi a fase mais importante da banda. Durante esses anos em que conviveu com a banda, Leila fotografou shows, ensaios e momentos íntimos do grupo. 

A maior parte desse material histórico segue inédito e, para disponibiliza-lo ao mundo, Leila Sznelwar está lançando uma campanha de crowdfunding. O objetivo é editar um livro chamado A Hora e A Vez, que conterá 130 fotografias inéditas da banda.

A fotógrafa foi econômica sobre pormenores da vivência que ela teve ao lado d’Os Mutantes. Em linhas breves, Leila teve o cuidado de não entrar em detalhes sobre o divórcio de Arnaldo Baptista e Rita Lee e negou algumas das lendas que existem sobre o período em que a banda morou em um sítio na Serra da Cantereira, em São Paulo.

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