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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O mundo do rock lembra hoje os 80 anos de Elvis Presley



Ao longo desta semana, uma série de eventos comemorativos do aniversário do cantor toma conta do lugar. Hoje, a celebração teve início às 9h30, com cerimônia com a presença da viúva Priscila Presley. A programação tem sequência com conferências com antigos companheiros e estudiosos, além de encontro de colecionadores

Ele não foi o primeiro; há quem diga que houve melhores. Mas não há como tirar a grandeza do Rei. “Meu sonho era encontrar um branco capaz de cantar como um negro, capaz de fazer com que todos os adolescentes da América descobrissem a verdade do blues sem travesti-la e com o apoio dos negros. 

Só um branco seria capaz de conseguir isso, porque, na época, apenas eles tinham meios de entrar na programação das rádios da classe média americana e de aparecer na televisão em horário nobre. Daí o sucesso de Elvis.” Essa análise não veio de um observador ocasional, mas de Sam Phillips, criador da Sun Records, em Memphis, Tennessee. Ele é apenas o cara que descobriu Elvis Presley (1935-1977). As declarações foram dadas ao escritor francês Sebastian Danchin.

Exatos 80 anos depois de seu nascimento numa casa de dois cômodos no coração da white trash – termo depreciativo que se refere aos americanos brancos, pobres e sem perspectiva alguma –, Elvis Presley continua ícone inconteste. Existe a verdade e existe a lenda. E essa última acabou suplantando a primeira, vide a peregrinação diária a Graceland, a Disneylândia dos fãs do cantor – meca dos que se encantam pelas calças justas, pelo requebrado sensual e pela voz que fez Bob Dylan chamá-lo de “deus supremo do rock”. Vitrine para a extravagante vida pessoal do astro, Graceland é ainda uma fonte de fazer dinheiro sem a menor vocação para secar.

Um mundo à parte em Memphis – cidade para a qual a família Presley, vinda de Tupelo, Mississippi, mudou-se no final da década de 1940 –, Graceland sabe celebrar o astro como ninguém. Ao longo desta semana, uma série de eventos comemorativos do aniversário do cantor toma conta do lugar. Hoje, a celebração tem início às 9h30, com cerimônia com a presença da viúva Priscila Presley. 

A programação tem sequência com conferências com antigos companheiros e estudiosos – entre eles o campeão de caratê Bill “Superfoot” Wallace e o biógrafo Peter Guranick –, além de encontro de colecionadores e festa.

A mina de dinheiro chamada Elvis Presley Enterprises abrange licenciamento e merchandising da imagem do cantor, incluindo fotos, filmes, aparições em programas de televisão, 45 discos de diferentes formatos lançados em vida e os outros tantos depois de sua morte, em 16 de agosto de 1977. Desde 2013, a empresa pertence à Authentic Brands Group, depois de negociação na casa dos nove dígitos com as herdeiras. 

A imagem de Elvis se tornou maior do que sua própria música, mesmo que ela tenha números espetaculares. Sua discografia alcançou a casa de 1 bilhão de cópias vendidas e ao que parece, ainda tem fôlego para gerar lucros até o centenário do astro. Ou mais!

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