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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Selo Indígenas do Brasil agregam valor e atestam a qualidade da produção das comunidades


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Uma das maiores reivindicações das comunidades indígenas que vendem parte de sua produção, o selo de origem tem o objetivo de promover a identificação de procedência étnica e territorial de produtos feitos por povos e comunidades indígenas 
Promover a identificação étnica e territorial de produtos indígenas é o objetivo do Selo Indígenas do Brasil. A portaria interministerial que institui a identificação visual foi assinada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, durante a abertura do II Encontro Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, nesta terça-feira (25), em Brasília.

Segundo Rossetto, havia grande expectativa das comunidades tradicionais em torno da criação da identidade. “O selo, a exemplo do selo quilombola e do selo da agricultura familiar, cria um espaço da identidade produtiva e valoriza o trabalho realizado pelas nossas comunidades, estimulando a produção sustentável nos nossos territórios indígenas”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou com a participação das ministras do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, e o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República do Brasil, Gilberto Carvalho.

O encontro

Cerca de 300 lideranças de povos e comunidades tradicionais das cinco regiões do país participaram do II Encontro Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais. Os objetivos foram avaliar e aprimorar a implementação da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), com ênfase ao acesso aos territórios e regularização fundiária, e construir uma proposta de reestruturação da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT).

“Esse é o momento da reunião todos os segmentos de povos e comunidades do Brasil, onde será feito um balanço da política nacional de desenvolvimento sustentável desses povos e comunidades tradicionais. É um momento para avaliar as fragilidades, os avanços e as perspectivas para essas comunidades”, explica o coordenador de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais do MDA, Edmilton Cerqueira.

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