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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Rede Sarah faz da arte e da cultura aliadas nos tratamentos de recuperação de pacientes





É de conhecimento geral que a Rede Sarah é um ponto fora da curva em termos de hospitais no Brasil, pelo atendimento diferenciado, pela qualificação do seu quadro de profissionais e, acima de tudo, pelos resultados alcançados na recuperação dos que buscam os seus serviços. Mostrando que é realmente uma instituição diferenciada, o Sarah inova e introduz cultura e arte no tratamento aos pacientes


Quando o pequeno Rafael Lima, de 12 anos, subiu no palco do Teatro Sarah para entregar flores ao maestro Claudio Cohen, a plateia se levantou para aplaudir. Não apenas a apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, mas o próprio Rafael, que encara tratamento contra um câncer na área de oncologia do hospital. “Em nome de todos os pacientes, agradeço a presença da orquestra”, disse em voz alta provocando emoção em enfermeiros, médicos e demais pacientes, que acompanhavam a apresentação.

O teatro, localizado dentro da unidade da Rede Sarah da Asa Sul, tem se revelado fundamental nos tratamentos de recuperação dos pacientes ali internados. Antes utilizado somente como espaço cultural, o local ganhou a denominação de Teatro Sarah há menos de um mês. Coube à atriz Eva Wilma, e companheiros de elenco da peça Azul resplendor, reinaugurar a sala.

“Eu não me lembro de ter feito algo do tipo. Apresentar uma peça inteira dentro de um hospital. Foi um marco em minha carreira”, comentou Eva, após a primeira sessão, voltada para os pacientes e funcionários da rede. As macas, cadeiras de roda e soros, espalhados pelo público, não atrapalharam. “Não mudou nada. Não interfere no espetáculo. A real mudança, eu senti na minha postura. Como se a responsabilidade fosse maior”, relatou a experiente atriz, que completou 60 anos de carreira e 80 de vida, em 2014.

A escolha do bem-humorado espetáculo agradou. “Pela primeira vez, vi uma peça. Gostei muito”, revelou Rafael Brito, que assistiu à apresentação em cima de uma maca. Vítima de bala perdida, aos 6 anos, Rafael não movimenta as pernas. Ele adorou a experiência: “A gente se esquece da dor, do desconforto. Uma ótima forma de mudar os ares”, disse.

Prescrições


O depoimento de Rafael vai ao encontro da forma de trabalho implementada pela neurocientista Lucia Braga, presidente e diretora das 11 unidades da Rede Sarah pelo país. A doutora Lucinha, como costuma ser carinhosamente chamada pelos pacientes, sempre investiu na cultura como aliada dos tratamentos de recuperação. Música, cinema, literatura, teatro e artes plásticas são elementos recorrentes pelos corredores dos hospitais. “Nossas pesquisas já comprovaram que a oferta desse tipo de estímulo traz melhoras significativas para a saúde física e mental dos pacientes." 


Referência: Correio Braziliense

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