quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Hoje é o último dia do Festival de Arte e Cultura da Diversidade, no Rio de Janeiro

Em parceria com a Superintendência de Saúde Mental, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ), e Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Instituto de Psiquiatria da UFRJ abriu na última segunda (24) a quinta edição do Festival de Arte e Cultura da Diversidade

O evento ocorre no Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ (CBAE), na Urca, zona sul da cidade, até hoje, 26, incluindo atividades artísticas e culturais e debates sobre diversidades cultural, social e racial.

O festival é o prosseguimento do trabalho em conjunto com o Hip Hop é Redução de Danos, atualmente em sua quarta edição. Ele objetiva debater temas considerados importantes para saúde mental, entre eles autonomia, direitos e acessibilidade, conforme informou a psicóloga Carmen Lúcia Feitosa, articuladora de Saúde Mental da Coordenação de Área Programática da Zona Sul (Cap2.1), ligada à Secretaria Municipal de Saúde.

A programação é diversificada. Pela manhã, ocorreu a oficina de arte ‘Com o que sonham as crianças?’, coordenada pelos centros de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil, da Rede de Saúde Mental. Entre outras atividades, inicialmente houve debates sobre cultura, direitos e autonomia, além da apresentação de atores com síndrome de Down.

Ontem (25), foi a vez do show da Banda Harmonia Enlouquece e dos blocos carnavalescos Tá Pirando, Pirado, Pirou e Loucura Suburbana e ainda adaptação do texto O inspetor-geral, de Nicolai Gogol, pelo grupo de teatro do Instituto Benjamin Constant. Outras atrações incluem rodas de capoeira e samba, musicais, poesia, debates sobre educação, direitos, geração de renda e acessibilidade.

Na manhã de hoje, ocorrerá uma oficina de grafitagem. Paralelamente, haverá o lançamento do Manual de Direitos e Deveres dos Usuários e Familiares em Saúde Mental e Drogas.

Carmen Lúcia Feitosa adiantou que, das mesas de debates, sairão documentos que contribuirão para aperfeiçoar o trabalho dos serviços de saúde. “A ideia é que tenhamos cada vez mais recursos e ações voltados para o público que queremos incluir em nossos serviços. Em cada unidade de saúde, pensamos ter esse trabalho de forma integral”, acrescentou.

O público preferencial das discussões são pacientes de saúde mental e do Programa de Redução de Danos, que engloba dependentes de drogas, pessoas hipertensas e diabéticas e as que tenham desenvolvido síndromes como hipertensão e pânico.


Fonte: EBC

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