terça-feira, 30 de setembro de 2014

Sob a batuta do maestro João Omar, a Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia sedimenta-se como uma das maiores manifestações culturais de Vitória da Conquista BA







Desde 2012, a Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia já dispõe do seu espaço: a Arena Miraflores, nova casa de shows e eventos de Vitória da Conquista (BA), com capacidade para receber até 30 mil espectadores. A orquestra formada por 90 integrantes - crianças e jovens entre 11 e 25 anos é uma das joias da cultura de Conquista, a terceira maior cidade baiana com seus mais de 300 mil habitantes


A Arena Miraflores é um empreendimento idealizado em família. O pai, Marcelo Flores, é engenheiro de formação. A filha, Andrea Flores, formada em administração, desde sempre viveu a música com cabeça e alma.Vive e toca, agora, o mundo da música em suas manifestações e ramificações, sendo uma espécie de mecenas da cultura conquistense.

A Orquestra Conquista Sinfônica, entre outras frentes culturais, pretende formar uma orquestra jovem, bem como ministrar aulas de música para crianças e adolescentes vinculados à Rede de Atenção e Defesa da Criança e do Adolescente. O projeto prevê ainda que, além dos músicos que já fazem parte dela, agreguem-se os alunos que integram a Rede de Atenção, as pastorais, o projeto Conquista Criança e todos esses programas participem, porque muito deles guardam potencial para a música.

A iniciativa é avaliada positivamente pela Vara da Infância e Juventude, levando-se em conta que o projeto integra o compromisso de promover políticas públicas voltadas ao público jovem. 

Regente João Omar é "prata da casa"

Para o regente e coordenador da Orquestra, João Omar (músico e arranjador, filho de Elomar Figueira de Melo), a Orquestra Conquista Sinfônica figura a realização de um sonho que fortalecerá a formação de plateia já incentivada por meio dos eventos promovidos, assim como a valorização dos artistas locais. “Espero que essa ação venha a desenvolver bastante a música aqui na nossa cidade, oferecendo para a comunidade mais uma ferramenta de lazer e de conhecimento do repertório sinfônico mundial”, afirmou.

Recentemente, a Orquestra passou por um processo de reestruturação onde, além do processo de contratação de professores, um grupo de voluntários foi incorporado ao núcleo do projeto. “A gente vem ensaiando desde meados do ano passado. A ideia é constituir monitores para que eles também possam multiplicar o conhecimento. É um sistema colaborativo, e está agregando cada vez mais interessados. São músicos que tocam em igrejas, estudam sozinhos, ou participam de outros grupos e estão sem o auxílio técnico”, explicou o coordenador municipal de Cultura, João Omar. Em um segundo momento, esse grupo deve fazer a monitoria dos jovens que ingressarão na Orquestra.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será publicado após análise.
Obrigado!