sexta-feira, 19 de setembro de 2014

“George Solitário”, o lendário quelônio do Parque Nacional de Galápagos, retornará ao seu habitat natural, após passar pelo processo de taxidermia


solitario


A tartaruga gigante mais famosa das Ilhas Galápagos conhecido como “George Solitário”, morta em junho de 2012, foi empalhado em Nova York (EUA) e, após passar pelo processo de preservação, o animal ficará exposto no Museu Americano de História Natural, sendo posteriormente levado para outro museu no arquipélago equatoriano

“George Solitário” era uma das grandes atrações turísticas para quem o visitava no Parque Nacional de Galápagos (PNG) e, após o processo de preservação nos EUA, voltará para a sua terra natal, onde se tornará um ícone da luta pela preservação das espécies.

Após a morte de “George Solitário” em 2012, seus restos foram enviados de avião em uma caixa de madeira, fibra de vidro e material isolante, que funcionou como uma câmara de frio. Ele chegou congelado ao Museu Americano de História Natural, para um procedimento que durou quase de nove meses e exigiu um minucioso trabalho por parte da equipe especializada em taxidermia.

Morte


A morte da tartaruga, por causas naturais, ocorreu após três décadas de esforços para que ela se reproduzisse, o que o transformou em um símbolo da luta pela preservação da fauna. As tartarugas gigantes podem viver até 180 anos, pesar cerca de 400 quilos e medir 1,80 metro. Além disso, são famosas por haverem inspirado a teoria da evolução por seleção natural, do pesquisador britânico Charles Darwin.

De acordo com pesquisas foram descobertos a existência de 17 parentes genéticos do quelônio. Segundo os cientistas a descoberta foi o primeiro passo rumo à recuperação desta espécie, por meio de um programa de reprodução e criação em cativeiro.

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