terça-feira, 12 de agosto de 2014

Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira (MAC) de Feira de Santana, celebrou os seus 18 anos com uma vasta programação artística e cultural

Com uma vasta programação artística, o Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira (MAC), de Feira de Santana BA, celebrou os 18 anos no último dia 25.07, firmando-se como um dos mais importantes espaços culturais da “Princesa do Sertão”

Compôs a programação artística a exposição coletiva "Pictórica em Traços", em que artistas do humor gráfico retratam nomes das artes plásticas feirense através de caricaturas ou desenhos realísticos. O conhecido chargista, Borega, faz parte do time que compõe a exposição junto a Paulo Emanuel, Marcos Franco, Helcio Rogério, Daniel Ponciano, Don Guto, Gabriel Ferreira, Tâmara Lyra e Nila Ferreira, além de artistas locais. O evento ainda contou com lançamento de livro e apresentação musical.

Não faltaram arte nem literatura de todos os gostos na noite de comemoração dos 18 anos de atividades do Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira (MAC). Com diversas exposições e música, o público compareceu para visitar o espaço e conhecer o trabalho dos artistas feirenses.

Logo no salão principal os presentes podiam apreciar as obras plásticas da feirense Ana Matos. A exposição, “Imaginário Feminino”, trazia o quadro “Luar de Artemis”, premiado na Intervenção no Dia Nacional da Mulher. Outra exposição de destaque foi proporcionada pelos artistas Italo Oliveira e Maria Dolores. Com obras mistas eles tentaram proporcionar ao público a ampliação da subjetividade e interpretação de quem apreciava as artes.

Antonio Brasileiro, Vivaldo de Lima, Gil Mário e Cesar Roberto foram retratados pelos artistas plásticos Anderson Cerqueira, Jaquisson Batista, Borega e Paulo Emanuel, respectivamente. A noite não ficou só nas artes plásticas. Diversos autores de poemas e versos aproveitaram a oportunidade para lançarem seus livros. Um das obras literárias apresentadas foi “Sant’anna da Feira, Terra de Lucas”, de Marcos Franco e Hélcio Rogério.

A música se fez representar na maioridade do Museu de Arte Contemporânea com o ritmo chorinho. Enquanto o público apreciava as obras de arte e literárias, diversos amigos artistas apresentavam a boa música. O evento ganhou a noite com a presença de centenas de pessoas que foram prestigiar as comemorações dos 18 anos do MAC.

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