sexta-feira, 1 de agosto de 2014

100 anos da I Guerra Mundial, a chamada “mãe das guerras”





Há 100 anos, a Europa foi abalada pela Primeira Guerra Mundial, a qual históricos consideram como catástrofe originaria do século 20. Entre 1914 e 1918, dez milhões soldados perderam a vida e mais de 20 milhões saíram inválidos do campo de batalha


Essa foi a mãe das guerras, como afirmam estudiosos; teve um caráter destruidor gigantesco, com mais de 10 milhões de mortos. Mas, como é sabido, esse tipo de guerra começa muito antes da sua declaração, com disputas por mercados e pela dominação dos povos. Na semana em que uma sequência de eventos marcaram o eclodir da Primeira Guerra Mundial, há um século, diversos organismos discutem os rumos para o debate urgente sobre as guerras e a necessidade de ações concretas contra as agressões aos povos.


O momento marcado como o estopim da Primeira Guerra Mundial é identificado pela historiografia como o assassinato do herdeiro do Império Austro-Húngaro, Franc Ferdinand, em Sarajevo, por nacionalistas sérvios, um pretexto para a liderança imperial lançar a sua guerra contra a Sérvia, empreitada em que também embarcou a Alemanha.

No desenrolar das jogadas geopolíticas, foram envolvidas na guerra a Rússia, a Inglaterra e a França em uma sequência acelerada de eventos que decorreram de 28 de julho a 4 de agosto de 1914, com as disputas entre potências imperialistas como tabuleiro.


Neste centenário da Primeira Guerra Mundial toda a humanidade que foi solidária e é solidária com nossos irmãos judeus que sofreram, deve voltar a sua atenção para outras nações que estão se engalfinhando em guerras como é o caso dos israelitas e palestinos nos dias de hoje. Temos que refletir sobre a Primeira e a Segunda Guerra e suas consequências, mas ainda mais importante, devemos tomar medidas contra as agressões aos povos.

Não devemos esquecer os anos de guerra que marca um ponto de viragem para toda a Europa. Em comemoração ao centenário, os países europeus lembram expressamente ao passado que, até então, está presente na memória coletiva da Europa.


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