domingo, 6 de julho de 2014

Museu da cidade – Oca, dentro do Parque do Ibirapuera em São Paulo, traz exposição sobre cultura maia





Desde terça-feira (10) está sendo exibida no Museu da Cidade - Oca, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a exposição Mayas: Revelação de Um Tempo Sem Fim que reúne pela primeira vez, mais de 380 objetos e celebra a civilização pré-colombiana que fascina gerações até os dias atuais


A civilização maia destacou-se cientificamente em diversas áreas, como a astronomia e a matemática. Até pouco tempo seu rebuscado sistema de escrita era um mistério. Sua decifração ampliou de forma significativa o conhecimento das suas descobertas e despertou múltiplos interesses em diversos segmentos. As obras estavam no Palácio Nacional, na Cidade do México. Um dos principais itens da mostra é o trono do Templo 21 de Palenque, descoberto em 2002. O Templo 21 revelou-se uma tumba vazia, incrustada em um edifício diferente dos demais cujas inscrições não foram decifradas e nem divulgadas.

Ao entrar na área de exposição, o visitante encontra uma seção introdutória, que traz uma visão da área geográfica e dos grupos maias, reunindo cerca de 30 etnias, cada uma com língua e expressividade próprias. “Uma linha do tempo, com informações sobre os períodos cronológicos desde a época pré-hispânica até a atualidade, passa pelo período colonial e pelo século 19”, informa a secretaria por meio de nota.

No subsolo as obras ocupam uma área de 3 mil metros quadrados, com oito eixos temáticos que abordam a diversidade dessa cultura em detalhe, como a relação com a natureza, a vida em comunidade, o centro das cidades, a relação com o tempo e a astronomia, as forças sagradas e os ritos funerários.

“É um privilégio da cidade de São Paulo receber esta exposição. É resultado de um esforço do governo municipal e da Secretaria de Cultura em fortalecer os vínculos da cidade com o resto do mundo e, particularmente, com as cidades da América La
tina”, disse o secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira

A curadoria é de Mercedes de la Garza e de sua equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Antropologia e História no México, em colaboração com o Conselho Nacional para a Cultura e as Artes. Após sua permanência no Brasil, a mostra segue para o Quai Branly - Museu das Artes e Civilizações da África, Ásia, Oceania e das Américas, em Paris (França).

Fonte EBC

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