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domingo, 27 de julho de 2014

Estúdios Disney adaptam 'Shakespeare Apaixonado' para teatro e tem boa recepção da crítica londrina




O jovem astro do teatro londrino William Shakespeare (Joseph Fiennes) sofre de bloqueio criativo e não consegue escrever sua peça. Um dia, ele conhece Viola De Lesseps (Gwyneth Paltrow), uma jovem que sonha em atuar, algo proibitivo no final do século XVI. Para burlar o preconceito e ter sua chance, Viola se disfarça de homem e começa a ensaiar o texto de Will, que começou a fluir e passou a dar vazão ao amor entre os dois 


O enredo conquistou o público no filme 'Shakespeare Apaixonado' que fez grande sucesso em 1998 e,ais de 15 anos depois, Disney realizou uma adaptação para teatro ganhou elogios de quase toda a crítica em Londres, o que tirou uma carga dos ombros dos seus criadores que estão bastante satisfeitos por ver que a sua grande aposta parece destinada a ser um sucesso. A peça, inspirada no filme de Hollywood estrelado por Gwyneth Paltrow e Joseph Fiennes, foi aplaudida de pé pela plateia na noite de abertura na estreia no teatro Noel Coward no West End, o distrito dos teatros em Londres e que mostra o que de melhor está acontecendo em termos de dramaturgia na capital inglesa.

Com o apoio da organização Disney, que está por trás de sucessos de bilheteria como o "O Rei Leão", e coprodução da conceituada produtora britânica Sonia Friedman, a adaptação estreou direto em um teatro comercial em vez de aproveitar as vantagens de entrar em cartaz primeiro em um local subsidiado pelo governo, como é comum nos palcos britânicos.

Os críticos elogiaram com ênfase Tom Bateman e Lucy Briggs-Owen nos papéis do jovem Will Shakespeare e da herdeira Viola De Lesseps, que está apaixonada por ele e se disfarça de homem para conseguir o papel do protagonista masculino em sua produção de "Romeu e Julieta", em Londres, em 1593. "A senhorita Briggs-Owen está encantadora", escreveu o crítico Quentin Letts, no Daily Mail, embora tenha feito reparos à gestualização dela. Já Michael Billington, em artigo no The Guardian, definiu a adaptação feita por Hall do roteiro como "uma carta de amor ao teatro em si e que celebra o modo como a magia e o mistério nascem do caos e confusão".

Ao ser questionada sobre como foi interpretar um papel com o qual Gwyneth Paltrow ganhou um Oscar, Lucy Briggs-Owen disse: "É como fazer qualquer grande papel de Shakespeare. Na verdade, você tem que esquecer toda a bagagem de todos os grandes nomes que o interpretaram, e isto não é uma exceção." 

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