terça-feira, 24 de junho de 2014

Uma seleção de 26 escritores compõe o time escalado para a 4ª edição de “Pela poética”



Uma seleção de craques da literatura brasileira volta a “atacar”. É a quarta edição do livro Pelada Poética, organizado pela tradicional livraria e editora Scriptum









São 26 escritores “escalados” pelos técnicos/organizadores da obra, Mário Alex Rosa e Welbert Belfort, o Betinho.
A maioria dos autores é de mineiros, como André di Bernardi, Ana Elisa Ribeiro, Renato Negrão, Kaio Carmona, Carlos Britto de Melo e Chico Alvim, mas alguns também vieram de outros lugares para completar o time, como o pernambucano Fabiano Calixto, e os cariocas Zuca Sardan e Armando Freitas Filho, além do crítico literário Victor da Rosa, que assina a orelha do livro.Uma seleção de craques da literatura brasileira volta a “atacar”. É a quarta edição do livro Pelada Poética, organizado pela tradicional livraria e editora Scriptum.

Como nas outras edições, a Scriptum elege um homenageado. E neste ano de Copa no Brasil, o escolhido foi o craque Nelinho, ídolo das eternas torcidas rivais de Atlético e Cruzeiro, e autor do gol antológico, na Copa de 1978 vestindo a camisa 2 da seleção brasileira contra a Itália. Logo após a sinopse e texto de apresentação dos autores, Literatura na Arquibancada traz para você o texto sobre Nelinho assinado por Armando Freire.

Um time de primeira. Dos “técnicos” aos “jogadores”

Pelada Poética, que chega à sua quarta edição já saiu do papel. Pelada é assim: faça chuva ou sol, faltando ou sobrando gente, com a bola meio murcha, a chuteira apertada ou o campinho em declive, coisa muito comum nesta cidade que é cheia de montanhas, enfim, nada disso é impedimento. Aliás, em pelada não tem impedimento. Pelada é a instância máxima do futebol amador, ou seja, com o perdão da obviedade, o futebol praticado por aqueles que amam.

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