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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Em época de “vacas magras” para o humorismo, o Brasil perde Max Nunes, um dos mais criativos autores do gênero



O mundo do humor fica mais triste com a morte do humorista Max Nunes, na madrugada desta quarta (11), no Rio, aos 94 anos. Ele estava internado no Hospital Samaritano e teve complicações após sofrer uma queda

Ele chegou à TV como roteirista na década de 1960 no extinto canal Excelsior e, alguns anos depois, mudou-se para a Globo, onde começou uma parceria de mais de 30 anos com o apresentador Jô Soares, onde fez parte da equipe de consultores de texto do "Programa do Jô". 

Teve incursões ainda no mundo da música, sendo o autor do sucesso "Bandeira Branca", de 1970.A carreira de Nunes começou como apresentador na rádio Tupi na década de 1940, mas seu grande sucesso foi com o humorístico "Balança mas Não Cai", apresentado na Rádio Nacional, que ganhou adaptações para o cinema, teatro e televisão.

Ele era médico especializado em cardiologia, formado pela UFRJ, e exerceu a profissão até a década de 1980. Max escreveu pela primeira vez para a televisão em 1962, quando criou os programas "My fair show" e "Times Square" para a TV Excelsior. 

Em 1964, foi para a Globo, onde passou a roteirizar e dirigir, ao lado de Haroldo Barbosa, o humorístico "Bairro feliz" (1965), pelo qual passaram figuras como Paulo Monte, Grande Otelo e Berta Loran. O comediante Mussum, com seu conjunto Originais do Samba, foi um dos artistas que participaram do programa.

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