domingo, 20 de abril de 2014

Nepal põe fim às buscas dos desaparecidos no Monte Everest



Já abordamos aqui no Artecultural, os motivos pelos quais um grupo de pessoas decide desafiar o bom senso e os limites do corpo em provas exaustivas e que chegam a por risco a integridade física dos participantes

Ouvindo o noticiário de hoje, domingo, tomei conhecimento do depoimento da esposa de uma dos participantes do grupo que escalava o Monte Everest e que decidiu continuar a escalada mesmo após a morte de 13 colegas de expedição. Ela afirmou que, como o seu esposo já tinha alcançado cinco outras etapas, faltando apenas a temida escalada do Everest, ele decidiu continuar apesar de todas as adversidades e da tragédia de dois atrás.

O acidente no Everest

O Nepal deu hoje (20) por terminadas as buscas aos três guias nepaleses que continuam desaparecidos depois da avalanche no Monte Everest em que 13 colegas foram encontrados mortos, segundo fonte oficial.

As autoridades já tinham descartado no sábado (19) a possibilidade de encontrarem mais sobreviventes da avalanche à qual escaparam com vida nove pessoas. Os homens que morreram pertenciam a um grupo que transportava equipamentos para expedições no Everest, que nesta altura do ano inicia a época alta de escalada.

A avalanche aconteceu na sexta-feira (18) por volta das 6h45 (no horário local) a cerca de 5.800 metros de altitude. Este já é considerado o acidente mais mortal da história do montanhismo moderno na mais alta montanha do mundo. Antes deste, o mais grave acidente no Monte Everest, nos Himalaias, tinha sido em 1996, quando oito pessoas morreram numa expedição.

Euriques Carneiro

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