quinta-feira, 20 de março de 2014

Os últimos dias de Getúlio Vargas sob a ótica de João Jardim



Com direção de João Jardim, roteiro de George Moura e produção de Carla Camurati, “Getúlio” estreia no dia 1 de maio e mostra os últimos dias na vida do presidente Getúlio Vargas e os motivos que o levaram ao suicídio e cunhar a expressão que entrou para a história política nacional: “Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.”

Longa-metragem de ficção, baseado em fatos reais, narra a conspiração político-militar que culminou no suicídio de Getúlio Vargas, Presidente da República em 1954. O filme percorre a intimidade dos 19 últimos dias da vida de Getúlio, período em que ele fica isolado no Palácio do Catete, enquanto seus opositores o acusam de ser o mandante do atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, onde morreu o Major Vaz. O longa-metragem encontra emoção e entretenimento nos acontecimentos que levaram o presidente a dar um tiro no coração sozinho em seu quarto.Passado em agosto de 1954, o filme mostra a pressão sofrida por Getúlio Vargas para renunciar após o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, seu principal oponente político.

Tony Ramos, responsável por grandes sucessos do nosso cinema, será o ator a interpretar Getúlio. Drica Moraes será Alzira Vargas, filha do presidente, seu braço direito, que tenta a todo custo salvar a vida do pai. ao Oscar pela co-direção de Lixo Extraordinário, João Jardim é o diretor deste longa, em sua filmografia estão também os premiados documentários Janela da Alma e Pro dia nascer feliz.

Os últimos dias de Getúlio

Antes de se suicidar com um tiro no peito, Getúlio Vargas (1882-1954) escreveu uma carta testamento ainda hoje polêmica, pois existem dela duas versões: uma manuscrita, bastante concisa, e outra mais longa, datilografada, que foi distribuída para a imprensa como a mensagem oficial do político ao povo brasileiro. Em ambas, porém, Getúlio informa que deu cabo à própria vida em virtude de pressões de grupos internacionais e nacionais contrários ao trabalhismo – ou seja, criou sua versão das “forças ocultas” que algumas vezes leva a rupturas no poder.

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