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quarta-feira, 12 de março de 2014

Le Bardot torna-se a nova mania entre os jovens, às vésperas de se tornar uma octogenária




Há cerca de 40 anos, Brigitte Bardot não grava filmes ou discos, mas de forma surpreendente, tornou-se presença marcante nas festas da nova geração


Prestes a completar 80 anos em setembro seus discos voltaram às lojas e um CD em especial, The Best of Bardot (importado), é um sucesso de vendas e execução nas baladas da galera teen.Nova biografiaParte do sucesso do disco se explica pela nostalgia de uma época revolucionária, que ouviu, chocada, em 1969, o registro de dois amantes simulando o gozo do ato sexual (Je T’Aime... Moi Non Plus, de Gainsbourg), que acabou se tornando trilha sonora de motel.

Gainsbourg gravou a escandalosa canção primeiro com Bardot, em 1967, mas foi com a amante inglesa Jane Birkin, dois anos depois, que a música se tornou popular (a versão com BB só seria lançada em 1986). Outra razão nostálgica: o discurso feminista de autonomia na canção Harley Davidson ("Je n’ai besoin de personne/en Harley Davidson/Que m’importe de mourir/ en Harley Davidson").

A mais recente biografia escrita por Marie-Dominique Lelièvre, do jornal “Libération” revisitou o percurso da atriz francesa, um dos maiores símbolos sexuais dos anos 50 e 60. Ela ficou famosa por suas atuações em filmes como E Deus Criou a Mulher, de Roger Vadim (1956) e O Desprezo, de Jean-Luc Godard (1963), e causou polêmica com suas declarações preconceituosas contra negros, imigrantes e homossexuais.

Em Brigitte Bardot, para encher os olhos (livre tradução de Brigitte Bardot, plein la vue, ed. Flammarion, França), a autora enfatiza, de forma lúdica e inteligente, sua admiração e afeto pela atriz.

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