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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Um romance inédito de Charlie Chaplin foi publicado nesta terça-feira (04), em Londres





"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso."Charles Chaplin

O Charles Chaplin gênio do cinema todos conhecem e o seu viés escritor era totalmente desconhecido, mas o único livro que o ator escreveu foi publicado pela "Footlights" em Londes nesta terça-feira (4).

O romance foi escrito por Chaplin em 1948, e depois, adaptado para seu filme "Luzes da Ribalta" ("Limelight" de 1952), sobre a relação entre um palhaço decadente e uma dançarina que pretendia cometer suicídio. O livro foi publicado na Inglaterra pela Cineteca di Bologna, um instituto de restauração italiano que está recuperando rascunhos encontrados no arquivo do comediante, em parceria com o seu biógrafo, David Robinson.

Charles Spencer Chaplin nasceu em Londes, em 1889, em uma família pobre. Seus pais tiravam o sustento da família fazendo apresentações musicais. Na adolescência, ele seguiu essa carreira, até se tornar depois um ator em um grupo de teatro. Na sua primeira aparição na tela grande, no filme "Carlitos Repórter" ("Making a Living", de 1914), Chaplin já tinha o visual que o tornaria famoso no mundo inteiro. Segundo Robinson, a relação entre o palhaço e a dançarina em "Footlights" foi inspirada por seu encontro com a lendária dançarina russa Vaslav Nijinsky, em 1916.

O Cineteca classifica a escrita de Chaplin como "vívida, peculiar", que, "sem alteração de editores, transita livremente entre o coloquial e uma descrição típica de Charles Dickens". "Ele olhou para seus primeiros anos profissionais em Londres, em um período em que ele se livrou das limitações da infância para descobrir, aos poucos, seu talento único como humorista e comunicador", informou o instituto em uma declaração.

"Mas essa introspecção também está relacionada com uma criança que teve pouca educação, quase sem formação cultural, e que foi lançada em um mundo de sucesso", continua o texto, lembrando que o desespero do palhaço ao perder sua fama reflete os próprios sentimentos de Chaplin quando sua popularidade começou a cair.

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