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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Depois Museu do Sexo, Amsterdam inaugura o Museu da Prostituição


 


Amsterdã abriga há muito tempo o Museu do Sexo, o mais antigo museu do sexo que reúne peças desde o século XVII até os dias de hoje e, na última quinta-feira, 06, inaugurou o Museu da Prostituição


Nenhuma outra cidade poderia ser mais peculiar para abrigar o Venustempel, ou Templo de Vênus, também conhecido popularmente como Museu do Sexo, do que a belíssima cidade holandesa de Amsterdã. Seus canais, pontes, cafés decorados e riqueza histórica conseguem fazer qualquer turista esquecer por um instante que ali a prostituição e o consumo de algumas drogas são descriminalizados.

Quem caminha pela estreita rua Damrak pode facilmente passar reto pelo número 18 e nem desconfiar que o pequeno edifício guarda uma coleção inusitada. Fundado em 1985, o Museu do Sexo iniciou suas atividades expondo algumas peças do século XIX, e hoje recebe cerca de 500 mil pessoas por ano.

O ambiente é como um labirinto que surpreende o turista a cada passo com fotos, pinturas, esculturas e objetos sensuais e pornográficos desde a época das Cruzadas. O próprio Venustempel declara que 4 mil anos de civilização mostram que em algumas culturas o sexo era muito mais "tempestuoso" do que atualmente.

O ingresso do Venustempel custa apenas quatro euros, e lá dentro todos circulam sorridentes e sem constrangimento pelas vitrines, que expõem cintos de castidade e filmes pornôs incessantemente.

Museu da Prostituição

Amsterdã volta a figurar na vanguarda e acabou de inaugurar o primeiro museu da prostituição do mundo, que abriu suas portas nesta quinta-feira (6) para mostrar às claras os bastidores de uma profissão legalizada na Holanda, mas não por isso livre de estigmas e atitudes preconceituosas.

Situado no turístico bairro da capital holandesa, onde 900 prostitutas trabalham em 276 vitrines, quer dar uma visão completa do mercado sexual, sem "idealizações românticas", explicou Ilonka Stakelborough, criadora da Fundação Gueixa, que protege os direitos do setor.

A iniciativa tem o intuito de escancarar os bastidores da prostituição mas sem esquecer-se de denunciar o trabalho forçado pelos cafetões e o tráfico de mulheres para prostituição, em cujo circuito entram sobretudo "mulheres provenientes dos Bálcãs", segundo a colaboradora na curadoria do projeto, que surgiu de uma iniciativa privada.

Ainda como objetivo, o museu quer contribuir para a "normalização" do ofício, cuja legalização em 2000 na Holanda teve efeitos indesejados: "muitas estudantes, por exemplo, não querem se inscrever como ativas no mercado porque isso apareceria em seu currículo, e optam por trabalhar em casa", reconheceu a ex-profissional do sexo.

História

A prostituição nem sempre foi desprezada e criticada como em nossos tempos. Tratando-se de uma prática que existe desde a antiguidade, algo digno e que existia até mesmo dentro dos templos. A história mostra que “mulheres respeitáveis faziam sexo com o sacerdote ou com um passante desconhecido, realizando assim um ato de adoração a um deus ou deusa”. Acrescenta ainda que “as prostitutas eram tratadas com respeito, e os homens que usavam seus serviços lhes rendiam homenagens. Acontecia também de as próprias sacerdotisas serem as prostitutas”. Tudo isso para favorecer a fertilidade da terra e uma maneira de louvar os deuses.




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