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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

As grandes exposições em 2014 em Paris são atrações imperdíveis para franceses e visitantes




A sempre cosmopolita e charmosa Paris está sem repleta de atrações ligadas ao mundo cultural e artístico. Gustave Doré e Jean-Baptiste Carpeaux no museu de Orsay, Henri Cartier-Bresson e Marcel Duchamp no centro Pompidou, Lucio Fontana no museu de arte moderna da cidade são algumas das atrações
Ainda tem Bill Viola e Niki de Saint-Phalle no Grand Palais, Monumenta 2014 com Ilya e Emilia Kabakov igualmente no Grand Palais, “Tatuadores, tatuados” no museu do quai Branly… Descubra as exposições mais importantes dos grandes museus parisienses em 2014.
Gustave Doré (1832-1883). O imaginário ao poder
Museu de Orsay – 5 de fevereiro a 15 de maio de 2014

Gustave Doré é um dos artistas mais prodigiosos do século XIX. Como ilustrador, trabalhou com os maiores textos e autores (a Bíblia, Dante, Rabelais, Perrault, Cervantes, Milton, Shakespeare, Hugo, Balzac, Poe), e ocupa um lugar crucial no imaginário contemporâneo, tal como exerce influência na história em quadradinhos; muitas facetas que esta primeira retrospectiva ao fim de trinta anos, organizada no museu de Orsay, deseja explorar.
Henri Cartier-Bresson
Centro Pompidou - 12 de fevereiro a 9 de junho de 2014

O Centro Pompidou organiza uma grande retrospectiva da obra de Henri Cartier-Bresson, figura mítica da fotografia do século XX, por ocasião do décimo aniversário da fundação Henri Cartier-Bresson, Meca da fotografia em Paris.
Bill Viola
Grand Palais - 3 de março a 28 de julho de 2014

O artista americano Bill Viola, nascido em Nova Iorque em 1951, é um dos mais célebres representantes atuais da arte vídeo. Um grande conjunto da sua obra, de 1975 até hoje, combinando telas em movimento e instalações monumentais, é pela primeira vez apresentado no Grand Palais. Em uma busca ao mesmo tempo intimista e universal, o artista exprime sua jornada emocional e espiritual através de grandes temas metafísicos – vida, morte, transfiguração…
Lucio Fontana
Museu de arte moderna da cidade de Paris - 24 de abril a 24 de agosto de 2014

Lucio Fontana (1899-1968) é, com Giorgio de Chirico, um dos artistas italianos que mais marcou o século XX. Escultor de formação, inventor do movimento espacialista, é um modelo para os movimentos de vanguarda dos anos 1960, especialmente por suas telas cortadas. Esta exposição retrospectiva reúne cerca de duzentas obras apresentadas de forma cronológica, por grandes ciclos pictóricos: primitivismo e abstração dos anos 1930, cerâmicas, espacialismo, telas esburacadas ou cortadas e instalações.
Monumenta 2014: Ilya e Emilia Kabakov. Cidade
Grand Palais – 10 de maio a 22 de junho de 2014

Criado em 2007 pelo ministério da Cultura, o conceito Monumenta consiste em pedir a um grande artista contemporâneo para ocupar 35.000 m2 da nave do Grand Palais em Paris com uma obra inédita, durante o tempo de uma exposição. Para Monumenta 2014, o casal de artistas conceituais russos instalados nos Estados Unidos, Ilya e Emilia Kabakov, interpretam a dimensão das formas através de uma cidade utópica com, mas também o "gigantismo das ideias". Emilia Kabakov é a primeira artista feminina convidada a participar em Monumenta.
Tatuadores, tatuados - "Tatoueurs, tatoués"
Museu do quai Branly - 6 de maio a 19 de julho de 2014

Na pegada das grandes exposições antropológicas apresentadas no museu do quai Branly, "Tatuadores, tatuados" põe em perspectiva a dimensão artística e moderna da tatuagem através da sua história planetária e milenária. A exposição recorda as origens da tatuagem e apresenta a renovação desse fenômeno, doravante permanente e mundializado, e deseja prestar homenagem aos pioneiros da era moderna, esses "heróis" que promoveram a evolução dessa arte cujo papel nunca foi oficialmente reconhecido.
Jean-Baptiste Carpeaux
Museu de Orsay - 24 de junho a 30 de setembro de 2014

Devido à brevidade e à fulgurância da sua carreira, concentrada sobre uma quinzena de anos, à violência e à paixão de um labor sem tréguas, tratando de temas por ele escolhidos ou que lhe foram encomendados (o pavilhão de Flore do Louvre, A Dança para a Ópera de Charles Garnier), o escultor Jean-Baptiste Carpeaux (1827-1875) é uma das mais perfeitas encarnações da ideia romântica do artista maldito. Esta exposição, primeira retrospectiva desde 1975 consagrada a Carpeaux, propõe explorar a obra contrastada de uma figura importante da escultura francesa da segunda metade do séc. XIX, que segundo Alexandre Dumas, fazia "mais vivo que a vida".
Marcel Duchamp. A Pintura
Centro Pompidou - 24 de setembro de 2014 a 5 de janeiro de 2015

Através de uma centena de obras, o Centro Pompidou consagra uma exposição excepcional à obra pictórica de Marcel Duchamp, de 1910 a 1923. Abordagem inédita, voluntariamente paradoxal, a exposição apresenta quadros daquele que, segundo a doxa, teria "matado a pintura". Marcel Duchamp, "anartista" iconoclasta a partir dos anos 1920, reuniu conscienciosamente as suas pinturas anteriores, colocando-as nas mãos de um pequeno círculo de colecionadores e reproduzindo-as na sua Boîte-en-valise. Pouco conhecidas na Europa, estas pinturas na sua maioria conservadas no museu de Filadélfia, estarão assim excepcionalmente reunidas no Centro Pompidou.
Niki de Saint Phalle
Grand Palais - 8 de outubro de 2014 a 18 de janeiro de 2015

O Grand Palais organiza uma grande retrospectiva da obra de Niki de Saint Phalle (1930-2002), pintora e escultora, casada com o artista Jean Tinguely, e com o qual realizou a Fontaine Stravinsky que se encontra em frente do Centro Pompidou, em Paris (1983). Esta artista entrou na cena artística em 1961 com os seusTiros, destinados a "fazer sangrar a pintura", Niki de Saint Phalle é a autora das célebres esculturas de planturosas Nanas e de esculturas monumentais reunidas no Jardim do Tarô na Toscana. Esta retrospectiva é ocasião para revisitar o percurso de uma das artistas menos convencionais do seu tempo.
Jeff Koons
Centro Pompidou - 26 de novembro de 2014 a 27 de abril de 2015

Em parceria com o Whitney Museum of American Art de Nova Iorque, o Centro Pompidou organiza a primeira retrospectiva importante consagrada, na Europa, à obra de Jeff Koons. Explorando desde há trinta e cinco anos as novas abordagens do "ready made" e da apropriação, desafiando as fronteiras entre cultura de elite e cultura de massa, transformando a relação dos artistas com o culto à celebridade e com as regras do mercado, Jeff Koons é um dos mais famosos artistas contemporâneos, mas igualmente um dos mais controversos. A exposição apresenta, em ante-estreia, as novas criações do artista, bem como as suas obras mais conhecidas: Rabbit (1996), Michael Jackson and Bubbles (1988), Balloon Dog (1994-2000) e a série de aquários Equilibrium (1985).


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