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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Wladimir Herzog é alvo de homenagem em espetáculo no Rio



O espetáculo "Fábrica de Chocolate", do escritor e jornalista Mario Prata, retrata os porões da ditadura e mostra a face e a rotina do torturador brasileiro, que capaz de atrocidades contra um cidadão "suspeito", mostra-se em seguida um pai de família

Este ano o golpe de 64 completa 50 anos, e para lembrar a data reestreia esta quinta-feira no teatro Glauce Rocha, no centro do Rio, o espetáculo "Fábrica de Chocolate", do escritor e jornalista Mario Prata. A peça retrata os porões da ditadura e mostra a face e a rotina do torturador brasileiro, que capaz de atrocidades contra um cidadão "suspeito", mostra-se em seguida um pai de família, um homem comum na multidão, um torcedor de futebol.

Com direção de Luíza Furlanetto e tendo no elenco Adriana Torres, André Cursino, Daniel Villas, Guilherme Regenold, Henrique Manoel Pinho e Vitor Garcia, o espetáculo registra os diversos níveis do aparato repressivo da época e nos traz à realidade atual, ressaltando a importância de termos em atividade uma Comissão da Verdade, para apurar casos de tortura da época da ditadura militar.

"O Diário de Anne Frank"


No ano passado o Instituto Vladimir Herzog organizou uma série de eventos para comemorar os 75 anos de nascimento do jornalista que dá nome à organização. Uma das atrações mais aplaudidas foi o espetáculo "O Diário de Anne Frank", inspirada no famoso livro que conta a história de uma menina vítima do Holocausto.

Sobre o Instituto

Criado oficialmente em 25 de junho de 2009, o Instituto Vladimir Herzog é uma organização social sem fins econômicos. Sua missão é contribuir para a reflexão e produção de informação voltada ao Direito à Vida e à Justiça. Além disso, tem o objetivo de não apenas preservar a memória da vida e do trabalho de Vladimir Herzog, mas também manter atenção sobre os graves problemas sociais, políticos e econômicos que ainda hoje afetam o Brasil. 

Vlado era conhecido por sua exigência e por sua busca incansável pelo jornalismo ético e de qualidade. Seu legado será levado adiante pelo Instituto que tem como uma de suas metas a promoção do debate sobre o papel do jornalista, principalmente com novas mídias disponíveis como a internet, blog, Twitter, entre outros.

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