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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

“Socorram-me subi no ônibus em Marrocos”: um dos mais raros palíndromos



Livro com palíndromos raros e cheios de estilo é apresentado por seu autor Renato Matos com ilustrações do próprio autor e acompanhado de disco com citações de poetas

“Palindrimas — Palíndromos rimados e musicais” deveria ter ficado pronto no início do ano, mas somente agora Renato Matos conseguiu finalizar a edição e o livro de mais de quatro mil palavras está pronto para ser lançado. O poeta está contente da vida. O Palindrimas saiu do jeitinho que ele imaginava, com ilustrações feitas de próprio punho e um disco no qual amigos e poetas da cidade recitam, cantam ou leem os palíndromos, uma morfologia que atormenta o autor há mais de duas décadas. Ele costuma brincar que Deus não dá descanso e manda, no mínimo, um palíndromo por noite. O difícil é lidar com eles e saber o que fazer.


Matos já implorou, mas Deus não para de mandar as palavras. Ele já coleciona uma leva surgida após a conclusão do livro. Muitos entraram no DVD que está filmando sob direção de Tânia Quaresma e com participação de amigos e poetas. “O prazer do palíndromo é a gente perceber que uma palavra pode virar uma frase diferente dentro dela mesma”, diz Matos.

Essas palavrinhas, que podem ser lidas de trás para frente sem perder o sentido, são bastante difíceis de encontrar em qualquer língua, mas, para o poeta e compositor, a coisa simplesmente brota na cabeça. E em quantidade e velocidade tão altas que ele chega a pedir, “Pelo amor de Deus!”, para que parem. Por precaução, ele anota tudo. E daí foi construindo seu Palindrimas — Palíndromos rimados e musicais.

Referência: CB

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