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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Rodado em preto e branco, “Tabu” revela-se como a obra-prima do cineasta portugês Miguel Gomes


A história gira em torno de uma idosa temperamental, a sua empregada cabo-verdiana e uma vizinha dedicada a causas sociais partilham o andar num prédio em Lisboa. Quando a primeira morre, as outras duas passam a conhecer um episódio do seu passado: uma história de amor e crime passada numa África



Desde que ganhou o prêmio da crítica no Festival de Berlim, em fevereiro do ano passado, e depois no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo, “Tabu” do português Miguel Gomes, teve mídia à altura de suas excepcionais qualidades.

Tabu se impôs como melhor filme para a crítica na Berlinale de 2012. Virou uma unanimidade - mesmo revistas como Cahiers du Cinéma e Positif, que em geral discordam em tudo, uniram-se no elogio à obra-prima de Miguel Gomes.

Tabu é um grande filme que vale ver e admirar. Suas referências e ideias contidas em cada imagem fazem dele uma fonte de fascinação para o cinéfilo. Viajar nos signos deTabu é reconhecer que se trata - já! - de um dos grandes filmes do ano.

Miguel Gomes nasceu em Lisboa, em 1972. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema e trabalhou como crítico de cinema entre 1996 e 2000. Realizou várias curtas-metragens e estreou-se na realização de longa-metragem com A CARA QUE MERECES (2004). 

AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO (2008) e TABU (2012) vêm confirmar o seu sucesso e projeção internacional. TABU foi vendido para mais de 50 países e venceu mais de uma dezena de prêmios. Retrospectivas da sua obra tiveram lugar na Viennale, BAFICI, Turim, Alemanha e EUA. REDEMPTION é o seu mais recente trabalho. Prepara a próxima longa-metragem, AS MIL E UMA NOITES.

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