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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Revista Scriptorium, publicada pela Associação Brasileira de Bibliófilos, ganha edição bilíngue



Um periódico para os amantes dos livros. Assim pode ser definida a Scriptorium, revista anual publicada pela Associação Brasileira de Bibliófilos, que tem o amor pelos livros como seu norte editorial e busca contribuir para a mudar a percepção das pessoas quanto à bibliofilia

Responsável pela publicação, o escritor e bibliófilo Lúcio Alcântara, festeja mais uma conquista do periódico, seu primeiro passo para "se tornar universal". A atual edição é bilíngue, com versões dos textos em inglês no fim do volume. Alcântara expressa o desejo de ver a Scriptorium correr o mundo.
Outras pessoas gostariam de conhecer a revista, que tem como um dos objetivos, enfatizar o mundo dos livros. Outra meta da publicação é contribuir para a mudar a percepção das pessoas quanto à bibliofilia. "A arte de colecionar livros, muitas vezes, ainda é vista como algo que está restrita a uma elite", revela Lúcio Alcântara.
Recém-lançado, o quarto número da revista reúne 11 textos, que versam sobre temas que vão desde a proibição das antologias literárias por herdeiros de autores mortos até a poesia em torrente de Patativa do Assaré, passando por curiosidades, como a publicação de artigos sobre o "Tratado de Confissom", primeiro livro impresso em português, no ano de 1489.
Em sua opinião, "basta gostar de livros", tranquiliza o escritor, que não esconde a paixão pela leitura. "Para ser bibliófilo não é preciso que se tenha uma grande biblioteca, mas é necessário que se goste de ler", esclarece, justificando que não se resume apenas em comprar ou colecionar obras. "É preciso ler", provoca. Dessa forma, uma pessoa simples pode engrossar a lista daqueles que amam a leitura. Muitas pessoas deixam de adquirir outros bens, para comprar um livro, admite, esclarecendo que esse é o público alvo da Scriptorium.

De acordo com o editor, um dos destaques da edição são os depoimentos pessoais, em prosa e verso sobre relações com os livros, leitura e posse; o desleixo oficial com o ensino da língua nas escolas; o valor de uma coleção preservada em uma casa de cultura; levantamento bibliográfico de Patativa do Assaré, como o assinado pela escritora Gizela Nunes da Costa.

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