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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

O maior presépio em movimento de todo o mundo foi montado e está sendo exibido na cidade portuguesa de São Paio de Oleiros



Os presépios que são montados nesta época do ano me remetem à infância vivida na caatinga de Ipirá, onde minha mãe montava toscos ornamentos que, naquela região, são chamados de “lapinha” e utilizavam materiais como samambaia, capim, casulo de caracóis e imagens de santos diversos, tão comuns nas casas da zona rural

Neste ano, um presépio especial ganhou destaque internacional e se diz o maior presépio em movimento de todo o mundo. O ornamento conta com sete mil peças que trazem desde cenas bíblicas tradicionais até imagens atuais do dia a dia, tudo isso com movimentos mecânicos que dão vida aos personagens.

O presépio foi construído e montado em quatro meses e envolveu dezenas de pessoas, desde carpinteiros e conhecedores de biomecânica, até simples funcionários públicos e donas de casa que tiveram que se dedicar ao máximo para que tudo estivesse pronto e funcionando até o Natal.

Origem e história dos presépios na Arte Sacra

A origem dos presépio remonta aos primeiros séculos da era cristã e são considerados como elementos precursores, as representações da natividade em afrescos das catacumbas romanas, bem como na ornamentação dos sarcófagos nelas recolhidos. Dessas antigas representações da arte cristã primitiva preservou-se uma cena do esculpida sobre um sarcófago datado do século IV na catacumba de Santa Priscila, em Roma.

As solenidades litúrgicas próprias do Natal registradas em Roma já no século IV, só foram institucionalizadas no século V, pelo Papa Libério. No decorrer de vários séculos, os festejos natalinos passaram a se firmar, como mais um elemento de culto, sem identificar-se claramente, com uma devoção religiosa particularizada e explícita. 

Somente no século XIII, no ano de 1223, na igreja de São Damião, em Greccio, localidade da região da Úmbria, nas proximidades da cidade de Assis, Itália, essa devoção manifestou-se sob a forma de "presepe" - isto é, a representação cenográfica do local e dos personagens que, segundo a narrativa dos evangelistas, assistiram ao nascimento de Jesus Cristo.

Os primeiros presépios brasileiros eram cópias quase que exclusivas do modelo português, apresentados em igrejas e residências de famílias abastadas, sempre acompanhados dos autos de Natal, os chamados "pastoris". 

Com o passar do tempo, o presépio brasileiro desenvolveu-se no sentido de incorporar a inspiração nas coisas da terra, deixando transparecer as múltiplas contribuições estrangeiras presentes na cultura brasileira, mas também impregnando-se de elementos próprios, originais, caracterizados conforme a criatividade de quem os concebeu.

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