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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Litoral Sul de Pernambuco teve dias movimentados com o 6º Festival de Jazz e Blues de Porto de Galinhas



Em plena terra do frevo, atrações como de Liv Moraes a Atiba Taylor, movimentaram o evento que preencheu o fim de semana de um balneário que, apesar de ser uma dos mais badalados do nordeste, é carente de ações culturais

É possível aferir o sucesso de um evento quando este começa a influenciar a realização de iniciativas paralelas não programadas. Durante o FJBPG, músicos que não integravam a programação oficial fecharam shows em bares e restaurantes do balneário, normalmente voltados apenas para voz e violão.O balneário de Porto de Galinhas viveu momentos atípicos da última quinta até ontem, mesmo se tratando de um período praticamente de férias e verão. Durante os quatro dias, a região central da praia do Litoral Sul pernambucano foi movimentada pela realização do 6º Festival de Jazz e Blues de Porto de Galinhas (FJBPG), este ano marcado pela descentralização e pela proliferação de jam sessions.

Enquanto isso no festival, em meio a dois palcos, pocket shows e jam sessions que vararam as noites, os destaques ficaram por conta das atrações principais: os cantores Josildo Sá e Liv Moraes, que prestaram tributo a Dominguinhos, na quinta; Zé da Flauta e banda, seguido da chamada Harp Night, com os gaitistas Jefferson Gonçalves, Jehovah da Gaita e Marcelo Naves, e depois pelo guitarrista Kiko Loureiro, na sexta; e a cantora Nathalie Alvim e o saxofonista americano Atiba Taylor, no sábado. Por trás da maioria, sempre a recifense Uptown Band, mostrando competência e versatilidade no elástico repertório do gênero.

No sábado, Nathalie, Atiba e Uptown, aliás, foram responsáveis pelo show mais provocante do festival, uma mistura de blues e soul incendiária que levou o público ao delírio. Infelizmente, por determinação do governo municipal, a execução não foi muito além da meia-noite, frustrando o desejo de muitos frequentadores, em geral carentes desse tipo de evento no período de maior fluxo turístico de Porto de Galinhas. A programação, contudo, a exemplo das noites anteriores, foi muito além do palco principal, estendendo-se sempre por outros bares e restaurantes dos arredores ao longo da madrugada.

Apesar do clima descontraído e da forma como tudo deu tão certo, mesmo frente a algumas dificuldades, para a próxima edição a produção pode tentar reorganizar o horário, talvez começando o palco principal mais cedo, e solicitar da Prefeitura de Ipojuca, copatrocinadora do evento, alguns detalhes de infraestrutura, como banheiros químicos.

E outra peculiaridade é novamente notada: é incrível como um festival desse tipo, em um dos principais destinos turísticos do País, após seis anos de realização ainda não tem uma grande marca agregada a seu nome.

Fonte: jconline

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