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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Balé cubano surpreende apesar dos parcos recursos disponibilizados para a companhia



Quando o assunto é Cuba, é comum pensarmos nos carros antigos, na música marcante do Buena Vista Social Club e na tradição do esporte vencedor, apesar das dificuldades econômicas da Ilha, mas o carente e caliente país costuma surpreender positivamente, até em áreas nas quais não tem tradição

O Balé Nacional de Cuba já teve em seu repertório peças consagradas como “Dom Quixote”, “Romeu e Julieta”, “La Bayadere” e “O Corsário”. Para Luiza Alonso, filha de Laura Alonso – fundadora e principal nome do balé cubano, o grande mérito da escola cubana se deve a busca pela inovação e o diálogo artístico com os estilos mais tradicionais. “A escola cubana é a mais jovem de todas as escolas balé e por isso pode incorporar o melhor das outras escolas e oferecer coisa novas”, observa Luiza.

É de conhecimento de todos as dificuldades enfrentadas por atletas, que treinam sem quaisquer condições, com aparelhos obsoletos, quando não artesanais e sem contar nem mesmo com alimentação digna. Nada obstante os graves problemas, exemplos como o do Balé Nacional de Cuba, mostram o quão rica e surpreendente a pequena ilha caribenha pode ser.

Vários bailarinos cubanos como José Carreño e Carlos Acosta, os dois com passagem pelas renomadas Royal Ballet e America Ballet Theatre , têm alcançado destaque e recebido elogios da crítica especializada , a qual destaca a força e agilidade dos dançarinos.

 Quanto a constante acusação da influência do governo em tudo que acontece na ilha, Luiza é direta e taxativa: “O governo participa da escola ajudando financeiramente, exatamente como acontece em qualquer país civilizado!”.

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