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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Sem tradição em cinema, Islândia produz “Metalhead” unindo comédia e drama



O nível de detalhamento e respeito ao heavy metal visto em Metalhead leva a crer que trata-se de um filme muito pessoal, já que Ragnar Bragasson quebra o paradigma de que o estilo serve melhor para comédia


O gênero musical black metal tece situações cômicas e dramática em Metalhead, do diretor islandês Ragnar Bragasson, como uma linha que atravessa tecidos grossos como couro e finos como seda. O filme será reexibido hoje, às 19h30, no Cinema da Fundação, dentro da programação do Janela Internacional de Cinema.

Tradicionalmente, o heavy metal costuma ser utilizado em filmes mais pelo seu lado cômico do que pelo seu potencial dramático. Seja em Spinal Tap ou Rock Star, o estilo é conhecido mais por arrancar risadas do que lágrimas. Em Metalhead, o islandês Ragnar Bragasson desafia esta convenção e coloca nomes como Motörhead, Iron Maiden e Judas Priest no centro de um tocante drama familiar sobre perda.

O filme – embalado por canções de bandas como Motörhead, Iron Maiden e Judas Priest – conta o drama de Hera, uma jovem que vê o irmão, Baldur, ser morto tragicamente, estraçalhado por uma máquina ceifadeira.

O acontecimento não só marca a trajetória da família, como a faz incorporar a personalidade do irmão: Hera passa a usar as roupas, escutar os CDs e acessar intensamente o arsenal de referências metaleiras de Baldur.

 A partir de então, passa a se sentir deslocada no bucólico e frio vilarejo islandês onde mora, sentimento que se intensifica na idade adulta, quando dribla a rotina monótona do campo com excessos de bebidas e momentos solitários, para escutar e compor canções de black metal

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