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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Bear Grylls: a arte e gosto por correr riscos que a maioria dos mortais comuns jamais ousaria


 

O aventureiro Bear Grylls começou sua vida de explorador muito cedo como nativo da Ilha de Wight onde, entre outras façanhas, escalava montanhas com seu pai quando era apenas um garoto 
Como explicar a necessidade de desafiar o perigo mesmo após sofrer acidentes de certa gravidade? O que impulsiona determinadas pessoas a buscar desafiar seus limites mesmo pondo a integridade física e até mesmo a sobrevivência em risco? Bear Grylls faz parte desse grupo que é tido como aventureiros para uns, loucos para outros, mas que não conseguem sobreviver sem altas doses de adrenalina.

Quando servia no Special Air Service, uma unidade de elite do Exército Britânico, Bear sofreu um acidente de paraquedas saltando sobre o sul da África e fraturou a coluna em três lugares. Apesar da gravidade do ferimento, aos 23 anos Bear tornou-se o mais jovem alpinista britânico a completar a ascensão e descida do Monte Everest, em 1998. Ele relatou sua experiência no livro The Kid Who Climbed Everest (O Garoto Que Escalou o Everest).

Sem descansar sobre os louros, Bear conquistou outra façanha inédita quando ele e seu grupo de alpinistas do Everest circum-navegaram o Reino Unido em jet skis. Ele também realizou a primeira travessia sem assistência através dos blocos de gelo Atlântico Norte em um barco inflável aberto. Seu livro sobre esta aventura, Facing the Frozen Ocean (Enfrentando o Oceano Congelado) foi escolhida como o “Livro de Esportes do Ano” no Reino Unido. Bear recebeu patente de oficial da Marinha por ter comandado a expedição que superou este recorde.

Em 2005, Bear apresentou uma série de TV para a emissora pública britânica Channel Four, chamada Escape to the Legion, em que levou um grupo de homens ao deserto do Saara para participar do famoso treinamento para a Legião Estrangeira. Uma segunda série do Channel Four, chamada Born Survivor: Bear Grylls, concluiu sua carreira no Reino Unido em abril de 2007.

Em 15 de maio de 2007, Bear estabeleceu um novo recorde mundial ao se tornar a primeira pessoa a voar sobre o Monte Everest com um paraglider motorizado. Com o apoio da Equipe GKN Mission Everest, Grylls e o piloto Giles (Gilo) Gardozo voaram em paramotores especialmente desenvolvidos. Apesar de uma falha no equipamento ter obrigado Gilo a desistir a apenas 300 metros do topo, Bear continuou a subir até chegar a 8.990 metros, onde pôde observar o Everest de cima e sobrevoar alguns dos mais famosos picos dos Himalaias. Quando seu próprio motor apresentou problemas, ele planou até o solo – mas atingiu seu objetivo.

O livro de Bear, Born Survivor: Survival Techniques From the Most Dangerous Places on Earth (Sobrevivente Nato: Técnicas de Sobrevivência nos Lugares Mais Perigosos da Terra) foi lançado na primavera de 2007. Ele figurou na lista dos 10 mais vendidos do jornal Sunday Times. Seu último livro é um guia para atividades radicais ao ar livre, chamado Bear Grylls Outdoor Adventures (Aventuras ao Ar Livre de Bear Grylls).

Como quem chega às raias de insanidade, em dezembro de 2008, Bear fraturou o ombro enquanto praticava kite esqui em um estreito de gelo na Antártica. Na longa lista de “loucuras” figuram ainda dormir na selva por quatro noites com feras rondando seu tosco acampamento, mergulhos em rios infestados de piranhas e cobras, bem como desafiar a aridez de um deserto em travessia que vou muito além da irresponsabilidade. Louco? Pode ser, mas na opinião dele, as suas aventuras guardam sempre um limite calculado. Há quem duvide dessa teoria.

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