quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Mallu Magalhães: para o crítico Jon Pareles, "ela soa como se estivesse cantando para si mesma e talvez um amigo"





Após apresentação no Rock in Rio, Mallu Magalhães recebe elogios do crítico Jon Pareles, do The New York Times, na sua turnê americana


A cantora Mallu Magalhães causou boa impressão ao abrir turnê pelos Estados Unidos na última segunda-feira (28/10). O crítico Jon Pareles, do jornal The New York Times, elogiou o CD Higly sensitive, que Mallu divulga em uma série de shows pelos EUA.

Segundo o jornal norte-americano, a brasileira "soa como se estivesse cantando para si mesma, e talvez para um amigo", o que a torna “sedutora”. O crítico ainda elogia a produção de Kassin e Marcelo Camelo, marido da cantora.

Mallu abriu a temporada de shows nos EUA na última segunda-feira, em apresentação em Nova York. Por lá, ela divulga o recém-lançado Highly sensitive, uma coletânea que reúne 12 músicas em CD e inclui três faixas bônus em versão digital.
Em busca do apogeu
Mallu Magalhães amadureceu, isso ninguém pode negar. Bem mais magra, elegante, a mulher de Marcelo Camelo, ex-Los Hermanos, causou boa impressão quando subiu ao palco Sunset no quinto dia de Rock in Rio para cantar para o público que estava jogado no gramado do local. Nos primeiros acordes, é possível notar também um amadurecimento vocal da jovem.

Agora com o sucesso de crítica obtido na sua turnê americana, a tendência que ela eleve o nível doa seu canto, passando a figurar no primeiro time da MPB.




A atriz Claire Danes vai apresentar concerto do Nobel da Paz, em dezembro



A atriz americana Claire Danes apresentará o concerto do prêmio Nobel da Paz 2013, em Oslo, evento que vai ser realizado no dia 11 de dezembro no Spektrum de Oslo, um dia depois da cerimônia de entrega do prêmio na Prefeitura da capital norueguesa

Copenhague - A atriz americana Claire Danes apresentará o concerto do prêmio Nobel da Paz 2013, informou nesta quinta-feira a organização com sede em Oslo.
O concerto, que este ano completa sua 20ª edição, vai ser realizado no dia 11 de dezembro no Spektrum de Oslo, um dia depois da cerimônia de entrega do prêmio na Prefeitura da capital norueguesa.

Claire, de 34 anos, já ganhou vários prêmios Emmy e Globos de Ouro, atuou em filmes como "Romeu e Julieta" e é umas das protagonistas da famosa série "Homeland".

A organização do concerto informou que em breve anunciará mais detalhes sobre a programação da festa, que costuma reunir artistas noruegueses e de renome internacional.

O Nobel da Paz premiou este ano a Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) por seus "amplos esforços" para eliminar os arsenais, um trabalho que ganhou visibilidade com a crise síria. "

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

João Pernambuco: Catulo da Paixão Cearense ficou lhe devendo a parceira em “Luar do Sertão”



João Teixeira Guimarães ou João Pernambuco, (Jatobá – PE, 1883 – 1947), desenvolveu seu trabalho nas canções regionais através de composições suas e de violeiros e cantadores nordestinos. Nas cordas, além do violão, que manejava com maestria e no qual desenvolveu uma técnica peculiar, era hábil na viola

Passou a compor músicas de inspiração nordestina, baseadas em cantigas folclóricas. É o caso do hino "Luar do Sertão", composto em 1911, seu maior sucesso, não creditado pelo parceiro letrista Catulo da Paixão Cearense, que ficou como o único autor.Filho de índia e português, começou a tocar viola na infância, por influência dos cantadores e violeiros locais. Mudou-se para Recife, onde passou a observar e aprender com os músicos das feiras locais. No início do século foi para o Rio de Janeiro, onde travou contato com violonistas populares, ao mesmo tempo em que trabalhava como ferreiro.

Os dois apresentavam-se juntos em reuniões da classe alta carioca, o que contribuiu para a aceitação do violão como instrumento também da elite, e não apenas dos malandros e sambistas perseguidos pela polícia. Com o interesse crescente pela mistura de influências urbanas e sertanejas, montou a Troupe Sertaneja, que excursionou pelo país.

Integrou ainda o Grupo Caxangá, que se apresentava vestido em roupas típicas e fez bastante sucesso nos anos 10. Também participou dos Turunas Pernambucanos e dos Oito Batutas, ao lado de Pixinguinha. Compôs diversas peças instrumentais para violão, entre as quais se destaca "Sons de Carrilhões". Sua obra é referência para violonistas que a regravam constantemente.

Os violonistas brasileiros cultuam a arte de João Pernambuco e executam as suas peças buscando o refino que o mestre imprimiu nas suas composições. Entre estes nomes, destaca-se Turíbio Santos, que é considerado como um dos que mais fielmente executa as músicas do pernambucano ilustre.

Artista Vezzoli desmonta igreja italiana para reconstruí-la em Nova York



A linda igreja de Montegiordano foi cuidadosamente empacotada pedaço a pedaço para ser enviada e remontada nos Estados Unidos, em frente ao Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) 

O artista italiano Francisco Vezzoli desmontou peça por peça uma igreja do extremo sul da Itália para reconstruí-la em frente ao Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), provocando uma polêmica entre as autoridades encarregadas do patrimônio.

A linda igreja de Montegiordano, um povoado de 2.000 habitantes, construída no fim do século XIX e dessacralizada, foi cuidadosamente empacotada pedaço a pedaço para ser enviada aos Estados Unidos, onde deve figurar no pátio do MoMA PSI, um dos maiores museus de arte contemporânea do mundo.

Para Francesco Vezzoli, de 42 anos, um dos artistas italianos mais conhecidos e controversos, esta mudança forma parte de um projeto batizado de "Trinity", sobre arte, religião e glamour, em colaboração com o museu nova-iorquino e seus equivalentes em Los Angeles (Le Moca) e Roma (Maxxi).

Sua ideia é mostrar que a arte é uma religião e que o glamour de Hollywood também está se convertendo nisso. O caso provocou polêmica entre as autoridades italianas. Segundo o Corriere della Sera, a Superintendência de Bens Culturais de Consenza, a região envolvida, nos confins da Calábria, bloqueou a operação, mas quase toda a igreja desmontada encontra-se em um hangar do porto de Gioia Tauro.

"Tenho todas as autorizações em ordem. (...) A igreja estava perdida no meio de um campo de ervas daninhas e estou levando-a para o MoMA PS1. Não é muito melhor?", declarou Vezzoli ao Corriere.

France Press


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Bear Grylls: a arte e gosto por correr riscos que a maioria dos mortais comuns jamais ousaria


 

O aventureiro Bear Grylls começou sua vida de explorador muito cedo como nativo da Ilha de Wight onde, entre outras façanhas, escalava montanhas com seu pai quando era apenas um garoto 
Como explicar a necessidade de desafiar o perigo mesmo após sofrer acidentes de certa gravidade? O que impulsiona determinadas pessoas a buscar desafiar seus limites mesmo pondo a integridade física e até mesmo a sobrevivência em risco? Bear Grylls faz parte desse grupo que é tido como aventureiros para uns, loucos para outros, mas que não conseguem sobreviver sem altas doses de adrenalina.

Quando servia no Special Air Service, uma unidade de elite do Exército Britânico, Bear sofreu um acidente de paraquedas saltando sobre o sul da África e fraturou a coluna em três lugares. Apesar da gravidade do ferimento, aos 23 anos Bear tornou-se o mais jovem alpinista britânico a completar a ascensão e descida do Monte Everest, em 1998. Ele relatou sua experiência no livro The Kid Who Climbed Everest (O Garoto Que Escalou o Everest).

Sem descansar sobre os louros, Bear conquistou outra façanha inédita quando ele e seu grupo de alpinistas do Everest circum-navegaram o Reino Unido em jet skis. Ele também realizou a primeira travessia sem assistência através dos blocos de gelo Atlântico Norte em um barco inflável aberto. Seu livro sobre esta aventura, Facing the Frozen Ocean (Enfrentando o Oceano Congelado) foi escolhida como o “Livro de Esportes do Ano” no Reino Unido. Bear recebeu patente de oficial da Marinha por ter comandado a expedição que superou este recorde.

Em 2005, Bear apresentou uma série de TV para a emissora pública britânica Channel Four, chamada Escape to the Legion, em que levou um grupo de homens ao deserto do Saara para participar do famoso treinamento para a Legião Estrangeira. Uma segunda série do Channel Four, chamada Born Survivor: Bear Grylls, concluiu sua carreira no Reino Unido em abril de 2007.

Em 15 de maio de 2007, Bear estabeleceu um novo recorde mundial ao se tornar a primeira pessoa a voar sobre o Monte Everest com um paraglider motorizado. Com o apoio da Equipe GKN Mission Everest, Grylls e o piloto Giles (Gilo) Gardozo voaram em paramotores especialmente desenvolvidos. Apesar de uma falha no equipamento ter obrigado Gilo a desistir a apenas 300 metros do topo, Bear continuou a subir até chegar a 8.990 metros, onde pôde observar o Everest de cima e sobrevoar alguns dos mais famosos picos dos Himalaias. Quando seu próprio motor apresentou problemas, ele planou até o solo – mas atingiu seu objetivo.

O livro de Bear, Born Survivor: Survival Techniques From the Most Dangerous Places on Earth (Sobrevivente Nato: Técnicas de Sobrevivência nos Lugares Mais Perigosos da Terra) foi lançado na primavera de 2007. Ele figurou na lista dos 10 mais vendidos do jornal Sunday Times. Seu último livro é um guia para atividades radicais ao ar livre, chamado Bear Grylls Outdoor Adventures (Aventuras ao Ar Livre de Bear Grylls).

Como quem chega às raias de insanidade, em dezembro de 2008, Bear fraturou o ombro enquanto praticava kite esqui em um estreito de gelo na Antártica. Na longa lista de “loucuras” figuram ainda dormir na selva por quatro noites com feras rondando seu tosco acampamento, mergulhos em rios infestados de piranhas e cobras, bem como desafiar a aridez de um deserto em travessia que vou muito além da irresponsabilidade. Louco? Pode ser, mas na opinião dele, as suas aventuras guardam sempre um limite calculado. Há quem duvide dessa teoria.

Toda a genialidade de um dos maiores poetas pernambucanos presente em "Notas sobre uma Possível 'A Casa de Farinha'”



"Notas sobre uma Possível 'A Casa de Farinha'", volume fac-similar organizado por Inez Cabral, filha de João Cabral de Melo Neto, reúne o conjunto de anotações que ela recebeu do pai para um auto nunca terminado

Notas sobre uma possível “A casa de farinha” é um poema inacabado de João Cabral de Melo Neto, cujo manuscrito é revelado pela primeira vez para leitores e estudiosos. Escrito na forma de poema longo, o texto não chegou a ser finalizado, mas se encaixa perfeitamente no corpo da obra desse poeta e diplomata, ao seguir a mesma linhagem de outros clássicos de sua obra.Casa de farinha é uma rara oportunidade de observar João Cabral, hábil engenhoso artesão, em sua oficina de palavras. Diante das anotações do poema, é possível flagrá-lo desde os primeiros esboços, em 1966, até o rascunho incompleto dos primeiros versos, em 1985, portanto 19 anos depois de tê-lo iniciado.

A cegueira havia impedido o poeta de terminar o trabalho, mas as páginas cuidadosamente guardadas em um fichário escolar traziam os esboços dos diálogos iniciais. Conhecido pela minúcia de sua produção e pela depuração de cada verso, João Cabral escreveu anotações e diversas possibilidades para cada situação desenvolvida.

A edição publicada pela Alfaguara traz a reprodução fac-similar das anotações e rascunhos da obra de um dos maiores poetas brasileiros e inclui dois ensaios assinados, respectivamente, pelo poeta e escritor Armando Freitas e pelo jornalista Luís Pimentel, além do prefácio de Inez Cabral, organizadora do volume. Em seu texto, a filha do poeta relata as circunstâncias em que teve acesso ao material e o fato de seu pai ter lhe dado carta branca para uma possível publicação póstuma da obra, se julgasse conveniente.

Com "Notas sobre uma Possível 'A Casa de Farinha'”, João Cabral de Melo Neto realça o tirocínio, o rigor estético e o gosto pelo uso de rimas toantes presentes em Morte e Vida Severina, Tecendo a Manhã, Uma Faca só Lâmina, A Educação pela Pedra e tantas outras obras que compõem o cabedal cultural cabralino.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sylvester Stallone: das luvas de box para os pincéis


 

Ator Sylvester Stallone inaugura exposição de telas em museu da Rússia e apresenta trabalho inspirado no expressionismo abstrato, obtendo sucesso imediato, mas não a unanimidade entre os russos
São Petesburgo- A estrela de Hollywood Sylvester Stallone, muito popular na Rússia, inaugurou neste domingo uma exposição de suas telas inspiradas no Expressionismo abstrato, no prestigioso Museu russo de São Petersburgo.

A exposição teve um sucesso imediato, apesar dos protestos dos comunistas que exigiram sua proibição. Eles alegam que o ator interpretou personagens "antissoviéticos" e fez um filme "pornô".

Stallone, de 67 anos, intérprete de lendários personagens no cinema de ação como Rocky e Rambo, apareceu sorridente na inauguração de sua mostra intitulada "Sylvester Stallone. Arte. 1975-2013". "Se alguém pensar que minha presença aqui e essa exposição são um desafio, talvez tenha razão. Sempre lancei desafios", declarou aos jornalistas.

"Por que expor Stallone em um museu russo? Eu me fiz a mesma pergunta. Quando vi as reproduções, compreendi que era um verdadeiro pintor", disse à imprensa Vladimir Gussev, diretor do museu que expõe arte russa, começando pelos ícones até Malevich e Kandinsky.

Logo no início da exposição, mais de mil pessoas fizeram fila para ver as cerca de 30 pinturas de Stallone. O destaque é para o vermelho, cor preferida do ator-pintor. A exposição vai até meados de janeiro de 2014.

France Pess

50 Tons de Cinza chega ao cinema em 2014



Fãs da açucarada trilogia de E L James poderão ver as aventuras amorosas de Christian Grey no cinema em 2014, quando chega ás telonas a versão cinematográfica de “50 tons de Cinza” 

Como era de se esperar, a adaptação ao cinema de 50 Tons de Cinza chegará no próximo ano. O filme ainda não tem nomes oficializados no elenco, mas testes continuam acontecendo em Los Angeles. No Facebook, o ator Stephen Amell diz que participou de uma reunião para discutir uma possível participação.

Conhecido como o Arqueiro Verde da série de TV Arrow, Amell comentou em vídeo: "Sempre me perguntam sobre [o coprotagonista dos livros] Christian Grey. Esse projeto ainda está longe de acontecer. Sei disso porque participei de uma reunião para discuti-lo. Quer dizer, não vai demorar tanto assim, mas não acontecerá já".

No primeiro livro da trilogia erótica da escritora E.L. James, Christian Grey é o milionário sadomasoquista que seduz a protagonista, a virginal estudante de literatura Anastasia Steele.

O primeiro filme pode chegar aos cinemas em meados de 2014. Kelly Marcel, cocriadora da finada série de TV Terra Nova, adapta o roteiro. Ainda não há diretor contratado. 

O sucesso editorial pode até ser comparado aos eletrizantes livros de Dan Brown, mas o filme que certamente narrará as aventuras do super atleta sexual Christian Grey, estarão a quilômetros de distância de atrações como “O Código da Vinci” e “Anjos e Demônios”.

domingo, 27 de outubro de 2013

Ícone de rock de todos os tempos, Mick Jagger completa 70 anos nesta sexta



O mundo do rock está em festa para homenagear o mais longevo e um dos seus maiores ídolos, o líder da banda Rolling Stones, Mick Jagger, que completou 70 anos nesta sexta-feira (26)

Há mais de 50 anos como vocalista do Rolling Stones, o britânico ficou conhecido tanto pela qualidade da voz, que embala sucessos como “Satisfaction” e “Sympathy for the Devil”, como pela presença de palco

Nessa mais de meia década de carreira, Mick Jagger foi alvo de inúmeras polêmicas e de fatos curiosos. A sua longa lista de amantes, segundo a biografia "Mick: The Wild Life and Wild Genius of Jagger", chega a mais de 4 mil, por exemplo.

Para comemorar a data, foram selecionadas 10 curiosidades sobre este, para muitos, é um dos maiores vocalistas da história do rock.

1) Carreira de ator
Assim que começou a fazer sucesso com os Rolling Stones, Mick Jagger tentou emplacar uma carreira de ator para acompanhar a de roqueiro. Em 1970, estrelou dois filmes: “A Forca Será Tua Recompensa” e “Performance”. Nenhuma das duas produções agradou público ou crítica.

2) Doris Goldblatt
Em 2012, em comemoração aos 50 anos dos Rolling Stones, Jagger foi ao talk show de David Letterman revelar as 10 melhores coisas que aprendeu durante os anos da banda. Em terceiro lugar, o cantor disse que uma boa maneira de se manter entretido é assinar autógrafos com o nome Doris Goldblatt.

3) Mulheres
Mick Jagger mantém a fama de ser um dos maiores conquistadores da história do rock. Segundo a biografia "Mick: The Wild Life and Wild Genius of Jagger", de Chris Andersen, o cantor já teria dormido com mais de 4 mil mulheres, entre elas Uma Thurman, Angelina Jolie e Carla Bruni.

4) Caso com David Bowie
Ambos adeptos do lema “sexo, drogas e rock’n’roll”, rumores de um caso entre Jagger e David Bowie chegaram à imprensa. A confirmação veio no livro de Chris Andersen ao mesmo tempo que Philip Norman, autor da biografia “Mick Jagger”, desmentia o acontecido. O britânico não se pronunciou sobre o caso.

Mick Jagger comemora 70 anos

5) A primeira apresentação dos Rolling Stones
Formado por Mick Jagger, Keith Richards, Brian Jones e o pianista Ian Stewart, os Rolling Stones se apresentaram pela primeira vez em 1962 . O show aconteceu na cidade de Londres, no Marquee Club, nos dia 12 de julho.

6) Aluno de economia
Com aspirações de se tornar jornalista ou político, Mick Jagger entrou para a Escola de Economia de Londres . Porém, foi durante os anos de faculdade que a banda se forma e, em 1963, ele já havia desistido do curso.

7) Sir Mick Jagger
Em 2003, Mick Jagger foi condecorado cavaleiro da Ordem do Império Britânico pelo príncipe Charles (a rainha Elizabeth 2ª tinha acabado de sofrer uma cirurgia no joelho). O cantor recebeu a honraria por sua contribuição à música. Porém, ao aceitar, Jagger irritou o guitarrista Keith Richards.

8) Sete filhos
O extenso histórico de amantes de Mick Jagger lhe rendeu sete filhos, de quatro relacionamentos diferentes. Nascido em maio de 1999, Lucas Maurice Morad Jagger é o mais novo filho do cantor, que engravidou a brasileira Luciana Gimenez enquanto ainda era casado com a modelo Jerry Hall.

9) “I Get Around”
Em entrevista a um canal da TV britânica, o vocalista revelou qual era sua música favorita. “I Get Around”, dos The Beach Boys , foi a eleita.

10) Mick “Brenda”
A amizade entre Mick Jagger e Keith Richards, que deu origem aos Rolling Stones, foi se desgastando ao longo dos anos, dando espaço a brigas e discussões. O guitarrista apelidou o vocalista de alguns nomes maldosos, com Mick “Brenda” (nome usado por uma revista satírica britânica para se referir à rainha Elizabeth 2ª), Miss Jagger e Sua Senhoria.

Visando interiorizar o evento, a Virada Cultural do Paraná aconteceu em onze cidades do interior no último sábado, 26



A cidade de São José dos Pinhais, vizinha da capital, recebeu, neste sábado, a segunda edição da Virada Cultural do Paraná, evento que já aconteceu em várias cidades do estado, em 2012

A Virada Cultural Paraná, que este ano contou com a parceria do Departamento de Trânsito do Estado (Detran), SESC-PR e do SESI-PR. Foram 11 cidades do interior que participarão do evento que foi realizado no dia 26 de outubro. Parte dos recursos foi alocada pelo Detran por meio de convênio com a SEEC e o restante são recursos do próprio orçamento da Secretaria.

“Em 2012 fizemos a virada em cinco cidades simultaneamente e os resultados foram muito positivos. Este ano conseguimos ampliar para 12 cidades do interior, além de Curitiba, atendendo uma meta importante do governo Beto Richa, que é descentralizar as ações culturais”, destaca o secretário da Cultura, Paulino Viapiana.

Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, Guarapuava, Toledo, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Pato Branco, Cianorte e São José dos Pinhais são as cidades que participaram da Virada Paraná. “Procuramos selecionar cidades-polo que pudessem ampliar o atendimento aos diversos municípios da região em que está localizada. É um público potencial de mais de seis milhões de pessoas”, comenta o secretário.

Uma das novidades desta segunda edição foram as atividades de arte-educação que ocorreram de 21 a 26 de outubro. Toda a programação da semana foi feita em conjunto com os municípios e parceiros e o foco foi a educação no trânsito por meio de ações culturais.

“O Detran participou da Virada com atividades que incentivem uma conduta mais responsável e gentil, focada principalmente na proteção da vida e no respeito ao próximo. O trânsito faz parte do dia a dia de todos e é um assunto importante que pode e deve ser explorado nas escolas, nas ruas e, claro, nas ações artísticas e culturais”, explicou um dos diretores do órgao.

Curitiba - A SEEC também participa da Virada Cultural de Curitiba, prevista para 9 e 10 de novembro. A programação está sendo fechada com os demais parceiros, mas a cidade também deverá receber o Palco Conexões na Boca Maldita, tradicional reduto artístico cultural de Curitiba.


Segundo Luci Daros, a opção por desvincular Curitiba da Virada Paraná, foi em decorrência da avaliação do evento de 2012. “O ritmo do interior é diferente da capital e são muitos os detalhes que envolvem a produção de um evento deste porte. Em algumas áreas é difícil encontrar fornecedores que atendam demandas simultâneas. Assim, conseguiremos manter um atendimento de qualidade em todos os municípios” explica.

sábado, 26 de outubro de 2013

Festival de Arte Negra de Belo Horizonte encerra a sua sétima edição na capital mineira neste domingo, 27



O festival, que também abriu o evento para desfiles como a 1ª Mostra Brasil Afro Moda e exposição de 12 marcas, incluiu atrações como o seminário Moda, Estética Negra e Economia Criativa, que também aborda o universo e é realizado em parceria com a Fundação Cultural Palmares

A Roda de Sopros inovou com uma batalha de baterias junto aos convidados Leonardo Brasilino, Juventino Dias, Guto Ferreira, Alaércio Martins, Leonardo Lana, Jonas Vitor, Bruno de Oliveira, Tiago Ramos, Aldo Silva, Gleisson Queiroz, Roberto Júnior e Isaac Macedo. Já o show Bala da Palavra, composto pelos convidados Matéria Prima, Nathy Faria, Paulo Lordpowmx, o rapper Douglas Din, Richard Neves, Rafael Elói, Johnny Herno, Luiz Vitorino, Daniel Guedes e Rafael Leite, trouxe uma mistura de hip hop com tambores.

O Festival de Arte Negra tem de tudo um pouco: teatro, performances, artes em geral, comércio e música para todos os gostos. E por falar em música, neste ano contamos com shows inéditos criados especialmente para o FAN, convidados especiais e um tributo ao homenageado Marku Ribas, que terá suas canções interpretadas por diferentes artistas ao longo da programação.

No dia 25, sexta-feira, foi a vez de mostrar a força de um espetáculo cem por cento feminino, o Mãe de Todos os Santos, com Nathy Rodrigues, Débora Costa, Raissa Ushoa, Black Josie, Carla Gomes, Karina Marçal, Nary Faria, Silvia Gomes, Camila de Ávila, Pricila Magela, Josi Lopes, Elise de Sena, Poliana Cruz e Mara do Nascimento.
No dia 26, Fabiana Cozza, Vander Lee e outros convidados, se juntam a Neném Esdras e Ezequiel Lima, para uma sessão de Jazz com o show Jogo de Mestres. Todas as apresentações acontecem na Funarte MG, sempre às 21h30. Simplesmente imperdível!

Longa amizade entre Jorge Amado e Carybé é relembrada com exposição em Salvador



Dois monstros sagrados da arte e da cultura baiana são retratados em exposição que conta a história da amizade entre os dois artistas e centenários amantes da Bahia, promovendo uma reflexão sobre a cultura do Estado

Carybé é o nome artístico de Hector Julio Páride Bernabó, um argentino nascido em Lanús que, devido a uma bolsa de trabalho, foi morar na Bahia em 1950 e acabou se radicando por lá. Naturalizado brasileiro em 1957, o pintor, gravador, escultor, ceramista, ilustrador e desenhista é autor de diversas obras que retratam em imagens a cultura baiana, com suas belezas naturais e arquitetônicas, e seus costumes e rituais, com grande destaque para a Capoeira e para o Candomblé.

Em função da grande procura por parte do público e de instituições, foi prorrogada até o dia 24 de novembro a exposição 100 × 100 Carybé ilustra Jorge Amado. A mostra montada no Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho, em Salvador, conta a história da amizade entre os dois grandes e centenários amantes da Bahia, promovendo uma reflexão sobre a cultura do Estado.

Diferente de Carybé, Jorge Leal Amado de Faria, conhecido como Jorge Amado, não tornou-se baiano por opção, era fruto da terra mesmo. Ícone da literatura brasileira, reuniu elementos culturais do Estado em grandes clássicos de fama internacional, como Gabriela,

Sob a curadoria de Solange Bernabó, filha de Carybé, a instalação traz ilustrações feitas pelo artista para livros de Jorge Amado - O Sumiço da Santa, Jubiabá, A Morte e A Morte de Quincas Berro D’água e O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá -, além de esboços de figurinos e cenários criados para balés. A relação entre os dois é apresentada por meio de registros fotográficos de momentos como jogos de futebol e reuniões com colegas. Textos da dupla completam o relato sobre a forte amizade, mostrando, inclusive, a decepção de ambos no primeiro encontro. Faziam uma imagem completamente diferente um do outro e acabaram por se deparar com figuras semelhante a eles.


100×100 Carybé Ilustra Jorge Amado é resultado de parceria entre o Instituto Carybé e a Hasta la Luna Iniciativas Culturais, com apoio da Fundação Casa de Jorge Amado e patrocínio do Grupo LM, pela Lei Rouanet. A mostra, que já passou por Ilhéus e Feira de Santana este ano, fica aberta de terça a sexta-feira, das 12h às 18h, com entrada gratuita. Aos sábados, domingos e feriados, o horário de visitação é das 12h às 17h.
Fonte: Terra

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Rio de Janeiro: são tantas as atrações que sempre há algo de novo para se ver




A maioria das pessoas que já foram a Buenos Aires, afirma que uma semana é mais que suficiente para se conhecer as atrações da capital argentina e que nada de novo surgiu nos últimos anos que chamasse à atenção dos visitantes


Buenos Aires tem um número limitado de atrações para o turista. Quer uma prova dessa afirmativa? Dê uma olhada nas fotos de amigos que lá estiveram. Os cenários são quase sempre os mesmos: Puerto Madero, Jardim Japonês, a Recoleta, La Bombonera, La Boca, Casa Rosada, Praça de Mayo, Café Tortoni e os incontáveis shows de tango. Depois de uma semana, quase não há nada de interessante para se ver por lá.

Rio de Janeiro

Quando se fala da Cidade Maravilhosa, a história é outra. E o Rio tem muita História. De capital do império a capital da República, o Rio foi sede de muitos dos mais importantes fatos de nossa história, como o “Dia do Fico” e a “Lei Áurea”.

O Rio foi a segunda capital do Brasil, depois de Salvador. Seu desenvolvimento começou para valer quando D. João VI e sua corte, fugindo das tropas napoleônicas, se mudaram para o Brasil, em 1808.

Hoje, quem visita a cidade e inclui passeios pelo Centro Histórico do Rio, fica surpreso ao notar que a antiga capital é dona de edifícios e monumentos de rara beleza.

Quando o assunto é ponto turístico então, a capital dos cariocas dá um banho. Mesmo que o visitante fique um mês no Rio, saindo todos os dias apenas para conhecer os pontos turístico, ainda haverá algo para ver.

Principais ícones cariocas, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar são passeios obrigatórios para quem vem ao Rio de Janeiro. Em ambos os cartões-postais, as paisagens descortinadas mostram o porquê da cidade ter o título de “maravilhosa”. Em terra firme, construções como o Maracanã e a Cidade do Samba revelam a magia do futebol e do Carnaval.

Inclua-se ainda, o Theatro Municipal, a Pedra da Gávea, o Cassino da Urca, O Jardim Botânico, o Arpoador, a Floresta da Tijuca, a Lagoa Rodrigo de Freitas... Um dos sites de pesquisa na internet lista nada menos que 449 atrações disponíveis na capital fluminense. Muitos poderão argumentar: “mas fica caro visitar alguns pontos turísticos do Rio...”.
Além da inigualável orla com as belas praias cantadas em prosa e verso, ainda existem algumas outras atrações gratuitas da cidade:
· Parque Lage

· Instituto Moreira Sales

· Centro Cultural Banco do Brasil

· Espaço Cultural da Marinha

· Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro

· Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé

· Igreja da Candelária

· Mosteiro de São Bento

· Casa da Cultura Laura Alvim

· Arcos da Lapa

Para esquadrinhar as atrações do Rio de Janeiro, é preciso mais que tempo e dinheiro: há que se ter disposição e espírito desbravador. Boa viagem!


Piano a dez mãos e batucado com a PianOrquestra hoje, sexta-feira, no Recife




Após grande sucesso nos palcos cariocas e paulistas há cinco anos, está disponível o DVD PianOrquestra , um registro inédito de dez mãos fazendo do piano sua orquestra e com uma ideia nada convencional de juntar cinco musicistas ao redor de um único piano


Nem John Cage, quando deu início a seus estudos de música aleatória, percebendo as possibilidades infinitas que o piano oferece, podia imaginar que o instrumento seria capaz de, por si só, reunir em uma única apresentação escola de samba, orquestra de frevo e até duo de repentistas. E o Recife está pronto para ver ao vivo nesta sexta-feira (25), no Centro Cultural dos Correios, a magia de 10 mãos tocando em simultâneo no mesmo piano com a apresentação da PianOrquestra, às 19h.

Claudio Dauelsberg volta ao Recife com o trabalho inovador e surpreende por seu impacto musical e visual, compartilhado com Késia Decote, Gisele Sant’Ana, Jadna Zimmermann e Claudia Castelo Branco. O DVD do PianOrquestra introduz o espectador ao universo do piano de uma forma única, e inclui ainda no “making off “entrevistas com os músicos sobre o processo de criação, técnicas de preparação, registros exclusivos de ensaios e bastidores.

O instrumentista e diretor artístico do grupo, Claudio Dauelsberg, se diz muito feliz em poder voltar à capital pernambucana, após um hiato de aproximadamente oito anos. “Da última vez que estive aí foi ainda no início da orquestra, no Teatro de Santa Isabel”, relembra. Desta vez, o quinteto – que teve suas outras oito mãos substituídas desde então – apresenta no Recife um repertório que conta com composições de mestres como Milton Nascimento, Ernesto Nazareth, Gonzaguinha, Beatles e Chico Buarque.

Mas o clímax do encantamento do público para com Claudio, Marina Spoladore, Mako, Anne Amberget e Priscilla Azevedo deve se dar com a execução do música Pia no frevo. “A Priscilla começou a compor e, no final, juntamos com a versão da SpokFrevo Orquestra de Passo de Anjo. Tudo que é muito rítmico favorece ao piano”, diz o produtor.

A ideia nada convencional de juntar cinco musicistas ao redor de um único piano pareceu, segundo Claudio, um tanto maluca no início. “Chegamos a desistir três vezes no começo. Era difícil, mas fomos achando soluções. Antes, levávamos oito horas para preparar o piano para uma apresentação. Mas agora, em uma hora nos preparamos para tocar em qualquer piano”, conta. “Vamos descobrindo que o piano tem uma possibilidade imensa de timbres. Usando um fio de pesca, conseguimos o som de uma rabeca e colocando uma sandália japonesa na cordas, o piano fica com o som do cravo.” Baquetas, luvas e palhetas são outros objetos utilizados pelos instrumentistas nesses quase 10 anos de orquestra para alterar e acrescentar sonoridades ao piano.

Quando questionado se agregar apenas mulheres ao grupo – desde a primeira formação – é proposital, Claudio ri. “Não foi exatamente concebido dessa maneira, nasceu desse jeito naturalmente. A primeira formação foi com musicistas excelentes que não sabiam direito como se inserir no mercado.” Mais madura que em sua última passagem na cidade e sempre ousada, a PianOrquestra promete, com seus instrumentistas, suas dez mãos e diversos objetivos de intervenção, dar um show dos mais variados gêneros musicais brasileiros.
jconline

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Fotobiografia traz detalhes da história do escritor Antonio Callado



A obra foi organizada pela jornalista Ana Arruda Callado, viúva do escritor, que também teve intensa atuação jornalística a partir de 1937: “Com a fotobiografia, sei que meu compromisso com a memória dele está honrado.”

A obra foi organizada pela jornalista Ana Arruda Callado, viúva do escritor, que também teve intensa atuação jornalística a partir de 1937. Durante a 2ª Guerra Mundial, Antonio Callado trabalhou no serviço brasileiro da BBC e, após o conflito, na Radiodifusão Francesa. 
De volta ao Brasil, foi redator-chefe do Correio da Manhã e redator do Jornal do Brasil.Rio de Janeiro - A trajetória do escritor Antonio Callado (1917-1997), um dos mais importantes autores da literatura brasileira na segunda metade do século 20, está documentada em uma fotobiografia lançada na tarde de hoje (24) na Academia Brasileira de Letras (ABL), no centro do Rio de Janeiro. Com mais de 450 páginas, o livro traz detalhes e fatos pouco conhecidos sobre a obra de Callado, em depoimentos, histórias, fotos e outros registros.

“Com a fotobiografia, sei que meu compromisso com a memória dele está honrado. Publicado o livro, eu me divorcio definitivamente de Antonio Callado. Que outros cuidem dele a partir de agora”, disse Ana Arruda. “Quando nos conhecemos, ele era viúvo, tinha três filhos e uma história. Aceitava seus silêncios. Callado não falava nada sobre seus projetos”.

Antonio Callado escreveu nove romances, entre eles Quarup (1967), Bar Don Juan (1971) e Reflexos do Baile(1976), todos tendo como tema a realidade política e social do Brasil nas décadas de 50 a 70. Sua obra literária compreende ainda seis livros de reportagem (um deles póstumo), sete peças de teatro, um livro de contos e uma biografia, além de uma letra de samba. Em 1994, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Engajado na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, Callado escreveu no início dos anos 60, a partir de uma viagem a Pernambuco, uma reportagem sobre as Ligas Camponesas, movimento de trabalhadores rurais liderado por Francisco Julião. A matéria acabou resultando no livro Os Industriais da Seca e os Galileus de Pernambuco.

Na mesma época, escreveu também Tempo de Arraes, sobre o então governador daquele estado, Miguel Arraes, cassado pelo golpe militar de 1964. O próprio Callado teve seus direitos políticos suspensos por dez anos pela ditadura.

EBC

Artistas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro protestam com espetáculo


Rio de Janeiro - Os artistas do coro, ballet e da orquestra do Theatro Municipal do Rio fizeram hoje (24) uma manifestação diferente. Eles ocuparam as escadarias do teatro, na Cinelândia, no centro da capital fluminense, para um protesto cultural. Durante uma hora, as pessoas que passavam pelo local, puderam assistir a um espetáculo de música e dança
Os artistas pedem melhores condições de trabalho, aumento na produção de espetáculos, a volta de projetos sociais do Programa Theatro Municipal, o retorno da visitação de alunos das escolas públicas e a realização de concurso público.

De acordo com Pedro Olivero, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Entidades Públicas da Ação Cultural do Estado do Rio de Janeiro (Sintac), o concurso público foi atendido e, segundo ele, conseguido graças ao esforço do sindicato e das associações do coro do ballet e da orquestra.

"O coro tem 90 pessoas e, pela lei, deveria estar com 120 pessoas. Havendo o concurso na semana que vem, vamos preencher as vagas, mas vamos ficar com 104 pessoas e não chegar a 120. A gente pediu para a direção do teatro que cumprisse a lei e completasse o efetivo do coro”, disse.

O Theatro Municipal informou, por meio da assesoria, que foi autorizada, em maio deste ano, a realização de concursos públicos para o coral, corpo de baile e a orquestra sinfônica, e que estão aguardando a aprovação do concurso para técnicos e pessoal administrativo.

Sobre a visitação de alunos das escolas públicas, a explicação é que eles têm sido recebidos nos ensaios gerais ou nas apresentações da temporada dos espetáculos produzidos pelo teatro, e que este ano mais de 7 mil alunos e professores ganharam ingressos para ir ao teatro.

Agência Brasil

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Memórias guardadas no subsolo, passam a fazer parte das atrações do Museu do Transporte de Londres



No coração de Covent Garden, o Museu do Transporte de Londres é um verdadeiro tesouro de veículos históricos, onde é possível ver como as pessoas locomoviam-se em tempos remotos, dos primeiros ônibus aos primeiros vagões de metrô e veículos puxados por cavalos

Vai ser possível ver também que Londres caminha sobre uma rede fantasma de metrô, com quase quatro dezenas de estações abandonadas ao longo do tempo. Algumas delas ainda preservam o prédio original no nível da rua, com a típica fachada de cerâmica vermelha do período eduardiano.Juntos, eles contam a história da transformação da cidade em uma metrópole totalmente moderna ao longo dos últimos dois séculos. A partir do próximo dia 7, o Museu do Transporte de Londres, Londres vai incorporar uma nova atração turística: os subterrâneos de Londres, que escondem mais do que terra, tubos, fios e vestígios da ocupação romana no século 1º d.C.

Dentre estas estações, uma das mais intactas é a de Aldwych, no centro. Foi inaugurada em 1907, quando os passageiros circulavam garbosamente de cartola e pincenê. Pertenceu a um rabicho desativado da linha Piccadilly e serviu de esconderijo para obras de arte durante os bombardeios alemães da Segunda Guerra. Meio século depois, em 1994, foi aposentada devido à baixa demanda de tráfego.

Esses históricos túneis poderão ser percorridos em visitas organizadas pelo Museu, em passeios que fazem parte da comemoração dos 150 anos do metrô londrino, o mais antigo do mundo. Quem não estiver na capital britânica, mas quiser conhecer seu submundo pode assistir ao documentário "The Secret Station", disponível na internet.


"Caminhos do Tempo - 20 anos em 20 joias" é uma celebração de trajetória, do designer de joias cearense Cláudio Quinderé




Hoje consagrado, Cláudio Quinderé destacou-se por imprimir, principalmente, na nobreza da prata, do ouro, das pérolas e das pedras, figuras como folhas, flores, pássaros, formas geométricas e crucifixos 

Da pedra bruta faz-se a joia rica: o trabalho de extrair beleza e preciosidade da rocha exige calma, paciência e, sobretudo, dedicação. A exposição "Caminhos do Tempo - 20 anos em 20 joias" é uma celebração de trajetória, perseverança e evolução artística do designer de joias cearense Cláudio Quinderé. Há duas décadas no trabalho manual com os metais preciosos, Quinderé lidava com a mente e os anseios alheios antes de encontrar-se no design de joias, em 1993.

Psicólogo com especialização em psicanálise lacaniana, o artista achou o seu verdadeiro 'eu' após um curso de designer em Vancouver, no Canadá. Abandonou a área em que exerceu sua graduação por oito anos para abraçar um novo ofício que trazia um pouco de infância: o pequeno Cláudio era fascinado por pintar, mas a arte em três dimensões, como as esculturas, era o que mais o encantava.

Hoje sinônimo de reconhecimento e qualidade, Cláudio Quinderé destacou-se por imprimir, principalmente, na nobreza da prata, do ouro, das pérolas e das pedras, figuras como folhas, flores, pássaros, formas geométricas e crucifixos em miscelânea com palha de buriti, fios de seda, renda de labirinto, couro e linho.

"A criação é individual, todo o trabalho é feito à mão, a confecção é toda artesanal. Pode até repetir o modelo, mas a peça sempre vai ser uma peça única", explica Quinderé, que trabalha em conjunto com outros três ourives no ateliê de Fortaleza. As peças são vendidas principalmente pela Internet. Os preços variam de acordo com o material e o trabalho empregados: brincos e anéis custam de R$ 200 a R$ 400, os braceletes ficam na faixa de R$ 550 a R$ 1100; e os colares têm valores ainda mais variados. A cada ano, Cláudio Quinderé lança duas ou três coleções.

A exposição tem curadoria da Quadraria Coletivo de Ideias que, na opinião do próprio designer, foi muito feliz na escolha das 20 peças referenciais de sua trajetória artística. A proposta é uma retrospectiva de assuntos, estilos e técnicas utilizados para conceber joias até hoje mantidas no processo artesanal de confecção. As obras misturam a prata 950 - matéria-prima de destaque de Cláudio Quinderé - com elementos regionais, como a renda de labirinto, e naturais, como a seda da palha do buriti, palmeira proveniente do nordeste brasileiro.

Um dos destaques é a coleção Tramas do Buriti, compostas por peças ecologicamente corretas e exclusivas. O conjunto foi selecionado para duas edições da Bienal Brasileira de Design, em 2010 e 2012, e para a exposição Joia Brasil em Paris, por ocasião do Ano do Brasil na França, em 2005. Também representou o Ceará na exposição itinerante Jewels from Brazil, que circulou por quatro cidades inglesas divulgando o design do Brasil fora das fronteiras do País.

Materiais

A prata é um dos elementos de superação do artista. "Quando comecei a trabalhar com prata no Ceará, ela não era valorizada como joia. Foi um desafio trazer a prata como um metal tão nobre como o ouro", conta o designer. De acordo com ele, tornou-se uma meta do seu trabalho colocar " o design como mais importante que o material", já que é no trabalho feito em cima dos metais e das pedras que se mede o valor da peça. Além da prata, outra favorita vem dos mares. "Adoro pérolas.

Acho que a pérola misturada à prata dá uma nobreza à prata. A pérola é um material muito clássico", explica Cláudio Quinderé.

A mostra-homenagem ao designer cearense foi aberta nesta quinta-feira às 19h no Espaço Cultural Porto Freire e ficará em exposição até 25 de janeiro de 2014. Ao longo desse período, Quinderé vai ministrar oficinas conceituais gratuitas e abertas ao público sobre design de moda, design de interiores e design de acessórios.

Fonte: diario de fortaleza

Cataratas: nas águas do Iguaçu, uma força grandiosa de beleza insuperável



Dos principais saltos do Iguaçu, cinco deles estão do lado brasileiro (Floriano, Deodoro e Benjamin Constant, Santa Maria e União) e os demais no lado argentino, mas a melhor vista é de quem observa o cenário a partir do Brasil

A origem da palavra Iguaçu, que significa "água grande" na etimologia tupi-guarani, veio se somar às cataratas e formaram as quedas do rio Iguaçu. Dezoito quilômetros antes de juntar-se ao rio Paraná, o Iguaçu vence um desnível do terreno e se precipita em quedas de até 80 metros de altura, alcançando uma largura de 2780 metros. Sua formação geológica data de aproximadamente 150 milhões de anos, porém a formação do acidente geográfico das cataratas se iniciou há aproximadamente 200 mil anos.


As mundialmente famosas quedas d’água sobre o rio Iguaçu, que já tiraram o fôlego de personalidades como o ex-presidente norte-americano Bill Clinton, já foram declaradas Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 1984 e, recentemente, entraram para a lista das novas Sete Maravilhas Naturais.

Binacional

Seja como for, vale a pena visitar os dois lados: o Parque Nacional das Cataratas do Iguaçu, na parte brasileira, e o Parque Nacional Iguazu, na Argentina.

As Cataratas ficam a 40 quilômetros da cidade de Foz do Iguaçu, e a apenas 17 quilômetros da argentina Puerto Iguaçu. Elas são formadas por 275 quedas d’água, em forma de ferradura, em um arco com três quilômetros de extensão. Elas são cercadas por um parque natural de 252 mil hectares, que se estende pelo território de ambos os países.

Depois de assistir ao majestoso espetáculo das Cataratas, sentindo no rosto um pouco da força das águas da Garganta do Diabo, o visitante voltará uma outra pessoa, mais consciente ecologicamente. E isso vai lhe servir para a vida toda e, certamente, com uma nova visão daquele mundo majestoso.