quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Orquestra Ouro Preto conquista o público com nova roupagem singular e encantadora para a obra dos garotos de Liverpool



As canções do quarteto de Liverpool são inquestionáveis, mas a Orquestra Ouro Preto está aí para mostrar que elas podem ainda ganhar novos contornos sem perder o brilho e o encantamento, seja de maneira mais erudita ou descontraída 

A Orquestra Ouro Preto. Relendo vem fazendo uma releitura da obra dos Beatles desde 2009 e essa condição foi ratificada quando apresentaram o concerto em Belo Horizonte e se tornaram uma grande atração para o público em geral. No repertório estão sucessos como Help, Come Together e Penny Lane. As faixas são executadas com orquestra mas, também, com guitarra, baixo, bateria, violão e percussão, o que faz com que a releitura não perca a veia rock da banda.

O concerto da Orquestra Ouro Preto, com arranjos do violinista Mateus Freire, emociona a plateia onde se apresentam, com novos arranjos fortes e precisos. Destaque para a delicadeza das versões de Yesterday, com solo de violino e Blackbird, que ganhou até os assovios de pássaro. Outro momento canção que costuma emocionar os expectadores é a execução de Let it Be. Na apresentação em BH, antes de a orquestra tocar, o maestro Rodrigo Toffolo pediu que a plateia esperasse o fim da música para aplaudir, para que ninguém perdesse a surpresa no final da faixa. E a plateia inteira suspirou ao som de uma pequenina caixinha de música, com as notas da canção.

Ainda na capital mineira, suspiros também foram ouvidos às primeiras notas de Imagine, de certo um dos momentos de tirar o fôlego da apresentação. Para fechar, uma versão de Whit a little help from my friends, dividida entre a original, dos Beatles, e a também conhecida pela voz de Joe Cocker, e a antológica Hey Jude, com coro da plateia acompanhando a beleza das cordas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será publicado após análise.
Obrigado!