quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mostra com 300 peças históricas dos Jogos Olímpicos chega ao Rio



A sapatilha do bicampeão olímpico do salto triplo Adhemar Ferreira da Silva, o tênis do astro da NBA Michael Jordan e uma cópia de um discurso de 1892 do Barão de Coubertin com a proposta de recriação dos Jogos Olímpicos são algumas das atrações de uma exposição inédita no Brasil e que será aberta ao público no Rio de Janeiro nesta sexta-feira


Em entrevista à Agência Efe, o Diretor do Instituto Olímpico Brasileiro, Augusto Heleno Ribeiro Pereira, se mostrou orgulhoso pelo país receber uma mostra tão importante.O acervo da mostra "Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte", em cartaz no Museu Histórico Nacional, pertence ao Museu Olímpico de Lauseanne, na Suiça, e pela primeira vez foi exposto fora do país europeu. Após passar por São Paulo, a exposição agora está na cidade sede dos Jogos de 2016 e ficará aberta ao público de 13 de setembro a 1º de dezembro.

"O fato de o Comitê Olímpico Internacional (COI) ter concordado com o transporte e exposição desse acervo no Brasil já é uma homenagem ao nosso povo, porque esse acervo é valiosíssimo, e com ele vamos mostrar às nossas crianças a história dos Jogos e a complexidade de realizar um evento dessa magnitude aqui", afirmou.

A idealizadora da exposição e diretora cultural do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Christiane Paquelet, contou à Agência Efe como surgiu a ideia de trazer a mostra para o Brasil.

"O Museu Olímpico de Lauseanne ia começar uma grande reforma, e a gente perguntou: por que não trazer o acervo para o Brasil, já que aqui será a sede dos Jogos?", disse.

O público poderá observar de perto cerca de 300 peças que marcaram a trajetória dos Jogos da era moderna. Além da sapatilha de Adhemar, do tênis de Jordan e da carta do Barão de Coubertin, também se destacam luvas do boxeador americano "Sugar" Ray Leonard, uma réplica da primeira cesta de basquete da história, feita em 1891, e o maiô do nadador César Cielo.

Há ainda muitas peças voltadas para o público infantil, como uma seção de mascotes das edições dos Jogos, que para a diretora cultural é uma das partes mais importante da exposição, assim como a memorabilia, que possui objetos que cada país produziu na época em que os jogos foram realizados em suas cidades.

Na parte interativa, os visitantes podem tirar uma foto segurando a tocha olímpica dos Jogos de Londres ou ao lado da famosa mascote Misha (de Moscou-1980) e participar de uma simulação de salto em distância.

Fonte: terra

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