sábado, 3 de agosto de 2013

Morre o jornalista Luiz Paulo Horta, ocupante da cadeira 23 da ABL


 

Autor de livros sobre música clássica e teologia, Horta acompanhou ativamente a Jornada Mundial da Juventude, publicando colunas diárias sobre a visita do Papa Francisco ao Brasil

Jornalista, escritor, crítico de música clássica e colunista de jornal, o acadêmico faleceu vítima de problemas cardíacos. Autor de livros sobre música clássica e teologia, Horta acompanhou ativamente a Jornada Mundial da Juventude, publicando colunas diárias sobre a visita do Papa Francisco ao Brasil. O acadêmico Luiz Paulo Horta morreu na madrugada de hoje (3) vítima de infarto fulminante, informou a Academia Brasileira de Letras (ABL). Horta morreu em sua casa, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Ele era o sétimo ocupante da Cadeira 23 da ABL. A entidade decretou luto de três dias.

O corpo está sendo velado na Sala dos Poetas Românticos, na sede da ABL. O enterro está marcado para amanhã (4), às 11h, no Cemitério João Batista. Antes do sepultamento, ainda na ABL, às 8h30, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, vai celebrar missa de corpo presente.

Horta foi eleito para a academia em agosto de 2008, na sucessão da vaga de Zélia Gattai. O acadêmico e jornalista faria 70 anos no próximo dia 21e se mostrava eufórico com o seu aniversário, onde pretendia uma celebração religiosa, além de um coquetel para os amigos. A Sessão de Saudade será na próxima quinta-feira (8). Após a solenidade, a Cadeira 23 será declarada vaga.

Na academia, era o responsável pela produção e apresentação da série Música de Câmara na ABL. Sua última participação ocorreu na última quinta-feira passada (1º) com o concerto Música & Poesia, com Carol Murta Ribeiro (piano) e Helder Parente (declamação).

Em nota, a presidenta da ABL, Ana Maria Machado, lamentou a morte do acadêmico. “Nas variadas facetas de suas múltiplas atividades intelectuais, Luiz Paulo Horta sempre manteve integridade moral e profundo respeito a um conjunto de valores éticos, cada vez mais raros.”

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