sábado, 17 de agosto de 2013

Astro Robert de Niro entra para o time dos setentões neste sábado, dia 17



O astro do cinema Robert de Niro completa 70 anos ostentando uma carreira de sucessos retumbantes, mas recheada de rotundos fiascos 

Com mais de 45 anos de carreira em trabalhos como ator, produtor e diretor de cinema, Robert De Niro completa 70 anos neste sábado, 17 de agosto. Famoso por colecionar papeis em filmes sobre a máfia, o ator ainda é um dos grandes nomes no cinema. 

De Niro acumulou belas interpretações nas décadas de 1970 e 1980 - várias delas em aclamadas parcerias com Martin Scorsese - mas acabou decaindo um pouco no início do presente século.

Dotado de grande magnetismo e talento, esse ator incomum, ficou marcado pela sua perspicácia ou sorte para encarnar personagens memoráveis no cinema americano da década de 1960, mas toda esta aura não o isentou de participar de filmes absolutamente inexpressivos.

Abaixo, resumo dos melhores e dos piores trabalhos de Robert de Niro, ao longo das mais de quatro décadas de carreira:


MELHORES - O Poderoso Chefão II (1974)

Aos 31 anos, De Niro encarnou a versão mais jovem de um dos homens mais poderosos da América, Don Vito Corleone. Fugindo da perseguição da máfia siciliana, Vito foge da Sicília e constrói a vida numa pequena cidade dos Estados Unidos. O instinto para os negócios, porém, faz com que ele cresça e construa um império cujo valor mais forte é a família.
MELHORES - Taxi Driver (1976)

O segundo papel mais conhecido de Robert De Niro é, provavelmente, o do ex-fuzileiro naval Travis Bickle, um jovem perdido e indignado que ganha a vida dirigindo um táxi nas madrugadas de Nova York e decide fazer justiça com as próprias mãos. A violência com que Martin Scorsese apresenta o personagem ficou marcada na história do cinema.
MELHORES - Touro Indomável (1980)

Outro anti-herói interpretado por De Niro foi Jake La Motta, um boxeador de personalidade agressiva que alcança o sucesso e é engolido por ele. O filme foi indicado a oito Oscars, incluindo o de melhor ator.
PIORES - Brazil: O Filme (1985)

Apesar de cultuada pela crítica internacional, a comédia distópica dirigida por Terry Gilliam não fez sucesso em terras brasileiras. O título talvez justifique a decepção: afinal, o filme associa o nome do país – sem razão clara – a um Estado totalitário, onde pessoas são controladas em todos os seus movimentos (como numa sátira surrealista de George Orwell) e um homem, injustamente acusado, se apaixona por uma terrorista. De Niro faz o papel do verdadeiro criminoso.

PIORES - Frankenstein de Mary Shelley (1994)

A história do monstro criado em laboratório, com partes de corpos humanos, já rendeu dezenas de adaptações interessantes no cinema e na televisão. Curiosamente, aquela que prometia ser a “mais fiel” foi a que mais se afastou do universo da autora Mary Shelley. De Niro interpreta a criatura, abandonada pelo criador no momento do nascimento, que logo aprende a falar e volta para exigir uma companheira.

PIORES - A Ponte de San Luis Rey (2004)

No século XVIII, uma reunião da Inquisição da qual participa o arcebispo do Peru (De Niro) discute para decidir se as cinco pessoas mortas num acidente misterioso mereceram ou não esse destino. Para quê? Pergunta-se o espectador. Pois a questão parece suficientemente relevante para que as histórias de cada um desses personagens sejam recontadas ao longo do filme, tentando provar que o acidente fora um castigo divino.

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