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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Juazeiro do Norte destaca-se como um dos mais importantes destinos do turismo religioso no Brasil


 

Milhares de fiéis visitam Juazeiro do Norte – CE ao longo do ano, seja para pagar promessas ou apenas rezar pela memória de Padre Cícero, o maior mito da religiosidade nordestina. O movimento chega ao ápice nos dias 24 de março e 20 de julho, datas de nascimento e morte do religioso

Pelos quatro cantos do Brasil podemos encontrar diversidade cultural. Grande parte dessa cultura é proveniente da miscigenação de diversos povos que por aqui se abrigavam, pois fugiam das adversidades ou buscavam uma vida melhor. Uma mistura que ultrapassou o físico e material, da qual surgiram novos hábitos, costumes, valores e crenças. Em cada parte do país uma forma diferente de fé, reza e festividade.


No Ceará, o culto ao Padre Cícero, em Juazeiro, é a maior manifestação da região, concentrando-se em um centro religioso, no Vale do Cariri, que guarda a imagem de Padre Cícero, ou “Padim Ciço”. O ano de 1889 marcou a cidade, pois o Padre surpreendeu-se ao ver a transformação de uma hóstia em sangue, enquanto ele a dava para a beata Maria Magdalena do Espírito Santo. O fato se repetiu por várias outras vezes, com diferentes fiéis. A partir daí, Juazeiro tornou-se parte do movimento de peregrinação brasileiro. A cidade recebe ainda mais visitantes a partir do dia 30 de outubro, quando os fiéis saem em romarias. Mas a grandiosa romaria acontece mesmo em novembro, mês dos finados.


O passeio conta com visitas a pontos turísticos, como a Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, em construção barroca, a Igreja de São Francisco e a Capela de Perpétuo Socorro. É essa última que reúne o maior número de fiéis, pois foi construída pelo próprio Padre Cícero, que hoje tem seu túmulo no piso do altar-mor da Catedral.

Luiz Gonzaga e a sua devoção a Padre Cícero

No leito de morte, Luiz “Rei do Sertão” Gonzaga, pediu a seu filho Gonzaguinha que o seu corpo passasse em Juazeiro do Norte, antes de seguir para o destino final, a sua terra natal, Exú (PE). Em uma das maiores demonstrações de carinho já presenciadas, uma multidão se perfilou ao longo dos oito quilômetros que separam o aeroporto de Juazeiro ao Memorial Padre Cícero, todas ávidas por dar o seu último adeus ao “Nordestino do Século XX”, que tanto cantou o Juazeiro e seu “Padim Ciço”, demonstrando um profundo respeito pela lendária figura que ainda hoje arrasta multidões a um dos maiores destinos religiosos do país.




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