sábado, 8 de setembro de 2012

Natal: a capital do RN é uma das jóias do Nordeste




Desembarcamos em Natal na madrugada do feriado de sexta-feira, para conhecer e usufruir da hospitalidade de uma das mais belas capitais nordestinas. Abordaremos aqui no Artecultural as belezas naturais e os aspectos pitorescos da jóia potiguar

Nossa guia turística iniciou o city tour pela bela avenida que leva o nome de um político local, mas que todos conhecem como Via Costeira, onde estão localizados os melhores hotéis da cidade. Após um rápido giro pelo centro da cidade, onde estão alguns prédios de valor histórico, passamos em frente à base de lançamentos de foguetes chamada de Barreira do Inferno e em centro de artesanato. Ali, pudemos conhecer um traço de humor nas peças e camisetas com motivos locais.

O próximo destino não podia ser outro senão o maior cajueiro do mundo, na Praia de Pirangi. É realmente incrível a extensão da árvore, - ocupa uma espaço de um campo de futebol, - e o belíssimo estado conservação por certo lhe garantirá muitas décadas de vida pela frente. Também em Pirangi, faz parte do roteiro o passeio de barco até as piscinas naturais para mergulho e contemplação. Para quem fizer este roteiro, uma dica: os guias levam todos os turistas para o restaurante do qual se embarca para o passeio, como se faz em Maragogi (AL). Fuja dele, pois os preços são exorbitantes. Cerca de 100 metros adiante, logo após o Cajueiro Grande, têm bons restaurantes pela metade de preço.

Por volta das 17 horas, o retorno para o hotel para cumprir um compromisso com um dos hotéis da cidade, sobre o qual faremos matéria especial aqui no blog. A nossa manhã de hoje, dia 08, foi dedicada a apanhar um sol na Praia de Ponta Negra com uma vista maravilhosa do Morro do Careca e poder conhecer outras nuances dos vendedores que povoam as areias da praia, como o carro de churrasquinho que mostra o cardápio também em inglês ou a rima politicamente incorreta do cara do pastel:

Olha o pastel de queijo e camarão
Que alimenta o homem e a mulher
E também o baitola e o sapatão...
Não é por falta de informação que o turista estrangeiro vai deixar de degustar a iguaria

No fim da tarde, na volta do almoço, uma cena hilária: uma turista do sul do país, passando distraída na frente de uma loja de artesanato, a olhar a vitrine, não percebeu um casal representando Lampião e Maria Bonita, devidamente paramentados de espingarda e tudo. Claro que eram armas inofensivas, mas não pudemos conter o riso diante do desespero da turista agarrando-se ao marido: “moço, pelo amor de Deus, vira esse troço prá lá, não faça mal prá gente...” De nada adiantava o rapaz explicar que aquela não era uma arma de verdade e nem o marido tentar acalmá-la. Impagável a cena.
Vejam a "Maria Bonita" ameaçando-me de decapitação

Euriques Carneiro

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário será publicado após análise.
Obrigado!