sábado, 11 de agosto de 2012

Paulinho da Viola já está imortalizado no Museu da Imagem e do Som


Um dos maiores nomes do samba, Paulinho da Viola grava depoimento para compor o acervo do Museu da Imagem e do Som

Compondo o time de “setentões” da MPB, o sambista Paulinho da Viola nasceu em 12 de novembro de 1942. Com elegância, sensibilidade e sabedoria, ele desfilou com toda a leveza pela Praça 15, no centro da cidade do Rio de Janeiro, no último sábado dia em que o compositor portelense prestou depoimento à posteridade no Museu da Imagem e do Som (MIS), durante seis horas e meia.

Afastado temporariamente do violão e do cavaquinho, da marcenaria e da funilaria, Paulinho revelou que viaja muito a São Paulo para encontrar amigos. Entre eles, gente do mundo da música e o campeão de sinuca Carne Frita — o cantor é um exímio jogador de sinuca. “Ele está cego de um olho, tem mais de 80 anos, mas encaçapa qualquer bola que vier”, disse Paulinho, sorrindo. Revelou ainda que passava horas à frente da TV em meados da década de 80, quando a Bandeirantes transmitia partidas de sinuca com os grandes jogadores da época, a exemplo do próprio Carne Frita, o baiano Rui Chapéu, Roberto Carlos, entre outras feras do taquismo nacional.

Paulinho da Viola é autor de vários clássicos da boa musica nacional, interpretadas por ele mesmo ou por nomes de peso como Chico Buarque e Marisa Monte. Em qualquer ranking da MPB certamente, Foi um rio que Passou na Minha Vida, Sinal Fechado e Nervos de Aço, estarão presentes.



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