sábado, 25 de agosto de 2012

Número de visitas à residência de Elvis Presley só é inferior à da Casa Branca




Graceland, a mansão onde Elvis Presley morou é a segunda residência mais visitada nos EUA, atrás a pena da residência oficial do Presidente dos EUA, a Casa Branca

A história mostra que talvez nunca tenha existido um fenômeno musical mais impactante que Elvis Aaron Presley (1935-1977). Mas, por trás da fachada de Graceland, e dentro dos 20 cômodos da mansão, o homem público tornava-se o filho de Gladys e Vernon, o pai de Lisa Marie, o marido de Priscila Presley e o amigo da Máfia de Memphis. A propriedade que pertencia ao casal Thomas e Ruth Moore só foi comprada pelo rei do rock (título que detestava) em 1957, aos 22 anos, por US$ 102.500, como um presente para a mãe, única mulher à qual foi fiel durante toda a vida.

As origens humildes, enraizadas na pequena cidade de Tupelo, Mississippi, ficaram como rastro de seu caráter generoso. Mas logo que acumulou uma pequena fortuna passou a gastá-la na mesma proporção — e a comprar tudo o que um novo rico poderia sonhar: fliperamas, carros (teve mais de 200 Cadillacs) e aviões (o primeiro, um Convair 880 de 1958, por US$ 250 mil; outro apenas a serviço de seu empresário, o controverso Coronel Parker, para que chegasse antes aos shows e preparasse tudo com antecedência). O astro se dava a inúmeros outros caprichos como roupas extravagantes e tudo que dizia respeito à tecnologia, item que ainda engatinhava no inicio da década de 70.

É em busca de detalhes da vida de Presley que milhares e milhares de admiradores ardorosos visitam a Graceland, aumentando ainda mais a aura de mistério que cerca a trajetória do astro.  

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