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terça-feira, 17 de abril de 2018

Inteligência, Cultura e Sabedoria: até onde estes conceitos podem estar interligados?


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Cada criatura humana, - independentemente de raça, credo ou classe social, - está impreterivelmente envolvido, na inteligência, na cultura e na sabedoria, mas estes conceitos não podem ser confundidos entre si

Caros amigos que nos acompanham aqui no Artecultural. Recebi hoje de uma diletíssima amiga, um questionamento superinteressante. Disse-me ela: “Euriques, para você, inteligência, cultura e sabedoria são conceitos semelhantes?...”

Achei o tema instigante e resolvi escrever um pouco sobre ele.Na verdade, existem correntes de pensamento que colocam em um mesmo balaio estas três vertentes do ser humano, a inteligência, a cultura e a sabedoria, mas componho o grupo que as enxerga com nuances bastante distintas. Se não vejamos: 


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Inteligência – o Criador dota os seus filhos de inteligência, em maior ou menor grau e, dessa forma, podemos dizer que ela é nata, você traz no seu DNA. A inteligência vai definir a sua capacidade de aprendizado, o quanto você absorve de informações e em que tempo, o seu posicionamento diante de conflitos e situações onde é exigida a capacidade de compreensão e discernimento... Complementaríamos dizendo que a inteligência é a sua capacidade de transformar informações em conhecimento, isso nos vários ramos da atividade humana, seja ele física, emocional ou intelectual. 


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Cultura – conceitualmente falando , podemos definir cultura como tudo aquilo que absorvemos de fora para dentro, que compreende, o conhecimento adquirido pelo estudo, pelo repertório assimilado, pela domínio e compreensão das diversas vertentes das artes. Mas engana-se quem pensa que culta é aquela pessoa de fala de balé clássico a física nuclear, que gosta de ópera, declama Camões, já leu tudo de Gabriel Garcia Marquez, é poliglota e navega no mundo da erudição.

É igualmente culto o detentor da sabedoria popular, onde a sofisticação dá lugar às manifestações simples do povo, às suas raízes e às suas tradições, cujo somatório de cabedal cultural vai ampliando o saber. Desta forma a culinária, os cantos e as festas populares, a própria língua regionalizada fazem parte da cultura de determinada parcela da população. 


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Sabedoria – como diria Sr Aristides, uma figura folclórica do bairro onde cresci, “aí é outro departamento...”. A sabedoria vai muito além de inteligência e cultura, pois ela é uma andança ao longo da existência do indivíduo e nesta caminhada constante, vai-se amealhando a experiência de vida. Entrelaça-se aí a inteligência buscando a cultura que pode levar à sabedoria. ‘Ou não’, plagiando o santamarense Caetano Veloso.

O sábio tem tirocínio, discernimento acima da média e define claramente quando deve falar e quando deve emudecer, quando intervir e quando deixar a vida seguir seu rumo. Por isso os sábios são mais profundos e inspiram as pessoas ao seu redor. Ele possui a capacidade de desvendar os mistérios insolúveis para muitos, evitar as trilhas espinhosas e aí não se trata de ter inteligência para descobrir a boa estrada na vida e nem cultura para fazer a correta leitura do mapa para ver as estradas a percorrer. O sábio sabe por onde caminhar, constrói seu próprio caminho e ainda é capaz de influenciar pessoas a fazerem o mesmo.

Finalizando: ser inteligente e/ou culto grande parte das pessoas pode ser. Já sábio... aí é outro departamento!

Euriques Carneiro

57 anos da Invasão da Baía dos Porcos: um dos grandes fiascos americanos


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Há 57 anos, ataque supostamente ultrassecreto — anunciado antes pelo New York Times e pela Rádio Moscou —terminava com 1202 presos e um rotundo fracasso dos EUA

No dia 17 de abril de 1961, a agência de notícias UPI divulgou ter recebido uma nota do embaixador argentino em Cuba, Julio Amoedo, sobre uma força invasora que havia desembarcado no sul da ilha de Fidel Castro.

Há 20 anos, em 22 de fevereiro de 1998 foi divulgado pelo Arquivo Nacional de Segurança dos EUA, que a operação militar havia começado a ser planejada pela CIA (Agência Central de Inteligência) em agosto de 1959, por ordem do presidente Dwight Eisenhower. A ideia inicial era preparar exilados cubanos para se infiltrarem em Cuba e organizarem uma dissidência anticastrista. Para tanto, a CIA lançou, em março de 1960, seu Programa de Ação Encoberta Contra o Regime de Castro, com um orçamento previsto de US$ 4,4 milhões.

O documento de 150 páginas, escrito em fins de 1960 pelo almirante Lyman Kirkpatrick, revela que, em setembro de 1960, passou a dominar a ideia de um ataque armado. A CIA estava convencida de que poderia derrubar Fidel Castro, da mesma forma como havia deposto o governo reformista de Jacobo Arbenz, na Guatemala, em 1954. A agência de espionagem garantia que o povo cubano, farto de entrar em filas, esperava um sinal de rebelião. O objetivo estratégico dos EUA, no entanto, era conter um alastramento do comunismo na América Latina.
Rebelião interna simulada 


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Para executar a invasão, exilados cubanos e herdeiros das empresas norte-americanas nacionalizadas pelo governo de Fidel Castro formaram o Exército Cubano de Libertação, com armamentos norte-americanos e bases de treinamento no Panamá e na Guatemala. Para simular uma rebelião interna do exército cubano, os aviões dos EUA envolvidos na invasão foram camuflados com a estrela da força aérea de Cuba.

Castro soube do ataque com antecedência e já esperava a invasão na ilha. Che havia passado a informação a ele. Acredita-se que algum dos exilados treinados pelos EUA era um espião que passava informações ao governo cubano. Quando as forças invasoras chegaram à Baía dos Porcos, as tropas de Fidel, treinadas e equipadas pela União Soviética, derrotaram os exilados em três dias.

Não que Fidel precisasse da ajuda de Che. A Rádio Moscou havia anunciado o ataque quatro dias antes. “O problema para a CIA era criar uma força invasora poderosa o suficiente para vencer... mas não tão forte a ponto de revelar o apoio americano. A invasão, em essência, tinha que ser cubanizada – feita para parecer amadora.” Nesse ponto, a agência fez um belo trabalho: em três dias, os 1202 rebeldes que escaparam da morte estavam na prisão em Havana.


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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Universidades que garantem acesso da comunidade negra terão verba de R$ 340 mil doadas pela cantora Beyoncé


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A cantora texana Beyoncé doará cem mil dólares (cerca de R$ 340 mil) para universidades criadas para garantir o acesso da comunidade negra ao ensino superior

O anúncio foi feito após a artista se apresentar no festival Coachella, nos Estados Unidos, no último sábado, 14, com um show repleto de símbolos do empoderamento negro, característica esta que ela vem mostrando há cerca de 4 anos.

A cantora, que se tornou a primeira mulher negra a ser uma das atrações principais do festival, mantém um programa de bolsas escolares e anunciou nesta segunda-feira, 16, que as universidades Xavier, Wilberforce, Tuskegee e Bethune-Cookman vão receber aproximadamente R$ 85 mil cada uma.

Essas instituições foram criadas após a Guerra Civil Americana para garantir o acesso de negros ao ensino superior, uma vez que a maioria das universidades privadas não aceitava sua inscrição. Essa segregação só foi proibida após a aprovação do Ato de Direitos Civis de 1964.

O show de Beyoncé foi marcado pelas participações de seu marido Jay-Z e da irmã Solange, citações a Malcolm X e Nina Simone e o reencontro da girl band de Beyoncé, Destinys Child.

Referência: estadao

domingo, 15 de abril de 2018

Codex Gigas - A Bíblia do Diabo é o maior livro da Idade Média


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A Bíblia "Codex Gigas" é o maior manuscrito da Idade Média, foi escrito por um monge que teria vendido a alma ao Diabo e há uma macabra lenda sobre o que o demo fez nele

A Idade Média é um período da história que guarda alguns dos mitos e escritos mais misteriosos. Um deles é o maior manuscrito medieval do mundo, o “Codex Gigas”, uma bíblia profana gigante que, segundo a lenda, foi escrita em condições sobrenaturais por um monge que vendeu a alma ao arcanjo caído, Lúcifer.

O manuscrito pesa 74 quilogramas, mas o que realmente impressiona é a gigantesca dimensão do livro (quase 1 metro de comprimento: 92 x 50.5 x 22 cm). Apesar de tudo, o mistério reside no conteúdo das 624 páginas: foi feita no século XIII por um só homem e, sem qualquer explicação aparente, uma página inteira é dedicada a um desenho sinistro de um demônio.

Acredita-se que o livro foi feito num convento beneditino da região de Boemia. Não se conhece o autor deste manuscrito, nem em que circunstâncias foi feito o desenho do diabo, mas os especialistas ficaram surpreendidos com a excelente caligrafia e a ausência de erros. 


Um monge excomungado
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A lenda diz que esta “Bíblia do Diabo” foi trabalho de um monge que foi sentenciado à morte por esmagamento entre duas paredes, após quebrar os votos. Para não ser executado, o monge sugeriu fazer uma cópia da Bíblia durante apenas uma noite. Os juízes aceitaram. O monge foi-se apercebendo que não ia conseguir terminar tamanha tarefa. Em desespero, fez uma oração a Lúcifer, o arcanjo caído, também conhecido como diabo. 

O monge pediu então a ajuda do demônio para terminar o livro em troca da sua alma. O diabo terá então completado o manuscrito e o monge acrescentou numa das páginas, uma imagem de Lúcifer, em sinal do seu apreço. A lenda diz ainda que esta “Bíblia do Diabo” está amaldiçoada e que traz doença e desastres. Ainda é desconhecida a origem desta lenda.
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Muitos historiadores apoiam a teoria de que o castigo do monge copista era comum. Contudo, inúmeros estudiosos acreditam que o autor do manuscrito entrou numa clausura de 5 anos para escrever o livro. Segundo dados do National Geographic, seriam necessários 5 anos de escrita para completar o livro, sem contar com as ilustrações. Um dos mistérios que ainda está por desvendar é o uso da mesma tinta em todas as páginas. Era habitual mudar-se de tinta com o passar das semanas.

A “Bíblia do Diabo” já esteve em exposição em Praga e agora se encontra na Biblioteca Nacional de Estocolmo.



Rreferência: https://observador.pt

sábado, 14 de abril de 2018

Paraty, RJ: charme e glamour de uma bela cidade histórica


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A belíssima cidade Paraty, no Rio de Janeiro, guarda belezas históricas e naturais de encantar os viajantes desde o Centro Histórico até as praias e ilhas

Chegando à cidade, tem-se a impressão que o tempo parou em Paraty. A cidade do litoral sul carioca com forte herança colonial fica perto do oceano, entre de dois rios e da Serra do Mar, e guarda belezas históricas e naturais na mesma medida. O ritmo do caminhar é mais lento pelas ruas de pedra pé-de-moleque, e carros sequer passam pelo lendário centro histórico.

Mas não se engane: a atividade cultural é das mais intensas, e a quantidade de praias e deslumbres naturais atraem gente do mundo todo, tornando a cidade efervescente e sempre com algo interessante para fazer.

Como chegar a Paraty
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O aeroporto mais próximo de Paraty fica no Rio de Janeiro, a 256 quilômetros. Vindo de carro, o acesso é pela estrada Rio-Santos. Há opções de ônibus, oferecidos por empresas como Costa Verde e Colitur.

Lembrando que é proibido o trânsito de automóveis no Centro Histórico – portanto, use sapatos confortáveis para andar pelas ruas de pedras. Para chegar às ilhas e praias, barcos e escunas são as melhores opções.
Festas de Paraty

Se depender do clima, não há época ruim para visitar Paraty, já que as temperaturas são agradáveis o ano todo. Mas se a ideia é passar por lá nas datas mais movimentadas, há pelo menos três grandes festas em Paraty que merecem ser conferidas.

A maior, claro é a Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP, que reúne grandes escritores da literatura nacional e internacional, com palestras, debates, sessões de autógrafos e shows musicais – em 2017, aconteceu entre 26 a 30 de julho. Já a Festa do Divino ocorreu 50 dias depois da Páscoa, seguindo uma tradição portuguesa com fanfarra pelas ruas e uma grande procissão pelo Centro Histórico. 

E o Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty é outro evento tradicional da cidade, que aconteceu em agosto, quando os principais alambiques da região vendem e oferecem degustações das famosas cachaças, e a programação inclui muitos shows locais.
O que fazer em Paraty

Centro Histórico
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Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, o Centro Histórico de Paraty pouquíssimo mudou desde os séculos 18 e 19. Nas ruas de pedra irregular, não podem passar automóveis – no máximo passa uma charrete carregando casais de turistas deslumbrados com tanto charme.

Ou seja, nada melhor do que caminhar vagarosamente e apreciar a beleza dos casarões coloniais com suas portas de madeira, dos sobrados de janelas multicoloridas, dos cafés e restaurantes com mesinha na rua e de prédios históricos como a Igreja de Santa Rita, erguida em 1722.

Para aprender mais sobre tanta história, que tal fazer um passeio a pé guiado? O Tour acontece todos os dias (exceto quarta-feira), com versões em português (às 10h30) e em inglês (17h), saindo da Praça da Matriz.

Dica: escolha um hotel ou pousada no Centro Histórico, para vivenciar ao máximo o espírito colonial da cidade.

Praias e ilhas
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Prepare-se para uma tarefa dificílima: escolher qual das mais de 60 ilhas e 90 praias visitar em Paraty. É verdade que a grande maioria fica afastada do centro e acessível somente de barco ou por meio de trilhas. Mas qualquer esforço vai valer e muito a pena!

A melhor dica é fazer passeios de escuna ou barco e percorrer diferentes ilhas. Há roteiros mais tradicionais, por praias mais próximas, até mais rústicos e aventureiros, mas quase todos com paradas para mergulho.

Os roteiros mais comuns passam pelas praias Vermelha e da Lula, e as ilhas Comprida e do Algodão. Uma opção bacana é ir até o Saco do Mamanguá, um braço de mar de oito quilômetros que avança sobre o continente e forma um fiorde, considerado o único no país.

Cachoeiras e piscinas naturais
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Paraty também tem muitas e lindas cachoeiras, abençoadas pela Serra do Mar. Na estrada para Cunha, encontram-se quedas d´água que formam piscinas naturais absolutamente perfeitas para banhos. Alugue um jipe e percorra várias delas, como a Pedra Branca e Tobogã.

A Vila de Trindade, a cerca de 25 quilômetros do centro, é um recanto de beleza e rusticidade. Há diversas praias selvagens como a do Sono, do Cepilho, de Fora e a mais famosa – a do Cachadaço, que forma uma espetacular piscina natural, um dos cartões-postais da região. Não por acaso, a região atrai uma galera mais jovem e aventureira.
Esportes de aventura

Os fãs de hiking e caminhadas vão encontrar uma infinidade de opções de trilhas por Paraty. Uma opção bastante popular é a Travessia da Juatinga, com trilhas do tempo dos escravos, que passam por diversas comunidades caiçaras (onde se pode hospedar e fazer refeições).

Para os adeptos da adrenalina, as opções de esportes de aventura também são variadas, indo do surfe à canoagem oceânica, da vela ao mergulho. Aliás, mergulhar nas águas cristalinas da Baía da Ilha Grande é programa imperdível – basta escolher uma das operadoras disponíveis na cidade. E prepare-se para encontrar pelo caminho, se tiver sorte, muitas tartarugas e golfinhos.

Onde comer (e beber) em Paraty
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É possível montar um roteiro gastronômico dos mais diversificados em Paraty, graças às variadas nacionalidades representadas nos restaurantes do Centro Histórico.

Mas nada como explorar a deliciosa culinária regional, que destaca os frutos do mar e a indispensável banana da terra. Há opções populares de restaurantes, como o Paraty 33, que lembra uma taberna antiga, com direito a música ao vivo; ou o Banana da Terra, romântico e com releituras modernas da cozinha caiçara.

Os fãs de cachaça não podem deixar de visitar um (ou alguns) dos alambiques da cidade. O Maria Izabel é o mais tradicional, produzindo a bebida em barris de carvalho e jequitibá. O Coqueiro é o mais antigo, comandado pela mesma família há cinco gerações. E no Engenho D’Ouro há um restaurante próprio.

www.momondo.com.br

'De Santo Amaro a Xerém': a turnê conjunta de Maria Bethânia e Zeca Pagodinho percorre cinco cidades até o final de maio


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A arte sempre tem seu lugar e em tempos de Brasil conturbado, um alento para os amantes de uma boa música: Zeca Pagodinho e Maria Bethânia estão dividindo o palco no espetáculo 'De Santo Amaro a Xerém'

Sábado passado (7), a dupla estreou em Olinda, no Grande Recife, a turnê conjunta De Santo Amaro a Xerém, cujo título faz referência às origens da cantora baiana e do sambista carioca.

A ideia do projeto surgiu a partir de um bem-sucedido encontro que os dois tiveram em 2016. Zeca convidou Bethânia para participar de seu CD/DVD O Quintal do Pagodinho, no qual fizeram um festivo dueto de Sonho Meu, famoso samba de Delcio Carvalho.

O entrosamento foi singular e agora a dupla está com viagens marcadas para cinco cidades brasileiras: Salvador (dia 14 de abril), Rio de Janeiro (21 de abril), Belo Horizonte (6 de maio), São Paulo (18 e 19 de maio) e Brasília (30 de maio). 


Tem música inédita feita por Caetano Veloso
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Bethânia pediu ao irmão Caetano uma composição inédita para acrescentar ao novo projeto. E o maior letrista vivo da MPB entregou Amaro Xerém, classificado pelo crítico Mauro Ferreira como um "samba de roda à moda baiana, mas que dialoga com o samba do Brasil, em sintonia com os versos de Caetano".

Zeca e Bethânia cantam a música em dueto no início e no fim do show. Infelizmente, os dois afirmaram que não têm intenção de registrar o espetáculo em CD ou DVD. Isso significa que para conhecer Amaro Xerém, os fãs precisam ter um assento na plateia do show.

Sim, entre clássicos do samba e do pagode, músicas inéditas e homenagens às escolas de samba carioca Mangueira e Portela, a dupla canta no palco 40 canções – 13 delas em dueto. O roteiro reúne algumas pérolas como Você não Entende Nada, Cotidiano, Desde Que o Samba é Samba e Deixa a Vida Me Levar.

Portelense de coração, Zeca Pagodinho interpreta nesse show três sambas históricos da agremiação carioca: Portela na Avenida (1981), Lendas e Mistérios da Amazônia (1970) e Foi um Rio que Passou em Minha Vida, clássico de Paulinho da Viola.

Bethânia também tem seu momento de homenagem à sua escola preferida, Mangueira. Sozinha, ela interpreta no palco seis canções ligadas à história da escola carioca. O destaque fica por conta de A Surdo 1, presente de Adriana Calcanhotto, que compôs o samba em 2016 depois de a Mangueira ser campeã celebrando a trajetória de Bethânia.


Para os mais ansiosos, segue abaixo a letra do samba:
No alto brilha um

Risco raro

Que passa do mal ao bem

Por cima formando

Um aro

Por baixo

Um trilho de trem

De Guadalupe ao Amparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

(Zeca)

O que passa

É mais que claro

É todo mundo e é ninguém

Do generoso ao avaro

De Gaza a Jerusalém

Do bem barato

Ao bem caro

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

Aí amor amor amaro

Aí cheirinho de Xerém

Ai amor — paro

Ai amor — vem

(Zeca)

Com você nada comparo

Aquele seu vai-e-vem

Quando eu todo me descaro

Do Leblon a Buranhém

Desculpe o meu

Despreparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

(Maria Bethânia)

Por essa luz eu disparo

Sem repetir nhenhenhém

O Brasil é que é meu faro

Levaremos tudo além

É no samba que eu preparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

Aí amor amor amaro

Aí cheirinho de Xerém

Ai amor — paro

Ai amor — vem

Aí amor amaro

Ai cheirinho de Xerém

Ai amor - paro

Ai amor - vem

Por essa luz disparo

Sem Repetir nhennhennhém

O Brasil é que é meu faro

Levaremos tudo além

É no samba que eu preparo

De Xerém a Santo Amaro

De Santo Amaro a Xerém

quinta-feira, 12 de abril de 2018

A queda da França na Segunda Guerra Mundial


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Basta pesquisar na net para perceber que histórias sobre a segunda guerra não faltam. Existe uma infinidade de filmes, documentários e livros sobre o tema, muitos verdadeiros, outros nem tanto...

Até chegar à França, os nazistas haviam enfrentado países pequenos e de poucos recursos humanos e materiais, quase sem tradição militar. Esperava-se que a França fosse resistir com mais eficiência, pois contava igualmente com a colaboração de um corpo expedicionário britânico. Vis a vis, os exércitos franceses tinham um número equivalente em homens, tanques e aviação, além de terem sido vitoriosos em 1914/1918. No entanto, a catástrofe francesa foi ainda maior pelo inesperado ímpeto das tropas nazistas.

Abaixo, relacionamos fatos que ocorreram na Franca, no período em que Paris esteve sob a ocupação nazista, citando 12 acontecimentos que entraram para a história da humanidade. Para quem já visitou ou pretende visitar a Cidade Luz, pode fazer um paralelo com algumas das cenas aqui retratadas e entender melhor tudo o que ocorreu na França neste período tão sombrio da história da humanidade. 

1 – Erro na estratégia militar facilitou a invasão da França pelos alemães
A Segunda Guerra começou oficialmente em setembro de 1939, quando a Alemanha invadiu a Polônia. A expansão nazista foi bem rápida e em junho de 1940, já havia chegado à França. A Segunda Guerra foi um dos maiores vexames militares da história francesa. Em princípio, o governo francês, na tentativa de deter o avanço alemão, colocou seus soldados na fronteira com a Alemanha, na chamada “linha Maginot”. Contudo, essa estratégia revelou-se totalmente errada, já que os nazistas atacaram a França pela Bélgica, que havia sido conquistada recentemente, chegando quase sem nenhuma dificuldade a Paris em 14 de junho de 1940. No dia 22, a França assinou a rendição. 

2 – Uma nova capital para a França

O acordo firmado pelos alemães e o então presidente francês François Lebrun dividiu a França em duas: a zona ocupada pelos nazistas e a zona não ocupada (zona livre), governada pelos franceses e com a capital na cidade de Vichy, ao sul, acordo esse que serviria aos interesses dos alemães. Nos termos do acordo, o exército francês deveria ser dissolvido. Além disso, a França deveria arcar com o custo da invasão alemã. 

3 – Rendição da França e a vingança de Hitler

Hitler exige que a total rendição francesa se inicie em Compiegne, ao norte da floresta de Paris, o mesmo local da rendição dos alemães na Primeira Guerra Mundial. Hitler inclusive manda trazer à Paris o mesmo vagão de trem onde os alemães assinaram sua rendição 22 anos antes. Hitler pretendia, desta forma, humilhar os franceses e vingar a derrota alemã. 

4 – Trânsito de automóveis civis totalmente proibido

Carros particulares, Taxis e Ônibus foram proibidos de circular pela cidade, sendo permitido somente o trânsito de veículos militares ou com autorização especial dos nazistas. 

5 – Férias em Paris era presente de Hitler a seus oficiais
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O Ministro da Propaganda da Alemanha Nazista Joseph Goebbels (que segundo o testamento de Hitler, deveria ser o seu sucessor) queria passar a ideia de que a “Cidade-Luz” nunca perdera o seu brilho, por isso o turismo em Paris era estimulado para dar a impressão de que Paris sob o dominio alemão não perdera seu charme e encanto. Hitler costumava presentear seus oficiais com férias em Paris. Inclusive foi criado um programa chamado “Paris Para Todos, Uma vez”. 

6 – Obras do Louvre longe dos nazistas 

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Em 1938, quando Hitler invadiu a Áustria e parte da Tchecoslováquia, autoridades francesas, prevendo o pior, iniciaram a operação de transferência das obras de arte do Museu do Louvre para castelos fora de Paris, longe do alvo dos alemães. Usando empresas de transporte, milhares de obras de arte, embaladas em caixas de madeira seguiram, sem nenhuma escolta ou segurança, para o Vale do Loire. Um total de 5.446 caixas foram transferidas em mais de 200 viagens. 



No dia seguinte da declaração de guerra da França à Alemanha, 3 de setembro de 1939, o Louvre já estava vazio. Nas fotos acima vemos os corredores do Louvre totalmente vazios e a retirada da Vitória de Samotracia, uma das obras-primas do museu. Em 1945, depois da libertação de Paris, as obras foram restauradas e finalmente devolvidas ao museu. 

7 – E a festa continuou…
Depois da tomada de Paris pelos alemães, todos os cinemas foram fechados. No dia 25 de junho, depois da assinatura do armistício, sessenta cinemas reabriram suas portas em Paris, dos quais quatro ficaram reservados às tropas alemãs (Soldaten Kino): Rex, Marignan, Empire e a sala do Palais de Chaillot. A partir de julho, foram reabrindo outros cinemas. Apesar do clima tenso, os cinemas, bares e cabarés viviam cheios durante a ocupação, porém os filmes americanos e ingleses foram banidos, assim como o jazz, pois, de acordo com um jornal que colaborava com a ocupação, tinham um sabor “negro-judeu”.
Durante a exibição dos filmes de propaganda do poder instalado ou do jornal cinematográfico alemão – que era exibido em versão francesa com o título de “Actualités Mondiales” – os espectadores vaiavam e a projeção continuava com a sala semi-iluminada, a fim de que a polícia municipal pudesse identificar melhor os manifestantes. Nas salas de espera, os exibidores colocavam cartazes pedindo ao público que não vaiasse, porque o cinema poderia ser fechado caso isso ocorresse. 

8 – Édith Piaf cantando para prisioneiros franceses 

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Durante os 52 meses em que Paris esteve ocupada, alguns cantores como Maurice Chevalier e Édith Piaf realizaram turnês musicais nos campos de prisioneiros de guerra franceses, com cachês pagos pelos nazistas, fornecendo propaganda do “bom tratamento” dado a eles pelos alemães. 

9 – Picasso na Paris ocupada

Pablo Picasso optou por permanecer em Paris durante a ocupação, vendendo discretamente seus quadros, porém recusou-se (temendo represálias) a assinar uma petição pela liberdade de um amigo, o poeta Max Jacob, preso pela Gestapo (polícia secreta alemã) — documento que até mesmo colaboracionistas assinaram. Jacob morreu no terrível campo de concentração de Drancy. 

10 – Coco Channel espiã de Hitler?

Documentos encontrados recentemente nos arquivos do Ministério de Defesa da França e das polícias secretas francesa e alemã mostram que uma das mais prestigiadas figuras da moda em todo o mundo, Coco Chanel foi a agente F–7124 da Abwehr, a agência de inteligência de Hitler, durante a ocupação nazista da França, de 1940 a 1944. “Wesminster” era o seu código. A revelação é do documentário A sombra da dúvida, apresentado pelo historiador Franck Ferrand e veiculado no canal France 3.

Segundo Ferrand, Coco Chanel, “uma antisemita, homofóbica e alpinista social” ao voltar a Paris, em 1940, hospedou-se no Hotel Ritz, na Place Vendôme, quartel general das forças nazistas e tornou-se amante do barão Hans Gunther von Dincklage, um agregado militar da embaixada alemã que tinha um alto posto na Gestapo. Sua atuação não se limitou a apontar judeus no mundo da moda. Ela também cumpriu diversas missões de espionagem. Em 1943 seus chefes ordenaram que ela convencesse Winston Churchill, a quem conhecia pessoalmente por ser amigo de seu ex-amante, o Duque de Westminster, a assinar um cessar-fogo com a Alemanha. Churchill nunca a recebeu. Chanel foi viver na Suíça após a libertação de Paris. 

11 – O General alemão que salvou Paris da destruição total
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Quando os aliados invadiram a Normandia no chamado “Dia D” e as tropas aliadas chegavam perto de Paris, Hitler deu a ordem para deixar Paris arrasada por explosões de dinamite nas pontes e grandes edificios e bombas incendiárias nos bairros centrais. O General alemão Dietrich von Choltitz, um amante das artes e consciente do que Paris representa para o mundo, interrompeu as comunicações com o alto comando alemão e negou-se a deixar tudo em ruínas. Desta forma as pontes históricas, o Louvre, e tantas outras edificações se salvaram intactas. 

12 – Os Filhos da Ocupação
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Após o fim da guerra, estatísticas apontavam pelo menos 200.000 “filhos da ocupação”, que eram crianças nascidas dos relacionamentos de mulheres francesas com oficiais alemães neste período. Estas mulheres foram reconhecidas como “nacionalmente indignas” e sofreram, além da degradante humilhação em público, penas de seis meses a um ano de prisão, seguida da perda total de direitos civis por mais um ano, quando ainda eram violentadas e insultadas nas ruas. Muitas tinham a cabeça raspada. Muitas vezes só raspar a cabeça não bastava, eram despidas, abusadas, desenhavam a suástica nos seus rostos, ou queimavam a marca com ferro em brasa na testa. Muitas, não suportaram a vergonha daquela situação e sucumbiram cometendo suicídio.
Na foto acima, podemos ver Adolf Hitler em Paris, com a Torre Eiffel ao fundo, um dia depois da rendição formal da França, em 23 de junho de 1940. À sua esquerda está Albert Speer, Ministro Alemão de Armamentos e arquiteto-chefe de Hitler, e à direita, Arno Breker, professor de artes visuais em Berlim e escultor favorito de Hitler. Um cinegrafista desconhecido visto no primeiro plano, registra a cena que entraria para a história.

Referência: http://parissempreparis.com.br

Procissão do Fogaréu: tradicional maior do município de Serrinha BA caminha para o centenário


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A cidade de Serrinha, no interior baiano, promove há 90 anos a Procissão do Fogaréu, uma tradição que atrai locais e visitantes para uma manifestação de fé e religiosidade



Procissão do Fogaréu, sempre na noite da Quinta-feira Santa, é o ponto alto das celebrações que devem reúne sempre cerca de 20 mil pessoas, que se transformou em um ícone do turismo religioso baiano, que também realiza após a missa do Lava Pés, que relembra a Santa Ceia. A caminhada reúne milhares de fiéis e tem início na catedral, com a encenação da prisão de Jesus. 

Toda a representação da Paixão de Cristo é realizada em três diferentes pontos da cidade. A Procissão do Fogaréu também encanta moradores e visitantes da cidade pela beleza das luzes conduzidas por fiéis como tochas a iluminar o caminho percorrido por Jesus após sua prisão.

A procissão, que é acompanhada por centenas de pessoas todos os anos, parte da Igreja da Catedral, passa pela Praça Luiz Nogueira e se encerra num momento muito especial na Colina de Nossa Senhora Santana. 


Evento ecumênico

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A Procissão começa sempre após o encerramento da Missa realizada na Catedral. A cerimônia dura cerca de duas horas e é marcada pela presença em massa da população serrinhense e visitantes.

Pessoas de vários credos religiosos estão sempre presentes no evento, que não se restringe a um evento católico. Isso demonstra o valor cultural da Procissão do Fogaréu para o município de Serrinha. Em mais uma oportunidade, a cidade foi agraciada com um evento que simboliza a fé e a tradição do povo e a determinação de manter a tradição.

Em 2019, Bumba-meu-boi pode ser reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade


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Visando incluir a manifestação cultural no rol internacional, o dossiê de candidatura foi entregue ao Ministério das Relações Exteriores para o reconhecimento internacional concedido pela Unesco

Uma das mais tradicionais manifestações culturais do país, o Complexo Cultural do Bumba-meu-boi pode se tornar Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O primeiro passo para o reconhecimento internacional concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi dado nesta quinta-feira (5) com a entrega do dossiê de candidatura do bem cultural ao Ministério das Relações Exteriores (MRE).

A cerimônia de entrega teve a presença da secretária executiva do Ministério da Cultura, Mariana Ribas; a presidente do Iphan, Kátia Bogea; o diretor do Instituto de Patrimônio Imaterial, Hermano Queiroz; e o superintendente do Iphan no Maranhão, Mauricio Itapary.

Cultura popular
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Somente no Maranhão, o Bumba meu boi é difundido por mais de 400 grupos, em 79 municípios. No estado, que segundo Kátia "respira" e é "totalmente contaminado" diante das primeiras notas dos instrumentos, a manifestação é dividida em cinco estilos principais, conhecidos como sotaques: Matraca, Orquestra, Zabumba, Baixada e Costa-de-mão.

Fascinado pelo Bumba Meu Boi desde os 8 anos, o servidor do Banco Central Tarquínio Costa Cardoso, participante do Meu Boi do Maracanã, do Maranhão, e Seu Teodoro, de Brasília, disse considerar "sagrada" a alegoria do animal. Cardoso, que é integrante dos grupos há mais de 30 anos, acredita que o status, se concedido pela Unesco, trará mais condições de o trabalho ser divulgado e um orçamento menos apertado para o desenvolvimento das atividades. Foi por se envolver desde pequeno com o Bumba Meu Boi que ele chegou aos 65 anos sabendo tocar pandeiro, tambor-de-onça e matraca.

Unesco
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aso o comitê responsável pela definição dê um parecer favorável, o Brasil passará a ter cinco bens reconhecidos sob a classificação, junto a Arte Kusiwa - Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajãpi (2003), o Samba de Roda no Recôncavo Baiano (2005), o Frevo: expressão artística do Carnaval de Recife (2012), o Círio de Nossa Senhora de Nazaré (2013) e a Roda de Capoeira (2014).

Referências: g1.com.br / EBC

Festival Internacional de Arte de SP começa hoje no Pavilhão da Bienal


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A 14ª edição do Festival Internacional de Arte de São Paulo (SP-Arte), que ocupa o Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, na capital paulista, entre os dias 11 e 15 de abril, reúne galerias de arte e design expoentes no mercado de 16 países

O evento conta com performances de longa duração e uma seção dedicada a designers independentes, além de galerias nacionais e estrangeiras que participam do evento pela primeira vez, chegando a um total de 140 expositores.

“Em um cenário de instabilidade econômica do país, a solidez e relevância conquistadas junto ao mercado garante que a SP-Arte continue sendo um destino para galeristas do mundo inteiro. Para 2018, queremos reforçar nossas atenções nas novidades produzidas no setor. Além da permanência de galerias já consagradas, a feira também reserva espaço para novos expositores, que trazem olhares inéditos sobre a produção artística”, disse Fernanda Feitosa, diretora e fundadora da SP-Arte.

Assim como no ano passado, a feira terá visitas guiadas. Ao todo, mais de mil pessoas participaram dessas visitas em 2017. “Neste ano, insistiremos nesta aposta, que vem ao encontro de um de nossos principais objetivos: trabalhar pela formação de público, tanto de novos apreciadores como de colecionadores de arte. Queremos proporcionar a nossos visitantes uma imersão neste universo”, disse Fernanda. Haverá também lançamento de livros e debates com especialistas, artistas e colecionadores.

Expositores
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Entre os nomes de destaque das galerias de arte do mundo que retornam à SP-Arte estão David Zwirner e Marian Goodman (Nova York), White Cube (Londres), Neugerriemschneider (Berlim) e Kurimanzutto (Cidade do México). Já as galerias Blank (Cidade do Cabo), Fragment (Moscou) e Cayón (Madri) são destaques entre as novatas internacionais do evento.

Das galerias nacionais, participam não só as tradicionais como Dan, Bergamin & Gomide, Vermelho, A Gentil Carioca, Casa Triângulo, Fortes D’Aloia & Gabriel, Luisa Strina e Millan, mas chegam também 15 novatas, entre elas Adelina, Verve, Base e Mapa, todas paulistanas, e as cariocas Cassia Bomeny e Gaby Indio da Costa.

Assim como no ano passado, a feira terá visitas guiadas. Ao todo, mais de mil pessoas participaram dessas visitas em 2017. “Neste ano, insistiremos nesta aposta, que vem ao encontro de um de nossos principais objetivos: trabalhar pela formação de público, tanto de novos apreciadores como de colecionadores de arte. Queremos proporcionar a nossos visitantes uma imersão neste universo”, disse Fernanda. Haverá também lançamento de livros e debates com especialistas, artistas e colecionadores.

A programação completa está no site da SP-Arte. O evento estará aberto ao público de quinta a sábado, das 13h às 21h, e no domingo, das 11h às 19h.


Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Para onde caminha a nossa música popular brasileira?


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Caros leitores que nos acompanham aqui no Artecultural. Navegando nos sites que falam de MPB, vi o artigo abaixo que compartilho aqui no nosso espaço. Vale salientar que o ponto de vista do autor não necessariamente bate com o que pensamos, mas achamos algo diferente no posicionamento de Rodrigo Teixeira e resolvemos compartilhar. Boa leitura a todos!

Euriques Carneiro
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O cenário atual da música brasileira ‘enche o saco’

Ok, isso é um belo de um vespeiro.

Eu deveria ficar com minha boca fechada, pra não arrumar confusão. Mas não aguento, então gostaria apenas de pontuar que, daqui pra frente, é opinião, opinião e opinião. Não sou nem um crítico gabaritado, sou somente um sujeito de gosta de música. Beleza?

Críticos gostam de falar de cenários. O cenário atual do pop, o cenário atual do Rock. A cena do underground. Bom, se a analogia é com artes cênicas, eu creio que a música nacional está passando pelos dias de teatro do absurdo. Por um lado, temos uma indústria totalmente profissional, movimentando montanhas de grana pra produzir merda. Seria como o Gerald Thomas on drugs produzindo uma versão teatral de Chaves. E do outro, lado atores profissionais interpretando Hamlet, mas com cenários produzidos pelas tias do Colégio Primário Toquinho de Gente.

Quando eu era moleque, 80% do que a gente ouvia vinha de fora. E os músicos reclamavam, nos chamavam de colonizados, de alienados, de vendidos aos ianques. Pois corta pra 2016, e hoje mais de 70% do que se ouve é nacional. Bom, né?

Será?

Não vou entrar em juízo de valor. Talvez o caminho seja esse mesmo. 50 anos tentando descobrir quais seriam nossas impressões digitais musicais para chegar a conclusão de que aquilo que nos representa mesmo são duplas de sujeitos gritando com vozes agudas, calças apertadas e chapéus de vaqueiro. Mas como isso cansa.

Eu me encontro bem de ‘mau’ com a música nacional. Não tenho saco, não tenho paciência, tudo me causa náusea, sono, revolta ou os três juntos, o que é quase um daqueles episódios de Pokemon que despertavam epilepsia.

Não aguento ouvir falar de mais uma música sertaneja cujo refrão é alguma expressão idiomática levemente modificada, ou alguma onomatopeia. Não aguento mais saber que eles gostam tanto de cerveja, mulher e alguma outra coisa aleatória, estou ‘cagando’ para o fato de que eles levaram um chifre e estão tristes, mas vão superar e dar a volta por cima. Não quero mais mistura de guitarra com sanfona.

Não consigo acreditar que ainda existam variações de temas para cantar como Salvador no Carnaval é bom. Que existam formas novas de falar “tererê-tê-TÊ-rê-RÊ!” em axés, nem maneiras físicas de “sair do chão” e “quero ver as mãos” que a lei da gravidade e da anatomia permitam.

Por outro lado, grande parte da chamada Nova MPB me dá sono. Primeiro, porque tudo que eu falei até o momento deveria ser MPB, já que é popular, e bem, infelizmente é brasileiro, mas como não faz parte desse clube de gente chique e com cara de quem acordou e não penteou o cabelo, fica de fora. Mas me falem a verdade, as pessoas precisam ter nascido com uma ‘paciência de Jó’ para aguentar a quantidade absurda de “iáiás e iôiôs” e “shimbalauês” dessa galera. É muita fofinhice, muito complexo de ‘emoticon’, muita bundamolice. A MPB séria perdeu os dentes, e vive cantando o quanto sopa de água com amor é lindo. 

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Aliás, gente, que tanto amor é esse? Ok, como diria o Paul McCartney, eu gosto de tanto de “tolas canções de amor” quanto qualquer um, mas pra tudo há um limite. Eu não sei o que se esgotou, se foi o assunto, a coragem para falar dele ou a minha paciência. Mas sinto que essa galera ‘supernhóim’ não quer muito ficar colocando o dedo em feridas que podem desagradar uns e/ou outros. E dessa forma, vai ficar difícil alguém escrever um novo “Como nossos pais”, ou um “De Frente pro Crime”. É tudo gostosinho, melódico, suave e brocha.

O lado contrário disso é o funk, que, segundo algumas correntes ideológicas, eu deveria respeitar, porque é música do povo, pelo povo e para o povo, mas ‘catzo’, como eu acho ruim, primário, tosco. Pra mim o funk (a corrente carioca do funk, que fique claro) é uma piada que alguém levou a sério. As primeiras vezes que ouvi era quase uma atividade humorística. Alguém tinha um CD de proibidão para ouvir os caras gritando barbaridades como quem tem uma fita do Costinha ou do Manhoso no carro. Era zueira. Mas parece que alguém levou a sério, porque agora tem gente que ouve funk mesmo. Assim, direto, playlist com 200 músicas seguidas no celular, para ouvir no talo enquanto trabalha. Ou no ônibus, no alto falante do carro, em qualquer lugar, desde que todo mundo ouça junto, queira ou não.

Os temas são de uma diversidade de impressionar qualquer boteco. A julgar por essa produção cultural, a favela (desculpem se parece reducionista, mas todos os funks que eu ouço falam somente da favela) só quer saber de transar com as novinha, de usar droga e detonar a polícia. Nas vertentes femininas, a situação se inverte, mas não o teor. Há quem diga que é música do povo. Eu acho bem triste se for. Ver rico ouvindo essa música como se isso, por si só, fosse um movimento de contra cultura é apenas patético. Tenho saudade da época que qualquer pessoa precisava se curvar à genialidade de um Cartola. Sinto que esse espasmo de boçalidade possa estar eclipsando o aparecimento de novos talentos genuínos, indispensáveis.

Há pouco tempo eu assisti a uma velha entrevista do Cazuza num programa da Marília Gabriela, e fiquei pensando: que sujeito interessante. Quantas opiniões diversas, surpreendentes, que inteligência. Mesmo quando eu não concordava com ele, era admirável a facilidade e soltura que ele exprimia suas opiniões, com aquela cara de ‘foda-se se você não gostar’. Livre. Não era só ele: corra no Youtube, e assista qualquer entrevista de TV concedidas nos anos 80 e 90. Não é uma questão de nostalgia, parece que havia mais o que falar.

Hoje, quando vejo as musas da música nacional falarem mais de 3 frases, elas estão sempre sendo juradas de algum programa que premia quem canta mais tempo em contralto qualquer coisa com a entonação de uma Whitney Houston da Bahia, ou estão dizendo qual demaquilante ou creme antirrugas elas usam para deixar a pele como seda após os shows. Raro quando alguma declaração me faz parar por mais de cinco minutos para ouvir. 

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E os “musos” da música nacional? Quem são? Se alguém souber, me fala por favor. Mas tem que ser alguém que não vá comentar sobre plantação de tomate ou sobre o pôr do sol em Cuiabá. Me diz alguém como o Caetano, por favor. Alguém que tenha mais o que dizer.

Talvez porque eles só se pronunciem através dos assessores de Social Mediadeles. E só se vistam através dos Personal Stylists. Em entrevistas com pautas pré-decididas, com fotos grandes, em praias desertas. E mesmo assim, alguns desses gênios ainda conseguem dizer que “se pegassem tal repórter gostosinha, a quebraria no meio”. Que decepcionante isso vindo de um país que tinha um Vinícius de Moraes, que conquistava com suas namoradas com poesias. E olha só que coisa demodê (ainda se fala demodê?), casava com elas.

É triste perceber que até o momento não falei do rock. É que por decisão editorial, prefiro falar sobre quem ainda está entre nós. Os defuntos, esses é que não movem moinhos mesmo. De uma forma triste, o rock parece uma planta mais rara. Não consegue viver num cenário de desolação tão absoluta.

Mas pra não dizer que não falei das flores, é justamente dele que sinto mais falta. Na minha juventude, era do Rock que vinham as vozes que diziam o que eu não tinha maturidade pra dizer. Eram os Renatos Russos, Lobões, Leos Jaimes e Cazuzas que traduziam nossas angústias, fossem elas políticas, sexuais ou amorosas. Eram eles que sentiam o que eu não sabia em dar nome. Eles eram nossa voz. Hoje meu filho bem que procura, mas acaba encontrando seus temas nas mesmas vozes que eu encontrei há tanto tempo.

Curiosamente, o que (literalmente) movimenta os jovens de hoje é a música eletrônica, e seus festivais (literalmente) intermináveis, com horas e horas e horas de som ininterrupto batendo sem dó na cabeça do povo. Não que eu entenda, mas costumo ver os eletrônicos com mais simpatia, porque pelo menos parecem estar experimentando mais, brincando mais, se atirando de maneira menos corporativa e mais corajosa. Porém, veja que interessante, a grande maioria das músicas não tem nem letra.

A julgar pelo silêncio no horizonte da música popular, ou essa geração não tem problemas, ou nasceu muda. 

Rodrigo Teixeira Resultado de imagem para rodrigo teixeira - designer
Designer e desenhador. Apaixonado por filmes, séries, quadrinhos e livros. Sommelier de bolacha de maizena.

Editais Setoriais – Projeto Quatro x Quatro beneficia grupos de teatro e leva peças a capital baiana e outras cidades do interior


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O Projeto ‘Quatro X Quatro – Teatro da Princesa do Sertão’, premiado através dos Editais Setoriais 2016 e Suplentes da SecultBA irá beneficiar quatro grupos de teatro de Feira de Santana

O projeto Quatro x Quatro Teatro da Princesa do Sertão beneficiará quatro grupos de teatro de Feira de Santana que partilham os mesmos ideais e valores voltados à cultura, ética, relações de trabalho e aproximação com a sociedade. 


O mesmo será dividido em quatro etapas de trabalho, sendo a primeira e segunda requalificação, ensaios e produção. Nesse período, entre fevereiro e julho, serão realizadas as oficinas de Direção Musical com o diretor, ator e músico da Cabriola Cia de Teatro, de Salvador, Heraldo Souza.
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E não vai ser só isso. Encerrado o período de apresentações dos espetáculos nas cidades de Salvador e Santo Amaro será realizado a culminância do Projeto na cidade de Coração de Maria no mês de novembro, com a realização de uma única apresentação gratuita do espetáculo ‘A Estrela do Menino Rei’, sendo ele do repertório da Cia. Cuca de Teatro que vem desde 2014 reunindo artistas de teatro e circo, além da participação de músicos e crianças, artistas mirins convidados.

Um dos principais objetivos do Projeto é a troca de experiências e vivências para requalificação e crescimento dos grupos. Estes novos conhecimentos servirão também como fonte de inspiração dos processos criativos para a produção de futuros trabalhos artísticos. Os quatro grupos unidos e fortalecidos pela arte vão fazer a diferença, pois todo o conhecimento e experiências conquistadas com a caravana de artistas do Projeto ‘Quatro X Quatro – Teatro da Princesa do Sertão’ ajudarão a escrever uma nova história do teatro do interior baiano.

Agenda
Projeto: ‘Quatro X Quatro – Teatro da Princesa do Sertão’

Realização: Cia. Cuca de Teatro, Grupo Conto em Cena, Grupo Cordel de Teatro e Grupo Recorte de Teatro

Espetáculos participantes: ‘A Peleja de Maria Bonitinha’, ‘Os Fogatas’, ‘Matraga’, ‘Amor em Luiz’, ‘Encarceradas’ e ‘A Estrela do Menino Rei’

Cidades que receberão os espetáculos: Salvador, Santo Amaro e Coração de Maria

Ministrantes das oficinas: Heraldo Souza, Rino Carvalho, Poliana Bicalho

Apoio financeiro: Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia, através dos Editais Setoriais 2016 e Suplentes da SecultBA

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Ao lado de várias outras atrações, Ivete Sangalo estará no Rock In Rio Lisboa em junho próximo


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Se no Carnaval Ivete Sangalo não conseguiu estar presente, já que estava prestes a dar à luz as gêmeas Helena e Marina a cantora é presença confirmadíssima no Rock In Rio Lisboa

"Presente em todas as edições do Rock in Rio Lisboa desde a estreia do festival em solo português, Ivete Sangalo retorna à Cidade do Rock no dia 30 de junho. A cantora promete levar para o Palco Mundo, o principal do evento, um show de grande repercussão.

“Já abri mão do carnaval em função das crianças. Pelo amor de Deus, você quer me matar? É Rock in Rio, é carnaval?

Ivete fará parte de uma grade que vai contemplar grandes vozes femininas no cenário mundial. Entre elas Katy Perry, Jessie J e Hailee Steinfeld. As Divas vão ocupar o Palco Mundo da Cidade do Rock . Mas a baiana não será a única brasileira no evento. 


Anitta foi a primeira a ser anunciada e se apresentará no dia 24 de junho. O Rock in Rio- Lisboa terá ainda Bruno Mars (24 de junho), o grande vencedor do Grammy Awards 2018 com seis prêmios, Muse (23 de junho), The Killers (29 de junho) além de Demi Lovatto (24 de junho), HAIM (23 de junho), Bastille (23 de junho), The Chemical Brothers (29 de junho), os portugueses Agir (24 de junho) e Diogo Piçarra (23 de junho).

Mostra “Planeta Água”, no CCBB acerta ao público até 18 de março


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Com o objetivo de abordar diversos aspectos relacionados à questão da temática hídrica, o CCBB Brasília apresenta a mostra Planeta Água

Nela, serão apresentados documentários e filmes dos cinco continentes sobre a relação do homem com a água, sob um recorte da ótica cultural; além de traçar um panorama do pensamento mundial, sobre a situação da água, em várias regiões do planeta. Uma maneira de comunicar, conscientizar, inspirar e motivar pessoas a mudar seus estilos de vida e valorizar uma de nossas maiores riquezas.

Planeta Água possui programação especial que, além de filmes, inclui atividades extras como debates, dança, música e atividade interativa.

Entrada Franca, à exceção do show de Alberto Salgado.

ATIVIDADES EXTRAS

SHOW DE ABERTURA: Águas de Iemanjá

Dia: 1º de março

Local: Vão Central

Horário: 19 horas

O show Canto das Águas terá a participação do percussionista Leander Motta e vários convidados.

SHOW ​ALBERTO SALGADO

Dia 4 de Março, às 19h

​Teatro do CCBB ​

Ingressos: R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira) – disponíveis na bilheteria do CCBB e no site www.eventim.com.br.

O multi-instrumentista, cantor e compositor Alberto Salgado apresentará as músicas do disco Cabaça D’Água, premiado com o Grammy 2017, na categoria de Melhor Álbum de Música Regional.

(https://www.youtube.com/watch?v=M5nLV7aOJL8)

DIA DA MULHER

Dia:8 de Março

Local: Vão Central

Horário: 19 horas

Especialmente dedicado ao Dia Internacional da Mulher, a mostra apresenta a dança Hula no espetáculo “Mãe D’Água”, preparado especialmente em homenagem à água, com a intenção de resgatar o culto ao feminino e às águas. A Dança Hula é uma dança da Polinésia, realizada por mulheres, em celebração às águas.

DEBATES/ IDEIAS

· Painel - “​Água, desafio e superação” – Alexandre Manzan

​Dia: 10 de março

Local: Cinema do CCBB

Horário: 17h30

Ingressos: entrega franca, mediante retirada dos ingressos a partir de 1 hora antes do evento.

Unindo suas histórias e fotografias de vários momentos de sua carreira, Alexandre compartilha suas experiências ​e reflete sobre a importância da relação entre homem e natureza na superação dos maiores desafios para uma vida de realizações e conquistas.

Entrada franca (com retirada de senhas, a partir de 1 hora antes, na bilheteria)

· “​O papel da mídia na questão ambiental”

Dia: 14 de março

Local: Cinema do CCBB

Horário: 19 horas

Participantes: Washington Novaes e João Amorim

Mediação: Bárbara Lins

Entrada franca (com retirada de senhas, a partir de 1 hora antes, na bilheteria)

Um dos mais respeitados jornalistas brasileiros, Washington Novaes tem dedicado atenção especial a temas ligados ao meio ambiente e às questões indígenas.

João Amorim é diretor de cinema com foco em animação e documentários. Em 2010, lançou seu primeiro longa-metragem: “2012 Tempo de Mudança”, com David Lynch, Sting, Ellen Page, Gilberto Gil, entre outros. Em 2011, a agência de notícias Reuters chamou “2012” de um dos 10 filmes por trás do movimento Ocupe Wall Street. Está finalizando a série “Manual de Sobrevivência para o Século 21”, estrelada por Marcos Palmeira, e a Animação “Orozimba e o Oboé”.

Bárbara Lins é jornalista e trabalha como repórter para a TV Globo Brasília. Recentemente, criou o blog ‘Descobertas Bárbaras’, onde relata suas viagens, com destaque para as aventuras junto à natureza.

· Debate Planeta Água: “Água e Sustentabilidade”

Dia: 16 de Março

Horário: 15h

Local: Teatro do CCBB

Entrada franca (com retirada de senhas, a partir de 1 hora antes, na bilheteria)

A Fundação Banco do Brasil convidará entidades e especialistas para debater a temática hídrica, fazendo uma reflexão da situação atual da água no Brasil, os caminhos e desafios para assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento.

Participações: Sérgio Besserman (confirmada), André Trigueiro e outros (a confirmar)

Sérgio Besserman é ambientalista e economista carioca premiado. Membro do Conselho Diretor da WWF Brasil, trabalha no tema das mudanças climáticas desde 1992. Atua como professor na PUC-Rio e como comentarista sobre sustentabilidade para o Canal GloboNews e para a rádio CBN.

PAINEL INTERATIVO

A ser instalado no vão central do CCBB, instigando a reflexão sobre o uso adequado da água, a partir da pergunta: O QUE VOCÊ PODE FAZER PELA PRESERVAÇÃO DA ÁGUA NO PLANETA? O painel é um convite para que as pessoas deixem suas respostas e sugestões.

Veja a programação completa no site do CCBB.

Fonte: http://culturabancodobrasil.com.br