quinta-feira, 2 de abril de 2020

Em virtude da pandemia, Jane Fonda troca protesto presencial por virtual


Jane Fonda - Página inicial | Facebook
Não é de hoje que a laureada atriz Jane Fonda empreende árdua luta por causas sociais, notadamente de cunho ambiental, seja sozinha ou parceria com entidades como o Greenpeace

Jane Fonda não vai parar de protestar — mesmo em meio a uma pandemia. No ano passado, a atriz foi presa várias vezes por protestar com o grupo Fire Drill Fridays, que exige ações mais enfáticas dos governos mundiais (e especialmente do estadunidense) contra o aquecimento global. 


Agora, embora vá seguir as recomendações de prevenção contra o Corona vírus e ficar em casa, Fonda está planejando uma edição virtual do protesto, em parceria com o Greenpeace. O evento acontece amanhã, 03 de abril, no Instagram da organização, a partir das 15h, no horário de Brasília.

Os "protestos virtuais", que contarão com a presença de Fonda e de cientistas e ativistas pelo meio ambiente, devem continuar semanalmente até o dia 22 de abril, quando é comemorado o Dia da Árvore nos EUA. "Estávamos planejando o maior protesto global de todos os tempos para esta data", disse Fonda à Variety. "Mas agora tudo é diferente, é claro. Estamos tentando descobrir o que podemos fazer através da internet, para que as pessoas fiquem conscientes da crise existencial da mudança climática"

"Nós também devemos perceber que o novo Corona vírus tem a ver com o aquecimento global", refletiu ainda. "São muitos fatores climáticos, e até mesmo o maior contato de humanos com animais, que levam a este tipo de pandemia. Aids e Ebola também vieram de animais". No vídeo chamando os seguidores para o protesto de amanhã, o Greenpeace contou com a participação de mais celebridades: Chelsea Handler, Piper Perabo, Marisa Tomei e Alyssa Milano participaram da gravação.

Fonte: https://www.bol.uol.com.br/

“A moça do brinco de pérola” obra maior de Johannes Vermeer



A modelo delicada, com seu olhar direto e os lábios entreabertos, é a obra mais famosa do pintor holandês Johannes Vermeer, sendo considerada como a “Mona Lisa” da arte barroca

O quadro A moça do brinco de pérola retrata uma história desconhecida. Entretanto, a pintura mexe com os sentidos e desperta muita curiosidade em que a observa. E um dos aspectos mais interessantes do quadro é a presença em destaque de uma joia, no caso o brinco de pérola.

A joia é uma das mais antigas formas de expressão de nobreza e poder. Desde os egípcios esses adornos corporais feitos de pedras preciosas fazem parte da vida humana. Por conta disso, ao longo da história foram retratadas em milhares de quadros e expressões artísticas as joias.

Portanto, esses adornos que hoje nos acompanham já estão presentes na nossa história há séculos. E entre todas as obras de arte, inclusive aquelas que retratam a nobreza das potências mundiais, uma se destaca pela presença em destaque de uma joia.
Análise do quadro Moça com Brinco de Pérola, de Johannes Vermeer ...

Então, estamos nos referindo ao quadro A moça do brinco de pérola, feito pelo pintor holandês Johannes Vermeer, em 1665. Esse quadro envolve tantos mistérios, que foram inspirados nele um romance de Tracy Chevalier (1999) e um filme (2003) baseado no livro

Portanto, podemos ver como essa obra de arte é relevante em muitos aspectos. Mas o que mais se destaca é como até hoje ela mexe com os sentidos das pessoas que a olham. Talvez essa história ainda não revelada por trás do quadro seja seu grande atrativo.
Ambiguidades do quadro A moça do brinco de pérola

A expressão da moça retratada é completamente ambígua. Não é possível dizer se ela está triste ou feliz. Entretanto é evidente que ela vive a aflição de um mistério, algo ainda não revelado.

O pintor Vermeer fez esse retrato em um período conturbado de sua vida. Ele e a família acumulavam muitas dividas entre outros problemas. Nesse contexto, o quadro é criado, o que leva muitas pessoas a pensar que esse quadro pode ser um retrato dele mesmo.

Assim como dizem que na verdade a Monalisa é um retrato do próprio Leonardo Da Vinci. Inclusive, A moça do brinco de pérola é chamada por alguns de a Monalisa holandesa, especialmente por essa aura envolta em mistério.

O brinco de pérola

Outras teorias, inclusive a contada no livro fictício de Tracy Chevalier, dizem que na verdade essa garota trabalhava para o pintor. Para umas pessoas ela era uma espécie de auxiliar, já outras consideram que a moça era na verdade uma garota de programa. Até há quem diga que a pintura foi inspirada em uma filha do pintor.

Porém, essa é uma resposta que não teremos. Embora, a história do livro bem como do filme retratem uma narrativa convincente, é difícil sabermos com precisão qual a origem dessa garota.

Estudos sobre o quadro
Então, até hoje essa obra que é o masterpiece de Johannes Vermeer é ainda estudada. Um projeto liderado Museu Mauritshuis é dedicado a desvendar os mistérios que cercam a obra de arte. O museu fica no mesmo local em que Vermeer pintou a obra, em Haia, na Holanda.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Cancelada a edição 2020 da SP-Foto estava prevista para acontecer em agosto


Orelhas gigantes são espalhadas por SP em exposição
Na feira, o conceito de fotografia expandida ganha atenção com a presença de obras de artistas que fogem dos formatos convencionais de elaboração, produção e apresentação das imagens

Íntegra da mensagem dos organizadores:

Em meio ao agravamento da situação envolvendo a COVID-19 no Brasil, é nosso compromisso garantir a segurança e saúde de expositores e visitantes e, por isso, acreditamos que o melhor curso de ação neste momento é suspender a 16ª edição da SP-Arte, que aconteceria de 1º a 5 de abril, no Pavilhão da Bienal, até termos condições adequadas para sua realização.

A SP-Arte mantém um compromisso firme com o mercado profissional das artes e com a programação cultural em São Paulo, e entende que o evento é um importante momento para todo o circuito. Justamente por isso é nossa prioridade assegurar a integridade de todos os envolvidos na organização da Feira. Com base em um monitoramento diário, nos esforçamos até o último momento para manter a SP-Arte como planejada. Avaliamos cuidadosamente todas as opções possíveis ao lado de nossos parceiros, patrocinadores e expositores e decidimos, em conjunto e com grande pesar, pela suspensão.

Frente à declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde, a realização de um evento dessa natureza e proporção se mostra comprometida. Dada a escala internacional da Feira, não temos ainda como calcular os impactos logísticos e operacionais, que vêm aumentando a cada dia com restrições de mobilidade e fechamento de fronteiras. Seguimos avaliando alternativas para viabilizar a 16ª edição da SP-Arte em um momento mais oportuno, e manteremos todos os nossos públicos informados a respeito de quaisquer desenvolvimentos.

Atenciosamente,
SP-Arte

Holanda | Quadro de Van Gogh roubado de museu que estava fechado


O Covid19 paralisou o mundo, mas não as atividades criminosas e uma pintura avaliada em até seis milhões de euros, foi levada por assaltante durante a noite, com u museu fechado ao público

Uma pintura de Vincent Van Gogh foi roubada de um museu na Holanda, que estava atualmente encerrado devido à pandemia de covid-19, anunciou o diretor executivo do museu Singer Lauren, situado em Laren a 30 km de Amsterdã, e que tinha a obra nas suas instalações a título temporário para uma exposição.

"Houve uma entrada forçada ontem [domingo] e uma pintura de Van Gogh foi roubada", disse Evert van Os, diretor-executivo do museu Singer Laren, numa mensagem vídeo. O responsável nomeou o trabalho roubado como "Parsonage Garden at Neunen in Spring", uma pintura de 1884 que faz parte de uma série feita quando o famoso pintor vivia na casa do seu pai.

A pintura tem um valor estimado entre um e seis milhões de euros, informou a imprensa holandesa. As 3.000 obras do museu também incluem pinturas do mestre holandês Piet Mondrian e do pintor holandês-indonésio Jan Toor. Mas mais nenhuma foi roubada. O museu foi fundado em 1954 por Anna Singer, viúva do pintor americano William Singer, para exibir a sua coleção.

A pintura tinha sido emprestada pelo Museu Groninger, de Groningen, que só possuía este Van Gogh na coleção. Os assaltantes, cerca das 03.15 da madrugada, forçaram a porta da frente de vidro e o alarme até disparou. Contudo os criminosos já tinham desaparecido quando a polícia chegou. 


Van Gogh - Saraiva

Segundo o responsável do Singer Laren, a segurança estava delineada "inteiramente de acordo com o protocolo". "Nós coordenamos isso bem com os nossos especialistas em seguros, mas é claro que podemos aprender com isto", diz o diretor executivo Evert van Os, que deu a notícia no canal de Youtube do museu.

O diretor do museu, Jan Rudolph de Lorm, diz que está "chocado e incrivelmente irritado". De Lorm considera que o roubo é "muito ruim para o Museu Groninger, para o Singer Laren e especialmente terrível para todos nós. A arte existe para ser desfrutada, especialmente durante este período difícil".

O diretor do Museu Groninger também está em choque. "É o roubo de uma obra que pertence a todos", diz Andreas Blühm, que realça que o seu museu continuará a colaborar com o Singer Laren. "Não nos vamos deixar levar por isto."

O museu em Laren está atualmente fechado devido ao Corona vírus. O Van Gogh fazia parte da exposição "Mirror of the Soul. Toorop tot Mondriaan, que começou em 14 de janeiro e duraria até 10 de maio.

Não é o primeiro roubo no museu. Em janeiro de 2007, sete estátuas foram roubadas do jardim do mesmo espaço.


sexta-feira, 27 de março de 2020

Quarentena: o que fazer para não perder a conexão com a cultura


10 museus para visitar online durante a quarentena | EXAME

Dias e dias em casa, já vi a maioria dos filmes interessantes da NETFLIX, o noticiário da TV já está maçante pois só se fala dos assuntos Covid19 e politicagem, mas ainda têm muita coisa interessante para se fazer e algumas dicas seguem logo abaixo
Visitas virtuais a museus, galerias e bibliotecas, festival de música, show em formato de live. Confira como se entreter culturalmente

Não tem como escapar da quarentena, mas as medidas necessárias não nos afastam da cultura e ela deve fazer parte da sua vida. E ainda bem que existem os recursos “on-line”!

Além de atividades que agregam conhecimentos específicos como os cursos gratuitos on line da Fundação Getúlio Vargas, por exemplo, graças à tecnologia, muitos museus liberaram o acesso às visitas on-line. Tem também plataforma de streaming oferecendo o catálogo gratuitamente, festival de música on-line com 40 horas de duração e muito mais.

Sendo assim, reunimos aqui algumas dessas possibilidades. Mas lembre-se: quarentena não é férias! É um momento de prevenção contra a propagação do vírus. Use e abuse das nossas dicas com responsabilidade. Indique para os amigos e família também. Confira!
Museus, galerias e bibliotecas públicas 


10 museus para visitar sem sair de casa: tour virtual e coleções ...

Ir a museus é uma atividade cultural que, mesmo que indiretamente, envolve outras pessoas. Isso porque muita gente vai visitar o local ao mesmo tempo. Pensando nisso, alguns museus estão com visitas on-line abertas durante os próximos dias. Um deles é o Louvre. Localizado em Paris, conta com visitação virtual em algumas salas e galerias. No momento, as visitas presenciais estão suspensas por tempo indeterminado.

Vale lembrar que as orientações para a vista virtual são em inglês. Entre as salas liberadas está boa parte do pavilhão do Egito, um dos mais curiosos do Louvre. Claro que é diferente de estar frente a frente com uma múmia, mas diante das circunstâncias, está valendo!

Além dele, tem o Museu Metropolitano de Nova York e a Galeria Nacional de Arte, em Washington, nos Estados Unidos. No Brasil também há opções, como é o caso do Museu Casa de Portinari, que fica em São Paulo, e o Museu da Imagem e do Som de São Paulo, que conta com acervo virtual com informações sobre os itens museológicos e bibliográficos.

Este artigo do G1 fez uma lista recheada de locais para visitar virtualmente. Mas, além disso, você pode visitar o Google Arts & Culture, que reúne locais do mundo todo e informações sobre artistas e obras de arte. Entretanto, é importante lembrar, que grande parte dos museus tem visita virtual independentemente de pandemia. Ou seja, você pode visitar a qualquer momento. 


Literatura

Uma volta ao mundo em 28 livros de viagem

Para quem gosta de literatura e quer atualizar a leitura, a L&PM Editores está liberando um e-book grátis a cada dia, como um incentivo à leitura. Entre eles, estão títulos clássicos, como Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, além de diversas obras dos gêneros policial e aventura. Além disso, a editora oferece descontos em todo o seu catálogo on-line. A iniciativa vale até o dia 31 de março. Para adquirir os e-books gratuitos, basta acessar o site da editora e clicar em “comprar”. Ao colocar no carrinho, o livro sairá gratuito.

No Instagram alguns perfis estão fazendo contação de histórias em formato de lives. Boa opção para entreter a criançada. Confira:

Fafa Conta, 10h30 (seg, qua e sex) e 16h30 (ter é qui)

Mãe que lê, 11h

Carol Levy, 11h30

Marina Bastos, 12h30

Camila Genaro, 15h

Marina Bigio (histórias, cordéis, oficinas e música), 18h.

Outra opção é o site Domínio Público. A plataforma promove acesso a obras literárias, artísticas e científicas em formato de textos, áudios, imagens e vídeos. Todas elas, vale lembrar, em domínio público ou que tenham a divulgação autorizada. Só para ilustrar, centenas de livros clássicos, brasileiros e de outros países estão lá, como A divina comédia de Dante, A metamorfose, de Kafka, Dom Quixote I e II, de Miguel de Cervantes. Além de títulos de Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Olavo Bilac, Castro Alves, Augusto dos Anjos e Machado de Assis. Aqui vai uma listinha para ajudar. Ah! Tudo é gratuito e on-line!


Música Veja a programação do Festival Amazonas de Ópera em 2019 | Em tempo

Até o dia 22 março, a Metropolitan Opera, mais conhecida como Met Opera, está oferecendo concertos gratuitos de forma virtual. Um por dia. Tem Tchaikovsky, Donizetti, Verdi (La Traviata) e outros. Acesse o site para acompanhar.

Diretamente de Portugal, o Festival #EuFicoemCasa promete 40 horas de música para você curtir da sua sala. Em resumo, são 78 artistas, durante seis dias (17 a 22 de março), tocando por meia hora através de live no Instagram. Esta é uma oportunidade para conhecer novos nomes da música. Ao seguir o perfil, é possível acompanhar nos Stories uma contagem regressiva para o próximo show. O recurso permite que você recebe uma notificação quando a live começar.

Voltando a falar de música clássica, devido à quarentena, a Filarmônica de Berlim liberou todo o acerto do Digital Concert Hall. Isso quer dizer que qualquer pessoa do mundo pode ser cadastrar no site, que é um projeto de transmissões digitais de concertos da orquestra, e acessar mais de 600 vídeos de toda a trajetória da filarmônica. Para isso, acesse este link e digite o código BERLINPHILL. Novos usuários precisam se cadastrar.


Streaming e televisão
Como assistir canais pagos de graça no computador ou celular ...

Todos os canais do Telecine estarão disponíveis em todas as operadoras de TV por tempo indeterminado, bem como o streaming do canal, que está aberto durante 30 dias para novos assinantes.

Alguns títulos do Globoplay também estão disponíveis gratuitamente. A maioria dos programas é para o público infantil.

As operadoras de televisão também vão liberar o sinal. A Claro TV, por exemplo, liberou todos os canais (menos HBO Premium, Fox Premium, e pay per view) para os clientes e eles ficarão disponíveis por tempo indeterminado. A Sky TV disponibilizou diversos canais na TV aberta e pelo streaming Skyplay.

Referência: https://culturadoria.com.br/cultura-na-quarentena-dicas-de-atividades-para-fazer-on-line/

A assertiva mais feliz do século XXI foi de Yuval Noah Harari: “A ciência está sob ataque”




O professor israelense de História e autor do best-seller internacional Sapiens: Uma breve história da humanidade e também de Homo Deus: Uma Breve História do Amanhã, Yuval Noah Harari, chamou à atenção do mundo para a irracionalidade que é ignorar as descobertas da ciência


Harari nasceu em Israel, embora seja filho de judeus com raízes na Europa Oriental.[2] Especializou-se primeiro em História medieval e História militar, antes de completar seu doutorado no Jesus College, Universidade de Oxford, em 2002.

Atualmente, é especializado em História mundial e processos da macro história. Sua pesquisa se concentra em questões da macro história, tais como: Qual a relação entre a História e a Biologia? Qual a diferença fundamental entre o Homo sapiens e outros animais? Existe justiça na História? A História tem uma direção? Será que as pessoas se tornaram mais felizes com o passar do tempo?

Seu livro mais famoso é Sapiens: Uma breve História da Humanidade (originalmente publicado em hebraico sob o título Uma breve História do Gênero Humano, e depois traduzido para 30 idiomas aproximadamente).[7] O livro aborda toda a extensão da História humana, desde a evolução do Homo sapiens na idade da pedra até a revolução política e tecnológica do século XXI. A edição hebraica se tornou um best-seller em Israel. Isso gerou muito interesse, tanto do público acadêmico quanto da comunidade em geral, transformando Harari em uma celebridade instantânea.

Uma declaração de Harari de 6 meses atrás, trouxe à baila a questão do combate à ciência e, entre os motivos que detectava para tal fenômeno, ele destacou o menosprezo às enormes conquistas científicas, responsáveis pelo próprio fato de milhões de pessoas estarem vivas hoje, e a ascensão de líderes populistas, que veem a ciência como ameaça “porque ela expõe verdades que vão contra seus comandos”. Por isso, sublinhou, “devemos rejeitar com todas as nossas forças” que posturas políticas, e preconceitos de ordem religiosa, se sobreponham à razão, que norteia o conhecimento científico. 
Negação da ciênciaSapiens e Homo deus, Yuval Noah Harari – Caminhando por fora
Diante desse quadro, é espantoso constatar que, em um cenário de pandemia, com o novo Corona vírus assolando o globo e ceifando milhares de vidas — de brasileiros, inclusive —, ainda seja preciso sair em defesa da ciência. Mas essa necessidade existe, e é urgente. Sobretudo diante de posturas de governantes insanos e tresloucados que, mesmo diante de todas as evidências comprovadas em variadas pesquisas, insistem em transitar na contramão.

A humanidade está, neste momento, enfrentando uma crise global. Talvez a maior crise da nossa geração. As decisões que já foram tomadas pelas pessoas e pelos governos e as que vão ser implementadas nas próximas semanas, provavelmente moldarão o mundo nos próximos anos. Elas moldarão não apenas nossos sistemas de saúde, mas também nossa economia, política e cultura. Devemos agir de forma rápida e decisiva. 
Homo Deus - 9789588931623 - Livros na Amazon BrasilTambém devemos levar em consideração as consequências a longo prazo de nossas ações. Ao escolher entre as alternativas, devemos nos perguntar não apenas como superar a ameaça imediata, mas também que tipo de mundo habitaremos quando a tempestade passar. Sim, a tempestade passará, a humanidade sobreviverá, a maioria de nós ainda estará viva - mas habitaremos um mundo diferente.

Muitas medidas de emergência de curto prazo se tornarão estruturas instituídas da vida. Essa é a natureza das emergências. Elas fazem os processos históricos avançarem rapidamente. As decisões cuja deliberação, em tempos normais, podem se arrastar por anos, são aprovadas em questão de horas. Tecnologias ainda imaturas e até perigosas são colocadas em uso, porque os riscos de não se fazer nada são maiores.

Países inteiros servem como cobaias em experimentos sociais de larga escala. O que acontece quando todos trabalham a partir de casa e se comunicam apenas à distância? O que acontece quando escolas e universidades inteiras passam a operar online? Em tempos normais, governos, empresas e conselhos educacionais nunca concordariam em realizar tais experimentos. Mas estes não são tempos normais.

Neste momento de crise, enfrentamos duas escolhas particularmente importantes. A primeira é entre vigilância totalitária e empoderamento do cidadão. A segunda é entre isolamento nacionalista e solidariedade global.

quarta-feira, 25 de março de 2020

“Maio de 68” – Um marco nas relações de trabalho na França


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Maio Francês ou Maio de 68, nome com o qual são conhecidos os acontecimentos sucedidos na França em 25 de março da primavera de 1968, marcou indelevelmente a história francesa

Tudo começou com a ocorrência de uma série de greves estudantis em numerosas universidades e institutos de Paris, seguidas de confrontos entre a universidade e a polícia. A tentativa do presidente De Gaulle de terminar com as greves mediante uma maior carga policial só contribuiu para acender os ânimos dos estudantes, que protagonizaram batalhas campais contra a polícia no Bairro Latino e, posteriormente, uma greve geral de estudantes e distúrbios diversos secundados por dez milhões de trabalhadores em todo o território francês (dois terços dos trabalhadores franceses).

Os protestos chegaram a tal ponto que De Gaulle dissolveu a Assembleia Nacional e foram feitas eleições parlamentares antecipadas em 23 de junho de 1968. A época imediatamente anterior a maio de 68 é considerada o boom da pós-guerra; a afiliação aos sindicatos era muito baixa e os salários estavam em alta, mas uma parte dos trabalhadores ainda tinha salários minúsculos apesar de o comércio exterior chegar a se triplicar. 

Universitários & Operários
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Inicialmente, as manifestações estudantis visavam reformas no setor educacional. O movimento cresceu tanto que evoluiu para uma greve de trabalhadores que balançou o governo do então presidente da França, Charles De Gaulle. “Os universitários se uniram aos operários e promoveram a maior greve geral da Europa, com a participação de cerca de 9 milhões de pessoas. Isso enfraqueceu politicamente o general De Gaulle, que renunciou um ano depois”, diz o historiador Alberto Aggio, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Franca (SP).

O estopim foi uma série de conflitos entre estudantes e autoridades da Universidade de Paris, em Nanterre, cidade próxima à capital francesa. No dia 2 de maio de 1968, a administração decidiu fechar a escola e ameaçou expulsar vários estudantes acusados de liderar o movimento contra a instituição. As medidas provocaram a reação imediata dos alunos de uma das mais renomadas universidades do mundo, a Sorbonne, em Paris.

De Gaulle acuado
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Eles se reuniram no dia seguinte para protestar, saindo em passeata sob o comando do líder estudantil Daniel Cohn-Bendit. A polícia reprimiu os estudantes com violência e durante vários dias as ruas de Paris viraram cenário de batalhas campais. A reação brutal do governo só ampliou a importância das manifestações: o Partido Comunista Francês anunciou seu apoio aos universitários e uma influente federação de sindicatos convocou uma greve geral para o dia 13 de maio.

No auge do movimento, quase dois terços da força de trabalho do país cruzaram os braços. Pressionado, no dia 30 de maio o presidente De Gaulle convocou eleições para junho. Com a manobra política (que desmobilizou os estudantes) e promessas de aumentos salariais (que fizeram os operários voltar às fábricas), o governo retomou o controle da situação. As eleições foram vencidas por aliados de Gaulle e a crise acabou, mas ficou para a história uma das maiores mobilizações populares da história.

Um dos maiores nomes da World Music, Sir Elton John chega aos 73 anos


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Se for feita a pergunta “você conhece o cantor, compositor e pianista Reginald Kenneth Wight?”, poucas pessoas saberão responder, mas se indagar por Elton John, quase que a totalidade dos habitantes do planeta dirão ‘sim’

Com mais de 50 anos de carreira, o cantor, compositor, pianista e produtor britânico Elton John celebra 73 anos nesta quarta-feira (25), e como uma homenagem à trajetória do artista, o canal BIS vai transmitir o documentário "The Nation’s Favorite Song", às 22h.

Dirigido por Kerry Allison, Donna Bertaccini, o filme estreou em 2017 e faz parte de uma série inglesa totalmente dedicada à música. Detalhes da carreira do cavaleiro da rainha são abordados por ele mesmo, que compartilha inspirações e histórias ligadas às 20 de suas maiores composições. Ele também fala de relacionamentos, amizades e sobre como ele monta e escolhe seus looks sempre extravagantes e muito coloridos.

Em 2020, John conquistou seu segundo Oscar de melhor canção original com “(I'm Gonna) Love Me Again", que faz parte da trilha sonora da elogiada cinebiografia "Rocketman" (2019). O filme narra justamente os principais episódios ligados à biografia do artista inglês.

Relembre alguns dos seus hits:


"Candle In the Wind"
 
  "Rocket Man"
 
  "Don't Go Breaking My Heart"
"Your Song"
 
  "Sacrifice"
 
  "Nikita"
 
  "Can You Feel The Love Tonight"


O Covid19 trouxe de volta a preocupação com as pandemias que ciclicamente assombram a humanidade


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Em seu livro "The Butterfly Defetc", Ian Goldin, economista da Universidade de Oxford, já dizia lá em 2015 que as pandemias sempre ameaçaram a humanidade mais do que as guerras e seus riscos sistêmicos em um mundo interdependente

Os países "não mediram bem esse risco", disse ele em entrevista à AFP. "Contribuímos demais com os nossos exércitos (...) comparado aos nossos sistemas de saúde", subfinanciados após anos de austeridade.

A globalização trouxe prosperidade a muitas regiões do mundo, mas, em termos de saúde, deu origem a uma grande concentração de pessoas em cidades gigantescas, com localidades insalubres e mercados de animais localizados perto de aeroportos, de onde os vírus se espalham por todo o mundo, à medida que a resistência aos antibióticos cresce.

"Faz muito tempo desde que tivemos uma pandemia da magnitude" da gripe espanhola de 1918, "que contaminou um terço da população mundial e matou cerca de 50 milhões de pessoas", diz este sul-africano, ex-conselheiro de Nelson Mandela. Recentemente "foi possível conter" as epidemias de ebola, SARS e gripe aviária, "o que nos fez ter muita confiança", enfatiza.

E isso em um momento em que o mundo se afasta de instituições multilaterais, como o FMI, a OTAN, a ONU, ou de organizações que lutam contra a crise climática. "Isso é particularmente verdade nos Estados Unidos, enquanto a Europa se encontra no meio da crise do euro e do Brexit e quando ninguém confia na China para liderar o mundo", diz Goldin.

Daí o atual "vácuo de liderança", que contrasta com a última crise financeira de 2008, quando Washington convocou o G20 após o colapso do Lehman Brothers. "São os Estados Unidos novamente que presidem o G7, mas (o presidente Donald) Trump culpa o resto do mundo, especialmente a China", diz o especialista.

A próxima reunião do G7 ocorrerá apenas em junho, por videoconferência. No entanto, os países devem "cooperar, seja para encontrar uma vacina, compartilhar equipamentos médicos ou repatriar pessoas", insiste Goldin, vice-presidente do Banco Mundial.

Especialmente porque a crise econômica resultante da atual pandemia será "muito pior" do que a de 2008, alerta. "Poderemos ver uma cascata de choques financeiros", com falências de empresas, mas também de países, diz o economista sul-africano.

E ele dá o exemplo da Itália, que já passava por dificuldades antes da pandemia e precisará de "cuidados intensivos”. "A severidade do que acontece depende da nossa" capacidade de trabalhar juntos: "O mundo é capaz de desenvolver um plano de ação coordenado?" Goldin acredita que a resposta das autoridades é insuficiente no momento, apesar dos bilhões prometidos pelos bancos centrais e governos.

- Oferta e demanda - 

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"Já tínhamos taxas de juros próximas de zero (...) o problema não é liquidez" e as políticas de estímulo podem não funcionar porque "a oferta e a demanda estão quebradas", acredita. A urgência, ele argumenta, é dar uma renda básica àqueles que têm "baixa renda ou nenhuma cobertura médica" e que, se forem infectados com o corona vírus, continuarão trabalhando com o risco de infectar outras pessoas.

E também é necessário sustentar empresas "que não têm mais fornecedores ou clientes", adiando ou cancelando impostos e outras despesas durante a crise e o confinamento estabelecido em muitos países, o que paralisa a economia, incluindo as companhias aéreas, turismo ou entretenimento.

Não repetir erros do passado

Entre 2007 e 2009, os bancos centrais, instituições multilaterais e governos "favoreceram os bancos", enquanto milhões de trabalhadores perderam seus empregos, casas e cobertura social, lembra Goldin.

"Vimos uma estagnação maciça dos salários" e uma maior escassez de moradias, enquanto uma parte "dos 1% (mais ricos) ganhou quantias extraordinárias e ninguém foi preso", denuncia.

Fonte: AFP

domingo, 19 de janeiro de 2020

Como uma guerra embrutece: a história das adolescentes holandesas que seduziam e matavam nazistas


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A história destas mulheres, que seduziam nazistas e traidores holandeses para depois os matar, é recordada no livro de Sophie Poldermans "Seduzindo e Matando Nazis - Hannie, Truus, e Freddie: Heroínas Holandesas da II Guerra Mundial"
Freddie, de 14 anos, Truus Oversteegen, de 17 acabados de fazer, e Hannie Schaft, de 19, entraram para a resistência holandesa pouco tempo após a invasão alemã da Holanda, em 1940.

Criadas por uma mãe solteira com fortes convicções antifascistas, as irmãs Oversteegen trabalharam de perto com Hannie Schaft, numa célula da resistência composta por apenas sete pessoas, mas que causou muitos danos aos alemães durante a II Guerra Mundial.

"Estas mulheres nunca se consideraram heroínas", diz Sophie Poldermans, que é também uma ativista dos direitos humanos na Holanda, e que privou com as irmãs Oversteegen durante 20 anos, antes de decidir escrever o livro. "Eram extremamente dedicadas e acreditavam que não tinham opção senão juntar-se à resistência. Nunca se arrependeram do papel que tiveram durante a guerra", acrescenta a autora.

De protetoras de judeus a assassinas de nazis 
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As adolescentes, cuja missão principal era ajudar e proteger famílias judaicas na Holanda, tinham frequentemente como missão resgatar crianças de origem judia das mãos dos nazis.

Começaram por ter como missão principal roubar documentos de identificação holandeses para ajudar judeus perseguidos pelos nazis, mas depressa subiram na hierarquia da resistência local, assumindo-se como um dos maiores espinhos cravados na pele dos alemães.

Hannie Schaft, a mais velha, aprendeu alemão para melhor levar a cabo as missões que lhe eram destinadas. Tinha cabelo ruivo e uma cara bonita e pintava os lábios de vermelho vivo. Nos bares da cidade de Haarlem, onde residia, seduzia soldados alemães ou colaboracionistas holandeses, que depois eram mortos pela resistência.

Esta forma de atuação foi adotada também pelas irmãs Oversteegen, que usavam maquilhagem para parecerem mais velhas. Encantados com a beleza das jovens, os nazis, alemães ou holandeses, acompanhavam-nas para os bosques nas redondezas, onde eram mortos, normalmente, por colegas das jovens, escondidos no arvoredo.

Muitas vezes eram as próprias jovens que eliminavam os alvos. "Eram assassinas, mas tentaram manter-se humanas. Disparavam sempre pelas costas para eles não perceberem que iam morrer", recorda a autora do livro.

As encantadoras de nazis não se ficavam por este método. São conhecidos os casos das mortes em andamento, em que usavam a bicicleta para fugir do local após eliminarem um alvo.

As três adolescentes holandesas
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Freddie, a mais nova, tinha apenas 14 anos quando começou a trabalhar para a resistência holandesa. Passava por ser estudante e aproveitava esta imagem para servir de correio e levar informações durante a ocupação.

Truus tinha 17 anos acabados de fazer quando a Holanda foi ocupada. Um dia, viu um soldado alemão pegar numa criança judia pelas pernas e bater com ela na parede, até morrer. A jovem não se conteve. Sacou da arma e executou o nazi. "Não era uma missão, mas não me arrependo", contou, no livro agora publicado. "Estávamos a lidar com um cancro na nossa sociedade e tínhamos de o extirpar", acrescentou.

Hannie, de 19 anos, era uma jovem estudante quando os alemães irromperam pela Holanda. Participou em operações de sabotagem de instalações militares alemãs, bombardeamentos de linhas elétricas e de carregamentos de munições, mas foi por seduzir soldados nazis, levando-os para a morte que a jovem ruiva ficou conhecida e com a cabeça prémio durante o terceiro Reich.

Em pouco tempo, "a rapariga de cabelo vermelho" tornou-se um alvo prioritário para a Alemanha Nazi, por ordem do próprio Hitler. Perseguida, pintou o cabelo de preto e passou a usar óculos para escapar ao radar, até que foi capturada em março de 1945, numa operação de rotina.

Levada para a Casa de Detenção de Amsterdam, foi torturara pelos nazis e colocada numa solitária com um letreiro na porta: "morderin", assassina. Hannie foi executada a 17 de abril de 1945, apenas 18 dias antes da libertação da Holanda.

As famosas últimas palavras de Hannie
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As últimas palavras, em frente ao pelotão de fuzilamento, ficaram famosas e ajudaram a fazer de Hannie uma lenda para os holandeses. "Disparo melhor que vocês, idiotas", terá dito após a primeira ronda de tiros do pelotão de fuzilamento, que a deixou apenas ferida. A amiga Truus diz, no livro, que Hannie morreu com coragem, olhando os executores nos olhos.

Hannie Schaft foi agraciada, a título póstumo, como a Medalha da Liberdade, atribuída pelo Comandante Supremo das Forças Aliadas, o norte-americano Dwight Eisenhower.

As irmãs Oversteegen foram agraciadas pelo primeiro-ministro holandês em 2014, que lhes atribuiu a Cruz da Mobilização Militar. Truus foi também homenageada no Yad Vashem, o memorial israelita às vítimas do holocausto, pelo papel que teve na defesa e proteção dos judeus holandeses durante a segunda Guerra Mundial, 25% dos quais terão morrido nos cinco anos de ocupação alemã.

Truus morreu em 2016, com 92 anos. A irmã mais nova, Annie, morreu com a mesma idade, dois anos depois. 


Referência:
jn.pt

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Os mais cruéis e sanguinários Imperadores da Roma Antiga


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Apesar dos ‘ridículos tiranos’, os antigos romanos foram responsáveis por alguns dos avanços mais importantes da história. Sua arquitetura, política e cultura ainda exercem influência em todo o mundo

Mas nem tudo são flores e, apesar do seu valioso legado, o Império Romano também deu à luz imperadores cruéis e o cinema em especial, tem mostrado ao longo dos anos, várias atrocidades cometidas e autorizadas por dirigentes da Roma Antiga.

Há 20 anos, Ridley Soft dirigiu o ótimo “Gladiador”, onde Joaquin Phoenix vive um imperador extremamente cruel, - com requintes que incluem um incesto, - e que não hesita em aniquilar quem cruza o seu caminho.

A história está repleta dessa estirpe de déspotas e assassinos, entre os quais destacam-se os três seguintes:

Tibério
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Tibério Cláudio Nero César, segundo imperador de Roma, governou o Império Romano durante 23 anos, de 14 d.C. até 37 d.C. Ele chegou ao poder após uma série de mortes e intrigas familiares, e seu governo se destacou pela proibição das religiões e a perseguição aos astrólogos. Os historiadores da época descreveram a extrema importância que esse imperador deu à satisfação de seus desejos, a ponto de criar o cargo de “Intendente de Prazeres”. Tibério desconfiou de tudo e de todos, assassinando com crueldade senadores e colaboradores, incluindo alguns de seus descendentes. Aos 77 anos, ele morreu em circunstâncias suspeitas: historiadores sugerem que ele foi sufocado por um complô entre seu conselheiro pessoal e Calígula. 
Calígula Resultado de imagem para imperador caligula biografia
Calígula, o terceiro imperador de Roma, governou o Império Romano durante somente 4 anos, de 37 d.C. a 41 d.C. Ele herdou o poder após a morte de Tibério, que havia determinado que Calígula governasse junto com seu primo Tibério Gêmelo. Mas, para governar sozinho, Calígula mandou matar o primo. O historiador Sêneca descreveu o sadismo com que Calígula atormentava os que o rodeavam. Ele possuiu praticamente todas as mulheres que conheceu, incluindo a prometida de um amigo, a qual raptou em plena festa de casamento e a proclamou sua esposa. Guardava em seus armários amplas coleções de venenos, com os quais assassinava listas intermináveis de homens, mulheres e crianças. Calígula chegou a proclamar-se deus supremo e criou um templo para sua própria adoração. Foi assassinado por um capitão da Guarda Pretoriana.

Nero
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Nero, o último imperador da dinastia júlio-claudiana, governou Roma durante 14 anos, de 54 d.C. até 68 d.C. No poder, governava sob forte influência da mãe, Agripina, a Jovem. No ano 59 d.C., mandou matá-la, pois acreditava que ela faria oposição ao seu casamento com Popeia Sabina. Nero também teria matado seu meio-irmão, Britânico. Ele se considerava um ser todo poderoso e adorava ser amado pelo povo, o que o levou a perdoar a vida de muitos gladiadores. Após assassinar sua mãe, Nero se tornou um severo tirano e realizou gigantescas matanças. Seu governo é geralmente associado à tirania e à extravagância. A maioria dos historiadores romanos antigos, como Suetônio e Cássio Dio, oferecem relatos extremamente negativos de sua personalidade. Tácito afirma que o povo romano o considerava compulsivo e corrupto. Ele também foi acusado por alguns historiadores de ser o responsável pelo grande incêndio que devastou Roma em 64 d.C. Ele se suicidou em 9 de junho de 68 d.C., quando soube que havia sido julgado à revelia e condenado à morte como inimigo público, tornando-se o primeiro imperador romano a se suicidar.
Fonte: MSN 
Imagens: Shutterstock.com, Giovanni Dall'Orto, via Wikimedia Commons e cjh1452000, via Wikmedia Commons